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A ação de projetar o produto e a imagem da empresa para ocupar um lugar diferenciado na mente do público-alvo, refere-se
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Joana, uma profissional de marketing com curso superior completo, esportista, 37 anos de idade. Em um estudo de segmentação de mercado, a classificação de Joana envolve as variáveis:
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Para atingir o consumidor com o intuito de oferecer produtos e serviços sem intermediários de marketing, as empresas utilizam mala direta, catálogos, sites, telefones, entre outros veículos. A estratégia acima descrita é conhecida como
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Analfabeto eletrônico
Encontrei a expressão “analfabetismo eletrônico” num escrito do poeta Lêdo Ivo, no qual relata que durante muitos anos reagiu ao uso do computador, à Internet, à mídia eletrônica; entretanto, chegou um momento em que se sentiu “um excluído do contexto da comunicação, um
sem-terra literário, um sem-site, um alienígena dessa nova ordem de informação planetária”. Os editores tentaram convencê-lo de um fato óbvio: para que suas obras literárias fossem lidas em toda parte, alargassem fronteiras, havia a necessidade de abrir um site na internet e preparar-se para responder aos numerosos e-mails que receberia dos leitores virtuais, dos internautas.
Lêdo Ivo, que proveio da época da máquina de escrever “Remington,” cedeu aos novos meios de comunicação e de expressão. É muito difícil ficar à margem desses avanços e inovações tecnológicas. Os mais antigos reagem, viram dinossauros de resistência, são os quarentões e cinquentões dos hábitos arraigados e sedimentados. Alguns fazem força para não mudar. Encaram com desconfiança as mudanças. Os hábitos viraram uma segunda natureza. A repetição frequente virou costume. Entre os jovens há exceções também: os que relutam em se engajar nessa nova ordem de coisas.
Há os que mudaram antigos hábitos na marra, pois os setores onde trabalham se informatizaram e aí foram obrigados a largar as papeladas, arquivos, gavetas abarrotadas de documentos. Não faz muito tempo, nas repartições públicas, os funcionários vinham com carrinhos de mão cheios de processos para despacho. Outros setores, mais modernos, informatizados, rendem mais, produzem mais, com um número menor de pessoas. É o mundo digital em curso. Executivo sem computador está fora do contexto.
[...]
Os estudantes que se julgam imunes a essas tecnologias, poucos anos depois estarão diante de um grande problema: um mercado de trabalho exigente, cheio de minúcias, onde a utilização da informática é instrumento de trabalho [...].
(José Medeiros. Jornal Gazeta de Alagoas. 2009)
Dados os períodos abaixo,
I. “Encontrei a expressão “analfabetismo eletrônico” num escrito do poeta Lêdo Ivo.”
II. “Encaram com desconfiança as mudanças.”
III. “Entre os jovens há exceções.”
IV. “Os editores tentaram convencê-lo de um fato óbvio.”
V. “Lêdo Ivo cedeu aos novos meios de comunicação e expressão.”
em quais deles o verbo ou a locução verbal exige o mesmo tipo de complemento do verbo fazer, no período “Alguns fazem força para não mudar.”?
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Analfabeto eletrônico
Encontrei a expressão “analfabetismo eletrônico” num escrito do poeta Lêdo Ivo, no qual relata que durante muitos anos reagiu ao uso do computador, à Internet, à mídia eletrônica; entretanto, chegou um momento em que se sentiu “um excluído do contexto da comunicação, um
sem-terra literário, um sem-site, um alienígena dessa nova ordem de informação planetária”. Os editores tentaram convencê-lo de um fato óbvio: para que suas obras literárias fossem lidas em toda parte, alargassem fronteiras, havia a necessidade de abrir um site na internet e preparar-se para responder aos numerosos e-mails que receberia dos leitores virtuais, dos internautas.
Lêdo Ivo, que proveio da época da máquina de escrever “Remington,” cedeu aos novos meios de comunicação e de expressão. É muito difícil ficar à margem desses avanços e inovações tecnológicas. Os mais antigos reagem, viram dinossauros de resistência, são os quarentões e cinquentões dos hábitos arraigados e sedimentados. Alguns fazem força para não mudar. Encaram com desconfiança as mudanças. Os hábitos viraram uma segunda natureza. A repetição frequente virou costume. Entre os jovens há exceções também: os que relutam em se engajar nessa nova ordem de coisas.
Há os que mudaram antigos hábitos na marra, pois os setores onde trabalham se informatizaram e aí foram obrigados a largar as papeladas, arquivos, gavetas abarrotadas de documentos. Não faz muito tempo, nas repartições públicas, os funcionários vinham com carrinhos de mão cheios de processos para despacho. Outros setores, mais modernos, informatizados, rendem mais, produzem mais, com um número menor de pessoas. É o mundo digital em curso. Executivo sem computador está fora do contexto.
[...]
Os estudantes que se julgam imunes a essas tecnologias, poucos anos depois estarão diante de um grande problema: um mercado de trabalho exigente, cheio de minúcias, onde a utilização da informática é instrumento de trabalho [...].
(José Medeiros. Jornal Gazeta de Alagoas. 2009)
Qual a proposição que mais se aproxima de uma correta compreensão do texto?
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No período “A fala envolve mecanismos de articulação das cordas vocais que, ao interagir com a pressão do ar, produzem ondas sonoras.”, as vírgulas foram usadas para
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O ambiente natural está relacionado a todos os itens a seguir, exceto:
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Passando o período “A obra de ficção A parede no escuro, do gaúcho Altair Martins, foi concluída em 2006 como dissertação de mestrado na UFRGS.”, para a voz passiva sintética, tem-se a seguinte forma verbal:
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No que se refere ao conceito de marketing, é correto afirmar:
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Big Macs, the dollar and the yuan
You know how it is –- you’re in a strange city, maybe a strange country, tired, hungry, missing home, it’s kind of late. You walk into that little (in my case, Chinese restaurant), there are teeth marks on the chopsticks, the floor is kind of sticky, and on the menu is the house specialty: rabbit face. Not quite what you wanted, but as luck would have it, just down the road you can see it in the distance – the golden arches, sitting high and proud calling to you.
OK, this might be (in my case) China, but you know that somehow, once you walk through those doors, there on the menu will be a cheeseburger, a Big Mac, Quarter Pounder and fries. And for the most part the food will taste pretty much like the Mickey Dee’s on Santa Monica not far from my old apartment in LA.
So, when I buy my Big Mac here in China, it’s just over 12 RMB, or $1.76. When I buy a Big Mac in L.A. it costs around $3.50. The great thing about a Big Mac as far as economists are concerned (well, the ones at “The Economist” magazine, anyway) is that it’s pretty much the same wherever you go . . . two all-beef patties, special sauce, lettuce, cheese, pickles, onions on a sesame seed bun.
And that means for economists it’s a great way to compare currencies. Much like the Big Mac itself, it’s not perfect – wages, rents and other costs vary, as well as the size (I have noticed the Chinese burgers a little on the small side). But for more than 20 years the people at “The Economist”____ ____ ____ this exchange rate comparison, and – surprise, surprise – they found Asian currencies under-valued, European over-valued.
In the case of China, by about 40 percent undervalued – this is at the far end of the spectrum as far as many critics in the U.S. are concerned. They accuse Beijing of deliberately manipulating the currency, keeping it undervalued. That means exports from China are a lot cheaper, giving exporters here an unfair competitive
advantage, they claim.
Imagine if you could go to that McDonald’s in L.A. and instead of paying $3.50 or so for the American Big Mac, you could pay $1.76 for the Chinese version, knowing the ingredients are the same.
Fonte: cnn.com
According to the text, a Big Mac in L.A. is:
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