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Questões sobre o pré-sal
A produção brasileira de petróleo dobrou na última década, alcançando dois milhões de barris por dia. Esse salto!$ ^{I)} !$ expressivo coincidiu com a aprovação da Lei do Petróleo de 1997, um divisor de águas que deu fim ao monopólio da Petrobras e instituiu a concorrência no setor de exploração. Antes!$ ^{II)} !$ o Brasil possuía uma única companhia – de controle estatal e subjugada a interferências políticas – a prospectar as jazidas. Hoje!$ ^{II)} !$ há 76 empresas que exploram petróleo e gás natural nos campos marítimos e terrestres. Além da abertura daquela antiquada reserva do mercado, o país construiu um modelo institucional de exploração transparente e confiável, similar ao que se faz de melhor no planeta!$ ^{III)} !$. Esse sistema!$ ^{I)} !$, embasado em concessões públicas disputadas em leilões, foi vital para a atração dos investidores privados, os quais trouxeram não apenas dólares, mas também tecnologia. Agora, com as descobertas promissoras no pré-sal, o Brasil vê-se diante da perspectiva de um novo salto e da possibilidade de se transformar em grande exportador mundial. Pois é esse modelo de sucesso reconhecido que o governo pretende alterar. Nas áreas de pré-sal, passaria a ser usado o sistema de partilha de petróleo. A justificativa – questionável, segundo os especialistas!$ ^{IV)} !$ – é que essas descobertas seriam uma espécie de “bilhete premiado”, por supostamente oferecer menos riscos de insucesso e maior potencial de rentabilidade, o que justificaria a mexida nas regras do jogo.
(Revista Veja, 9 set. 2009)
Dadas as proposições,
I. As construções “Esse salto” e “Esse sistema” são responsáveis pela progressão textual porque, ao mesmo tempo que retomam a informação do período anterior, também definem o referente.
II. As expressões “Antes” e “Hoje” não indicam um sequenciamento cronológico, mas são responsáveis pelo estabelecimento de um ordenamento textual.
III. No período “Além da abertura daquela antiquada reserva do mercado, o país construiu um modelo institucional de exploração transparente e confiável, similar ao que se faz de melhor no planeta”, a locução “além de” tem a função de conectar as duas orações assegurando um sentido de oposição entre elas.
IV. Na expressão “segundo os especialistas”, a palavra “segundo” estabelece o sentido de conformidade entre as proposições que conecta.
verifica-se que
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A soldagem é um dos processos mais importantes de união de peças usado na indústria. O processo de soldagem que tem como princípio a aplicação localizada de calor na região de união das peças é conhecido como
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O campo do comportamento do consumidor estuda como pessoas, grupos e organizações selecionam, compram, usam e descartam artigos, serviços, ideias ou experiências para satisfazer suas necessidades e desejos. Dessa forma, estudar o cliente ajuda a
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A ação de projetar o produto e a imagem da empresa para ocupar um lugar diferenciado na mente do público-alvo, refere-se
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Joana, uma profissional de marketing com curso superior completo, esportista, 37 anos de idade. Em um estudo de segmentação de mercado, a classificação de Joana envolve as variáveis:
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Para atingir o consumidor com o intuito de oferecer produtos e serviços sem intermediários de marketing, as empresas utilizam mala direta, catálogos, sites, telefones, entre outros veículos. A estratégia acima descrita é conhecida como
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Analfabeto eletrônico
Encontrei a expressão “analfabetismo eletrônico” num escrito do poeta Lêdo Ivo, no qual relata que durante muitos anos reagiu ao uso do computador, à Internet, à mídia eletrônica; entretanto, chegou um momento em que se sentiu “um excluído do contexto da comunicação, um
sem-terra literário, um sem-site, um alienígena dessa nova ordem de informação planetária”. Os editores tentaram convencê-lo de um fato óbvio: para que suas obras literárias fossem lidas em toda parte, alargassem fronteiras, havia a necessidade de abrir um site na internet e preparar-se para responder aos numerosos e-mails que receberia dos leitores virtuais, dos internautas.
Lêdo Ivo, que proveio da época da máquina de escrever “Remington,” cedeu aos novos meios de comunicação e de expressão. É muito difícil ficar à margem desses avanços e inovações tecnológicas. Os mais antigos reagem, viram dinossauros de resistência, são os quarentões e cinquentões dos hábitos arraigados e sedimentados. Alguns fazem força para não mudar. Encaram com desconfiança as mudanças. Os hábitos viraram uma segunda natureza. A repetição frequente virou costume. Entre os jovens há exceções também: os que relutam em se engajar nessa nova ordem de coisas.
Há os que mudaram antigos hábitos na marra, pois os setores onde trabalham se informatizaram e aí foram obrigados a largar as papeladas, arquivos, gavetas abarrotadas de documentos. Não faz muito tempo, nas repartições públicas, os funcionários vinham com carrinhos de mão cheios de processos para despacho. Outros setores, mais modernos, informatizados, rendem mais, produzem mais, com um número menor de pessoas. É o mundo digital em curso. Executivo sem computador está fora do contexto.
[...]
Os estudantes que se julgam imunes a essas tecnologias, poucos anos depois estarão diante de um grande problema: um mercado de trabalho exigente, cheio de minúcias, onde a utilização da informática é instrumento de trabalho [...].
(José Medeiros. Jornal Gazeta de Alagoas. 2009)
Dados os períodos abaixo,
I. “Encontrei a expressão “analfabetismo eletrônico” num escrito do poeta Lêdo Ivo.”
II. “Encaram com desconfiança as mudanças.”
III. “Entre os jovens há exceções.”
IV. “Os editores tentaram convencê-lo de um fato óbvio.”
V. “Lêdo Ivo cedeu aos novos meios de comunicação e expressão.”
em quais deles o verbo ou a locução verbal exige o mesmo tipo de complemento do verbo fazer, no período “Alguns fazem força para não mudar.”?
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Analfabeto eletrônico
Encontrei a expressão “analfabetismo eletrônico” num escrito do poeta Lêdo Ivo, no qual relata que durante muitos anos reagiu ao uso do computador, à Internet, à mídia eletrônica; entretanto, chegou um momento em que se sentiu “um excluído do contexto da comunicação, um
sem-terra literário, um sem-site, um alienígena dessa nova ordem de informação planetária”. Os editores tentaram convencê-lo de um fato óbvio: para que suas obras literárias fossem lidas em toda parte, alargassem fronteiras, havia a necessidade de abrir um site na internet e preparar-se para responder aos numerosos e-mails que receberia dos leitores virtuais, dos internautas.
Lêdo Ivo, que proveio da época da máquina de escrever “Remington,” cedeu aos novos meios de comunicação e de expressão. É muito difícil ficar à margem desses avanços e inovações tecnológicas. Os mais antigos reagem, viram dinossauros de resistência, são os quarentões e cinquentões dos hábitos arraigados e sedimentados. Alguns fazem força para não mudar. Encaram com desconfiança as mudanças. Os hábitos viraram uma segunda natureza. A repetição frequente virou costume. Entre os jovens há exceções também: os que relutam em se engajar nessa nova ordem de coisas.
Há os que mudaram antigos hábitos na marra, pois os setores onde trabalham se informatizaram e aí foram obrigados a largar as papeladas, arquivos, gavetas abarrotadas de documentos. Não faz muito tempo, nas repartições públicas, os funcionários vinham com carrinhos de mão cheios de processos para despacho. Outros setores, mais modernos, informatizados, rendem mais, produzem mais, com um número menor de pessoas. É o mundo digital em curso. Executivo sem computador está fora do contexto.
[...]
Os estudantes que se julgam imunes a essas tecnologias, poucos anos depois estarão diante de um grande problema: um mercado de trabalho exigente, cheio de minúcias, onde a utilização da informática é instrumento de trabalho [...].
(José Medeiros. Jornal Gazeta de Alagoas. 2009)
Qual a proposição que mais se aproxima de uma correta compreensão do texto?
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No período “A fala envolve mecanismos de articulação das cordas vocais que, ao interagir com a pressão do ar, produzem ondas sonoras.”, as vírgulas foram usadas para
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“Na Antiguidade – salvo no Baixo Império Romano – a vida econômica não se desenvolvia em grande escala!$ ^{II)} !$. A economia antiga foi geralmente uma economia restrita!$ ^{II)} !$, principalmente familiar e local. Em tal ambiente os problemas de economia política (nacional, imperial, mundial) não se colocavam em primeiro plano. Por outro lado, os escritores da Antiguidade não pertenciam, comumente, ao mundo dos produtores e dos negociantes; as preocupações econômicas não eram para eles primordiais. Talvez os problemas da vida material lhes parecessem indignos para serem discutidos e comentados.”
Dadas as proposições seguintes sobre o texto,
I. A produção literária daquela época não abordava as questões econômicas.
II. Pode-se inferir, por meio das expressões “em grande escala” e “economia restrita”, que a vida econômica, na Antiguidade, ora se desenvolvia em maior escala, ora em menor escala.
III. No ambiente familiar e local, a economia política se projetava sempre em plano secundário.
IV. No texto, há a afirmação de que os escritores da Antiguidade consideravam a economia política um assunto desprezível para ser abordado em seus escritos.
verifica-se que estão verdadeiras
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