Foram encontradas 927 questões.
TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
“Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa?” – se colocarmos essa frase em discurso indireto, sua forma adequada será:
Provas
TEXTO – MAQUIAGEM
Nesta época, no ano passado, começou a se constatar nas prateleiras dos supermercados uma “maquiagem” de produtos. Consistia, basicamente, em reduzir a quantidade de mercadoria embalada, mantendo o preço de venda.
O assunto despertou celeuma entre associações de consumidores, fábricas e autoridades governamentais. O Ministério da Justiça acabou por reagir, multando empresas que, segundo seu entendimento, haviam ludibriado a boa-fé dos consumidores. Um ano depois, pode-se dizer que houve alguma melhora na situação.
Houve alguma confusão acerca do que estava errado na prática da “maquiagem”. Uma empresa tem todo direito de diminuir, quando e quanto quiser, o volume contido na embalagem de seus produtos. O que estava errado na prática da “maquiagem”, e que configura um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, era que as empresas mudaram os seus produtos sem avisar clara e antecipadamente o consumidor do que estavam fazendo.
Nem todas as “maquiagens” foram desfeitas, mas o resultado daqueles embates, um ano depois, serviu para fortalecer ainda mais a cultura de que o cidadão, enquanto consumidor, tem uma série de direitos que têm de ser respeitados.
Folha de São Paulo, dezembro de 2002
“sem avisar clara e antecipadamente o consumidor do que estavam fazendo”; uma outra maneira igualmente correta de escrever-se essa mesma frase é:
Provas
TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
” onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos,de que depende a sorte dos governos e das nações”; nesse segmento do texto, o vocábulo sublinhado é classificado como:
Provas
TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
O item em que a correspondência entre adjetivo do texto 2 e substantivo NÃO é adequadamente indicada é:
Provas
TEXTO – MAQUIAGEM
Nesta época, no ano passado, começou a se constatar nas prateleiras dos supermercados uma “maquiagem” de produtos. Consistia, basicamente, em reduzir a quantidade de mercadoria embalada, mantendo o preço de venda.
O assunto despertou celeuma entre associações de consumidores, fábricas e autoridades governamentais. O Ministério da Justiça acabou por reagir, multando empresas que, segundo seu entendimento, haviam ludibriado a boa-fé dos consumidores. Um ano depois, pode-se dizer que houve alguma melhora na situação.
Houve alguma confusão acerca do que estava errado na prática da “maquiagem”. Uma empresa tem todo direito de diminuir, quando e quanto quiser, o volume contido na embalagem de seus produtos. O que estava errado na prática da “maquiagem”, e que configura um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, era que as empresas mudaram os seus produtos sem avisar clara e antecipadamente o consumidor do que estavam fazendo.
Nem todas as “maquiagens” foram desfeitas, mas o resultado daqueles embates, um ano depois, serviu para fortalecer ainda mais a cultura de que o cidadão, enquanto consumidor, tem uma série de direitos que têm de ser respeitados.
Folha de São Paulo, dezembro de 2002.
Ao dizer que o Ministério da Justiça “acabou por reagir”, o autor do texto:
Provas
TEXTO 2 – DE UMA VIDA A OUTRA
Segundo o Ministério da Saúde, em janeiro de 2003 havia 51.760 pessoas na lista de espera para transplante. Dado o tamanho do país – e, infelizmente, o grau de violência – seria de se esperar que o auxílio viesse rápido. De certa forma, a população está mais sensibilizada para o problema. O número de doações cresce desde 1997. De lá até o ano passado, saltamos de 3.932 para 8.031 transplantes realizados. As estatísticas mostram que o Brasil é o segundo do mundo em doações em números absolutos, perdendo dos Estados Unidos. Proporcionalmente ao tamanho da população, fica em nono lugar. Ou seja, o brasileiro é generoso, mas precisa fazer mais.
Isto É, fevereiro de 2003
“O número de doações cresce desde 1997”; a forma inadequada de pontuar as alterações dessa frase é:
Provas
TEXTO – MAQUIAGEM
Nesta época, no ano passado, começou a se constatar nas prateleiras dos supermercados uma “maquiagem” de produtos. Consistia, basicamente, em reduzir a quantidade de mercadoria embalada, mantendo o preço de venda.
O assunto despertou celeuma entre associações de consumidores, fábricas e autoridades governamentais. O Ministério da Justiça acabou por reagir, multando empresas que, segundo seu entendimento, haviam ludibriado a boa-fé dos consumidores. Um ano depois, pode-se dizer que houve alguma melhora na situação.
Houve alguma confusão acerca do que estava errado na prática da “maquiagem”. Uma empresa tem todo direito de diminuir, quando e quanto quiser, o volume contido na embalagem de seus produtos. O que estava errado na prática da “maquiagem”, e que configura um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, era que as empresas mudaram os seus produtos sem avisar clara e antecipadamente o consumidor do que estavam fazendo.
Nem todas as “maquiagens” foram desfeitas, mas o resultado daqueles embates, um ano depois, serviu para fortalecer ainda mais a cultura de que o cidadão, enquanto consumidor, tem uma série de direitos que têm de ser respeitados.
Folha de São Paulo, dezembro de 2002
“nas prateleiras dos supermercados uma “maquiagem” de produtos”; a afirmativa correta sobre os termos sublinhados é:
Provas
TEXTO 1– JORNALISTA
Cada jornalista é, para o comum do povo, ao mesmo tempo um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação, um advogado e um censor, um familiar e um magistrado. Bebidas com o primeiro pão do dia, as suas lições penetram até o fundo das consciências inexpertas, onde vão elaborar a moral usual, os sentimentos e os impulsos, de que depende a sorte dos governos e das nações.
Rui Barbosa
TEXTO 2– JORNALISTA
Não há, talvez, gente mais detestada em segredo. Nem gente a quem os outros, quase sempre, recorram tanto. Força irresistível, dominadora, ostensiva de todo o panorama social, construindo heróis falsos ou verdadeiros, derrubando verdadeiros ou falsos ídolos, o jornal – esta folha de papel que custa um níquel, que interessa durante uma hora – é escrito, na verdade, por uma gente suspeita. Donde vieram esses sujeitos em mangas de camisa, com uma ponta de cigarro no canto da boca, que rabiscam nervosamente no fundo da sala? Que pensamentos e ambições estarão por trás dessas frontes inclinadas sobre a mesa?
Ribeiro Couto
Nas caracterizações do jornalista por Rui Barbosa, o(s) par(es) de palavras que mostra(m) oposição é (são):
I - mestre de primeiras letras X catedrático de democracia;
II - advogado X censor;
III - familiar X magistrado;
Provas
TEXTO – MAQUIAGEM
Nesta época, no ano passado, começou a se constatar nas prateleiras dos supermercados uma “maquiagem” de produtos. Consistia, basicamente, em reduzir a quantidade de mercadoria embalada, mantendo o preço de venda.
O assunto despertou celeuma entre associações de consumidores, fábricas e autoridades governamentais. O Ministério da Justiça acabou por reagir, multando empresas que, segundo seu entendimento, haviam ludibriado a boa-fé dos consumidores. Um ano depois, pode-se dizer que houve alguma melhora na situação.
Houve alguma confusão acerca do que estava errado na prática da “maquiagem”. Uma empresa tem todo direito de diminuir, quando e quanto quiser, o volume contido na embalagem de seus produtos. O que estava errado na prática da “maquiagem”, e que configura um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, era que as empresas mudaram os seus produtos sem avisar clara e antecipadamente o consumidor do que estavam fazendo.
Nem todas as “maquiagens” foram desfeitas, mas o resultado daqueles embates, um ano depois, serviu para fortalecer ainda mais a cultura de que o cidadão, enquanto consumidor, tem uma série de direitos que têm de ser respeitados.
Folha de São Paulo, dezembro de 2002
O termo “maquiagem” aparece entre aspas, no primeiro período do texto, porque:
Provas
“Embora sem participar da Semana de Arte Moderna (1922), Tarsila do Amaral criou um estilo próprio: as cores e formas procuravam sintetizar a alegria da natureza tropical e a simplicidade do mundo rural, livres da influência européia.”
Adaptado de Arruda, J.J. de A. Toda a História. Editora Ática. SP. 2004.

O nome do quadro de Tarsila do Amaral é:
Provas
Caderno Container