Foram encontradas 626 questões.
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo em 26/3/2010.
Supondo que tais trechos possam compor uma correspondência
oficial, julgue-os com base nas normas para a redação de
comunicações oficiais.
Provas
- Documentos OficiaisRelatórios
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES) estima que, nos próximos
quatro anos, os investimentos na indústria brasileira chegarão
a R$ 500 bilhões, um valor 60% maior do que os R$ 3
bilhões investidos entre 2005 e 2008 (o banco não incluiu
2009, pois ainda não dispõe de dados consolidados do ano
passado).
O estudo aponta forte concentração dos investimentos
na exploração de petróleo e gás, não tanto no pré-sal, mas,
especialmente, na cadeia econômica ligada ao óleo, como a
indústria naval e a de fabricação de plataformas. Trata-se de
um investimento que estimula outros setores da economia.
Mas o BNDES prevê também fortes investimentos em
setores voltados para atender à demanda interna, entre os quais
o automobilístico.
O Estado de S.Paulo, Editorial, 30/3/2010 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens de 5 a 8.
Provas
As usinas termelétricas destinadas à produção independente podem ser objeto de concessão mediante autorização.
Provas
- Gestão da Informação e ConhecimentoTecnologia e Administração
- Teorias da AdministraçãoAbordagem Sistêmica
Provas
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANEEL
O que diferencia as despesas orçamentárias de capital das despesas orçamentárias correntes é o fato de estas contribuírem diretamente ou não para a formação ou aquisição de um bem de capital.
Provas
O filósofo francês Jean-Paul Sartre costumava dizer
que o homem é um projeto. Se assim for, as sociedades
humanas deveriam ter a mesma ambição.
A palavra “projeto” remete-se à antecipação e, em boa
parte, ao voluntarismo. Não se trata unicamente de prever o
futuro e, sim, de mudar o seu rumo em consequência de um
conjunto de valores e de necessidades. Porém, precisamos de
um voluntarismo responsável que se esforce por formular
propostas viáveis, sem cair na ilusão de que é possível medir as
forças pelas intenções generosas, como sugeria o poeta
romântico polonês Adam Mickiewicz. Em outras palavras, para
ganhar a guerra contra a pobreza e o atraso, devemos voltar ao
planejamento, um conceito oriundo da economia de guerra,
indispensável à ecossocioeconomia de desenvolvimento.
O planejamento caiu em descrédito com a queda do
Muro de Berlim, a implosão da União Soviética e a
contrarreforma neoliberal baseada no mito dos mercados que
se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito
desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das
pernas, está. Chegou, portanto, o momento de reabilitar e
atualizar o planejamento. Até Jeffrey Sachs — diretor do Earth
Institute, da Columbia University, em Nova Iorque, e
conselheiro do secretário-geral das Nações Unidas —
pronuncia-se em favor de um planejamento flexível a longo
prazo, voltado para o enfrentamento dos três desafios
simultâneos da segurança energética, segurança alimentar e
redução da pobreza, buscando uma cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil.
Para tanto, convém prever vários níveis territoriais de
planejamento, desde o nacional até o local, com um processo
interativo de cima para baixo e de baixo para cima. No nível
técnico, essa tarefa se torna hoje mais fácil por termos saído da
era do ábaco para a dos computadores.
O fenomenal crescimento da economia mundial no
decorrer dos dois últimos séculos, baseado no uso das energias
fósseis, provocou um aquecimento global de consequências
deletérias e, em parte, irreversíveis. Seria, no entanto, um erro
considerar que o clima é a bola da vez e as urgências sociais
podem esperar. Em 2007, existiam, no Brasil, 10,7 milhões de
indigentes e 46,3 milhões de pobres. E, enquanto os latifúndios
de mais de mil hectares — 3% do total das propriedades rurais
do Brasil — ocupam 57% das terras agriculturáveis,
4,8 milhões de famílias sem-terra estão à espera do chão para
plantar.
O planejamento digno deste nome deve enfrentar
simultaneamente os desafios ambientais e sociais.
Ignacy Sachs. Voltando ao planejamento. Internet: www.envolverde.com.br. (com adaptações).
.
Segundo se depreende do texto, no que se refere às ideias do poeta polonês Adam Mickiewicz (L.11), se os governantes tivessem, de fato, boas intenções ao governar, a pobreza já teria sido vencida.
Provas
Caderno Container