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Vão surgindo novos sinais do crescente otimismo da
indústria com relação ao futuro próximo. Um deles refere-se às
exportações. “O comércio mundial já está voltando a se abrir
para as empresas”, diz o gerente executivo de pesquisas da
Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca,
para explicar a melhora das expectativas dos industriais com
relação ao mercado externo.
Quanto ao mercado interno, as expectativas da
indústria não se modificaram. Mas isso não é um mau sinal,
pois elas já eram francamente otimistas. Há algum tempo, a
pesquisa da CNI, realizada mensalmente a partir de 2010,
registra grande otimismo da indústria com relação à demanda
interna. Trata-se de um sentimento generalizado. Em todos os
setores industriais, a expressiva maioria dos entrevistados
acredita no aumento das vendas internas.
O Estado de S.Paulo, Editorial, 30/3/2010 (com adaptações).
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
a seguir.
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Vão surgindo novos sinais do crescente otimismo da
indústria com relação ao futuro próximo. Um deles refere-se às
exportações. “O comércio mundial já está voltando a se abrir
para as empresas”, diz o gerente executivo de pesquisas da
Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca,
para explicar a melhora das expectativas dos industriais com
relação ao mercado externo.
Quanto ao mercado interno, as expectativas da
indústria não se modificaram. Mas isso não é um mau sinal,
pois elas já eram francamente otimistas. Há algum tempo, a
pesquisa da CNI, realizada mensalmente a partir de 2010,
registra grande otimismo da indústria com relação à demanda
interna. Trata-se de um sentimento generalizado. Em todos os
setores industriais, a expressiva maioria dos entrevistados
acredita no aumento das vendas internas.
O Estado de S.Paulo, Editorial, 30/3/2010 (com adaptações).
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
a seguir.
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Vão surgindo novos sinais do crescente otimismo da
indústria com relação ao futuro próximo. Um deles refere-se às
exportações. “O comércio mundial já está voltando a se abrir
para as empresas”, diz o gerente executivo de pesquisas da
Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca,
para explicar a melhora das expectativas dos industriais com
relação ao mercado externo.
Quanto ao mercado interno, as expectativas da
indústria não se modificaram. Mas isso não é um mau sinal,
pois elas já eram francamente otimistas. Há algum tempo, a
pesquisa da CNI, realizada mensalmente a partir de 2010,
registra grande otimismo da indústria com relação à demanda
interna. Trata-se de um sentimento generalizado. Em todos os
setores industriais, a expressiva maioria dos entrevistados
acredita no aumento das vendas internas.
O Estado de S.Paulo, Editorial, 30/3/2010 (com adaptações).
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
a seguir.
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O filósofo francês Jean-Paul Sartre costumava dizer
que o homem é um projeto. Se assim for, as sociedades
humanas deveriam ter a mesma ambição.
A palavra “projeto” remete-se à antecipação e, em boa
parte, ao voluntarismo. Não se trata unicamente de prever o
futuro e, sim, de mudar o seu rumo em consequência de um
conjunto de valores e de necessidades. Porém, precisamos de
um voluntarismo responsável que se esforce por formular
propostas viáveis, sem cair na ilusão de que é possível medir as
forças pelas intenções generosas, como sugeria o poeta
romântico polonês Adam Mickiewicz. Em outras palavras, para
ganhar a guerra contra a pobreza e o atraso, devemos voltar ao
planejamento, um conceito oriundo da economia de guerra,
indispensável à ecossocioeconomia de desenvolvimento.
O planejamento caiu em descrédito com a queda do
Muro de Berlim, a implosão da União Soviética e a
contrarreforma neoliberal baseada no mito dos mercados que
se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito
desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das
pernas, está. Chegou, portanto, o momento de reabilitar e
atualizar o planejamento. Até Jeffrey Sachs — diretor do Earth
Institute, da Columbia University, em Nova Iorque, e
conselheiro do secretário-geral das Nações Unidas —
pronuncia-se em favor de um planejamento flexível a longo
prazo, voltado para o enfrentamento dos três desafios
simultâneos da segurança energética, segurança alimentar e
redução da pobreza, buscando uma cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil.
Para tanto, convém prever vários níveis territoriais de
planejamento, desde o nacional até o local, com um processo
interativo de cima para baixo e de baixo para cima. No nível
técnico, essa tarefa se torna hoje mais fácil por termos saído da
era do ábaco para a dos computadores.
O fenomenal crescimento da economia mundial no
decorrer dos dois últimos séculos, baseado no uso das energias
fósseis, provocou um aquecimento global de consequências
deletérias e, em parte, irreversíveis. Seria, no entanto, um erro
considerar que o clima é a bola da vez e as urgências sociais
podem esperar. Em 2007, existiam, no Brasil, 10,7 milhões de
indigentes e 46,3 milhões de pobres. E, enquanto os latifúndios
de mais de mil hectares — 3% do total das propriedades rurais
do Brasil — ocupam 57% das terras agriculturáveis,
4,8 milhões de famílias sem-terra estão à espera do chão para
plantar.
O planejamento digno deste nome deve enfrentar
simultaneamente os desafios ambientais e sociais.
Ignacy Sachs. Voltando ao planejamento. Internet: www.envolverde.com.br. (com adaptações).
.
A supressão da preposição antes dos vocábulos "antecipação" (L.4) e "voluntarismo" (L.5), com a manutenção dos artigos definidos, não acarretaria prejuízo sintático ao texto.
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O filósofo francês Jean-Paul Sartre costumava dizer
que o homem é um projeto. Se assim for, as sociedades
humanas deveriam ter a mesma ambição.
A palavra “projeto” remete-se à antecipação e, em boa
parte, ao voluntarismo. Não se trata unicamente de prever o
futuro e, sim, de mudar o seu rumo em consequência de um
conjunto de valores e de necessidades. Porém, precisamos de
um voluntarismo responsável que se esforce por formular
propostas viáveis, sem cair na ilusão de que é possível medir as
forças pelas intenções generosas, como sugeria o poeta
romântico polonês Adam Mickiewicz. Em outras palavras, para
ganhar a guerra contra a pobreza e o atraso, devemos voltar ao
planejamento, um conceito oriundo da economia de guerra,
indispensável à ecossocioeconomia de desenvolvimento.
O planejamento caiu em descrédito com a queda do
Muro de Berlim, a implosão da União Soviética e a
contrarreforma neoliberal baseada no mito dos mercados que
se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito
desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das
pernas, está. Chegou, portanto, o momento de reabilitar e
atualizar o planejamento. Até Jeffrey Sachs — diretor do Earth
Institute, da Columbia University, em Nova Iorque, e
conselheiro do secretário-geral das Nações Unidas —
pronuncia-se em favor de um planejamento flexível a longo
prazo, voltado para o enfrentamento dos três desafios
simultâneos da segurança energética, segurança alimentar e
redução da pobreza, buscando uma cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil.
Para tanto, convém prever vários níveis territoriais de
planejamento, desde o nacional até o local, com um processo
interativo de cima para baixo e de baixo para cima. No nível
técnico, essa tarefa se torna hoje mais fácil por termos saído da
era do ábaco para a dos computadores.
O fenomenal crescimento da economia mundial no
decorrer dos dois últimos séculos, baseado no uso das energias
fósseis, provocou um aquecimento global de consequências
deletérias e, em parte, irreversíveis. Seria, no entanto, um erro
considerar que o clima é a bola da vez e as urgências sociais
podem esperar. Em 2007, existiam, no Brasil, 10,7 milhões de
indigentes e 46,3 milhões de pobres. E, enquanto os latifúndios
de mais de mil hectares — 3% do total das propriedades rurais
do Brasil — ocupam 57% das terras agriculturáveis,
4,8 milhões de famílias sem-terra estão à espera do chão para
plantar.
O planejamento digno deste nome deve enfrentar
simultaneamente os desafios ambientais e sociais.
Ignacy Sachs. Voltando ao planejamento. Internet: www.envolverde.com.br. (com adaptações).
.
O vocábulo "baseada" (L.17) faz referência aos termos "implosão" (L.16) e "contrarreforma" (L.17), mas concorda apenas com o último.
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Os itens a seguir apresentam trechos, sucessivos e adaptados, de um texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo em 30/3/2010. Julgue-os com relação à correção gramatical.
Também na siderurgia há otimismo com relação o mercado externo. O setor espera aumentar às exportações de derivados de aço em 14% em 2010, por causa da recuperação da demanda mundial e da entrada em operação, no segundo semestre, de uma unidade instalada no Rio de Janeiro e voltada para o mercado externo.
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Só agora, quase cinco meses depois do apagão que
atingiu pelo menos 1.800 cidades em 18 estados do país, surge
uma explicação oficial satisfatória para o corte abrupto e
generalizado de energia no final de 2009.
Segundo relatório da Agência Nacional de Energia
Elétrica (ANEEL), a responsabilidade recai sobre a empresa
estatal Furnas, cujas linhas de transmissão cruzam os mais de
900 km que separam Itaipu de São Paulo.
Equipamentos obsoletos, falta de manutenção e de
investimentos e também erros operacionais conspiraram para
produzir a mais séria falha do sistema de geração e distribuição
de energia do país desde o traumático racionamento de 2001.
Folha de S.Paulo, Editorial, 30/3/2010 (com adaptações)
Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima
apresentado, julgue os próximos itens.
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texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo em 30/3/2010.
Julgue-os com relação à correção gramatical.
Os itens a seguir apresentam trechos, sucessivos e adaptados, de um texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo em 30/3/2010. Julgue-os com relação à correção gramatical.
A construção está sendo impulsionada pela forte expansão dos financiamentos habitacionais e pelos investimentos em infraestrutura.
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O filósofo francês Jean-Paul Sartre costumava dizer
que o homem é um projeto. Se assim for, as sociedades
humanas deveriam ter a mesma ambição.
A palavra “projeto” remete-se à antecipação e, em boa
parte, ao voluntarismo. Não se trata unicamente de prever o
futuro e, sim, de mudar o seu rumo em consequência de um
conjunto de valores e de necessidades. Porém, precisamos de
um voluntarismo responsável que se esforce por formular
propostas viáveis, sem cair na ilusão de que é possível medir as
forças pelas intenções generosas, como sugeria o poeta
romântico polonês Adam Mickiewicz. Em outras palavras, para
ganhar a guerra contra a pobreza e o atraso, devemos voltar ao
planejamento, um conceito oriundo da economia de guerra,
indispensável à ecossocioeconomia de desenvolvimento.
O planejamento caiu em descrédito com a queda do
Muro de Berlim, a implosão da União Soviética e a
contrarreforma neoliberal baseada no mito dos mercados que
se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito
desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das
pernas, está. Chegou, portanto, o momento de reabilitar e
atualizar o planejamento. Até Jeffrey Sachs — diretor do Earth
Institute, da Columbia University, em Nova Iorque, e
conselheiro do secretário-geral das Nações Unidas —
pronuncia-se em favor de um planejamento flexível a longo
prazo, voltado para o enfrentamento dos três desafios
simultâneos da segurança energética, segurança alimentar e
redução da pobreza, buscando uma cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil.
Para tanto, convém prever vários níveis territoriais de
planejamento, desde o nacional até o local, com um processo
interativo de cima para baixo e de baixo para cima. No nível
técnico, essa tarefa se torna hoje mais fácil por termos saído da
era do ábaco para a dos computadores.
O fenomenal crescimento da economia mundial no
decorrer dos dois últimos séculos, baseado no uso das energias
fósseis, provocou um aquecimento global de consequências
deletérias e, em parte, irreversíveis. Seria, no entanto, um erro
considerar que o clima é a bola da vez e as urgências sociais
podem esperar. Em 2007, existiam, no Brasil, 10,7 milhões de
indigentes e 46,3 milhões de pobres. E, enquanto os latifúndios
de mais de mil hectares — 3% do total das propriedades rurais
do Brasil — ocupam 57% das terras agriculturáveis,
4,8 milhões de famílias sem-terra estão à espera do chão para
plantar.
O planejamento digno deste nome deve enfrentar
simultaneamente os desafios ambientais e sociais.
Ignacy Sachs. Voltando ao planejamento. Internet: www.envolverde.com.br. (com adaptações).
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O sentido da expressão "mal das pernas" (L.19-20), característica da oralidade, seria prejudicado caso se substituísse "mal" por mau.
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O item a seguir apresenta trechos, sucessivos e adaptados, de um texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo em 30/3/2010. Julgue-o com relação à correção gramatical.
A indústria siderúrgica, grande fornecedora das montadoras faz projeções otimistas. No ano passado, as vendas internas das siderúrgicas nacionais, encolheram 25%.
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