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Some countries look more prone to rising inflation than others. From an analysis of wages, inflation expectations, demand and capacity pressures, and monetary growth, Mr Cates infers that Argentina, Brazil, India, Russia and the Middle East oil exporters face the biggest risks in the months ahead. Pressures seem less great in China, Mexico, South Korea and Turkey.
Clearly, monetary policy needs to be tightened. Instead, it has in effect been loosened: real interest rates are generally lower than they were a year ago. Short-term interest rates are also unusually low relative to nominal GDP growth a crude gauge of where rates should be, which implies that monetary policy is very loose (...). The broad money supply has grown by an average of 20% over the past year in emerging economies, almost three times the pace in the developed world (…). Russia's money supply has swelled by fully 42%.
Add all this up, and emerging economies bear strong similarities to rich countries in the 1970s, when the Great Inflation took off. A synchronised boom in the world economy has caused commodity prices to surge. Governments have responded with subsidies and wage and price controls. Official statistics understate price pressures. Economies are running at full pelt. Money-supply growth is soaring. Inflation expectations are not anchored and labour markets are fairly rigid, increasing the risk of a spiral in wages and prices.
According to conventional wisdom, the monetary-policy mistakes that caused the Great Inflation are much less likely today because central banks are independent of politicians. But unlike the Federal Reserve and the European Central Bank ECB, many central banks in emerging economies notably China, India and Russia are not fully independent. In another echo of the 1970s, they often face intense political pressure to hold rates low to boost growth and jobs.
According to the text:
Item 3: not all central banks are independent of political interference;
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Podem ser associados ao período conhecido como “milagre econômico brasileiro” (1968-1973):
Item 0: a adoção do sistema de “minidesvalorizações” cambiais;
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É correto afirmar que:
Item 2: Seja a função de autocorrelação do processo AR(1) definido no item (0) dada por !$ ρ_j !$. É correto afirmar que !$ ρ_j !$ = !$ Φ^j_1 !$.
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Quanto à desigualdade de renda e a pobreza no Brasil, pode-se afirmar que:
Item 1: o grau de escolaridade dos indivíduos é considerado, pela literatura hegemônica existente, como o principal atributo na determinação da desigualdade de renda;
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Considere o modelo de crescimento de Solow, com função de produção !$ Y = K^{\alpha}N^{1-\alpha} !$, !$ 0 < \alpha < 1 !$, em que Y é o produto, K é o estoque de capital e N é o número de trabalhadores. Não há progresso técnico. Os mercados de fatores são perfeitamente competitivos. Suponha que o capital por trabalhador encontra-se inicialmente abaixo de seu nível de estado estacionário. Todos os parâmetros do modelo são mantidos constantes ao longo do tempo. Julgue a seguinte afirmativa:
Item 1: A taxa real de juros é decrescente ao longo do tempo.
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Neste ano, comemora-se 50 anos da publicação de Formação Econômica do Brasil, livro de Celso Furtado que marcou os estudos sobre a economia brasileira. Nesta obra, defendeu-se, entre outros argumentos, que:
Item 4: na década de 1930, o Governo brasileiro inspirou-se em teorias keynesianas para realizar um programa de manutenção da demanda agregada, o qual teve êxito, já que o nível de renda caiu menos do que cairia caso não houvesse a intervenção governamental.
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Considere o modelo de crescimento endógeno, com função de produção Y = AK, em que Y é o produto, K é o capital e A é um índice de produtividade. A taxa de poupança é de 30%. O capital deprecia à taxa de 10% ao ano. O parâmetro A é igual a 0,5. Não há crescimento populacional. Suponha que o estoque de capital inicial seja positivo. Julgue as seguintes afirmativas:
Item 4: Um aumento no parâmetro A (tudo o mais constante) eleva permanentemente a taxa de crescimento do produto.
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Sobre Teoria das Probabilidades indique a alternativa correta ou falsa:
Item 3: Se uma família tem exatamente n crianças !$ (n \ge 2) !$ e assumindo-se que a probabilidade de que qualquer criança seja uma menina é igual a !$ 1/2 !$ e todos os nascimentos são independentes, pode-se afirmar que dado que a família tem no mínimo uma menina, a probabilidade da mesma ter no mínimo um menino é igual a (1–(0,5)n-1)/ (1–(0,5)n ).
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Sejam !$ f: R^2 → R\ !$ e !$ F: R^2 \times R^+ → R\ !$ funções diferenciáveis tais que f (1,2) = 1 e !$ F (x,y,z)= z^2 f(x/z, y/z) !$. Julgue o item abaixo:
Item 2: !$ U= R^2 \times R^+ !$ é um conjunto convexo.
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To many Western economists and policymakers the solution is simple: emerging economies should allow more flexibility in their exchange rates. This would permit them to raise interest rates, and a stronger currency would help to curb import prices. But the links between exchange rates and inflation are complicated. Stephen Jen, of Morgan Stanley, argues that revaluation could encourage investors to expect further appreciation, which would attract yet more inflows of hot money and so exacerbate inflation. This is the problem that China now faces.
According to the text:
Item 2: emerging economies should keep strict control of their exchange rates;
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