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Leia o Texto, abaixo, um trecho do capítulo CXXXVIII do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.

Repito, Sofia comia bem, dormia largo e fofo. Chegara ao fim da missão das Alagoas, com elogios da imprensa; a Atalaia chamou-lhe “o anjo da consolação”. E não se pense que este nome a alegrou, posto que a lisonjeasse; ao contrário, resumindo em Sofia toda a ação da caridade, podia mortificar novas amigas, e fazer-lhe perder em um dia o trabalho de longos meses. Assim se explica o artigo que a mesma folha trouxe no número seguinte, nomeando, particularizando e glorificando as outras comissárias – “estrelas de primeira grandeza”.

Nem todas as relações subsistiram, mas a maior parte delas estavam atadas, e não faltava à nossa dona o talento de as tornar definitivas. O marido é que pecava por turbulento, excessivo, derramado, dando bem a ver que o cumulavam de favores, que recebia finezas inesperadas e quase imerecidas. Sofia, para emendá-lo, vexava-o com censuras e conselhos, rindo:

– Você esteve hoje insuportável; parecia um criado.

Sofia é que, em verdade, corrigia tudo. Observava, imitava. Necessidade e vocação fizeram-lhe adquirir, aos poucos, o que não trouxera do nascimento nem da fortuna. Cortou as relações antigas, familiares, algumas tão íntimas que dificilmente se poderiam dissolver; mas a arte de receber sem calor, ouvir sem interesse e despedir-se sem pesar, não era das suas menores prendas; e uma por uma se foram indo as pobres criaturas modestas, sem maneiras, nem vestidos, amizades de pequena monta, de pagodes caseiros, de hábitos singelos e sem elevação.

ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1962. p.759. Adaptado.

Levando em consideração o texto como um todo, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o Texto, abaixo, um trecho do capítulo CXXXVIII do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.

Repito, Sofia comia bem, dormia largo e fofo. Chegara ao fim da missão das Alagoas, com elogios da imprensa; a Atalaia chamou-lhe “o anjo da consolação”. E não se pense que este nome a alegrou, posto que a lisonjeasse; ao contrário, resumindo em Sofia toda a ação da caridade, podia mortificar novas amigas, e fazer-lhe perder em um dia o trabalho de longos meses. Assim se explica o artigo que a mesma folha trouxe no número seguinte, nomeando, particularizando e glorificando as outras comissárias – “estrelas de primeira grandeza”.

Nem todas as relações subsistiram, mas a maior parte delas estavam atadas, e não faltava à nossa dona o talento de as tornar definitivas. O marido é que pecava por turbulento, excessivo, derramado, dando bem a ver que o cumulavam de favores, que recebia finezas inesperadas e quase imerecidas. Sofia, para emendá-lo, vexava-o com censuras e conselhos, rindo:

– Você esteve hoje insuportável; parecia um criado.

Sofia é que, em verdade, corrigia tudo. Observava, imitava. Necessidade e vocação fizeram-lhe adquirir, aos poucos, o que não trouxera do nascimento nem da fortuna. Cortou as relações antigas, familiares, algumas tão íntimas que dificilmente se poderiam dissolver; mas a arte de receber sem calor, ouvir sem interesse e despedir-se sem pesar, não era das suas menores prendas; e uma por uma se foram indo as pobres criaturas modestas, sem maneiras, nem vestidos, amizades de pequena monta, de pagodes caseiros, de hábitos singelos e sem elevação.

ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1962. p.759. Adaptado.

Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta referente a trechos do quarto parágrafo.

 

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Repito, Sofia comia bem, dormia largo e fofo. Chegara ao fim da missão das Alagoas, com elogios da imprensa; a Atalaia chamou-lhe “o anjo da consolação”. E não se pense que este nome a alegrou, posto que a lisonjeasse; ao contrário, resumindo em Sofia toda a ação da caridade, podia mortificar novas amigas, e fazer-lhe perder em um dia o trabalho de longos meses. Assim se explica o artigo que a mesma folha trouxe no número seguinte, nomeando, particularizando e glorificando as outras comissárias – “estrelas de primeira grandeza”.

Nem todas as relações subsistiram, mas a maior parte delas estavam atadas, e não faltava à nossa dona o talento de as tornar definitivas. O marido é que pecava por turbulento, excessivo, derramado, dando bem a ver que o cumulavam de favores, que recebia finezas inesperadas e quase imerecidas. Sofia, para emendá-lo, vexava-o com censuras e conselhos, rindo:

– Você esteve hoje insuportável; parecia um criado.

Sofia é que, em verdade, corrigia tudo. Observava, imitava. Necessidade e vocação fizeram-lhe adquirir, aos poucos, o que não trouxera do nascimento nem da fortuna. Cortou as relações antigas, familiares, algumas tão íntimas que dificilmente se poderiam dissolver; mas a arte de receber sem calor, ouvir sem interesse e despedir-se sem pesar, não era das suas menores prendas; e uma por uma se foram indo as pobres criaturas modestas, sem maneiras, nem vestidos, amizades de pequena monta, de pagodes caseiros, de hábitos singelos e sem elevação.

ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1962. p.759. Adaptado.

Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da prescrição gramatical, no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta referente a trechos do segundo parágrafo.

 

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Leia o Texto, abaixo, um trecho do capítulo CXXXVIII do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.

Repito, Sofia comia bem, dormia largo e fofo. Chegara ao fim da missão das Alagoas, com elogios da imprensa; a Atalaia chamou-lhe “o anjo da consolação”. E não se pense que este nome a alegrou, posto que a lisonjeasse; ao contrário, resumindo em Sofia toda a ação da caridade, podia mortificar novas amigas, e fazer-lhe perder em um dia o trabalho de longos meses. Assim se explica o artigo que a mesma folha trouxe no número seguinte, nomeando, particularizando e glorificando as outras comissárias – “estrelas de primeira grandeza”.

Nem todas as relações subsistiram, mas a maior parte delas estavam atadas, e não faltava à nossa dona o talento de as tornar definitivas. O marido é que pecava por turbulento, excessivo, derramado, dando bem a ver que o cumulavam de favores, que recebia finezas inesperadas e quase imerecidas. Sofia, para emendá-lo, vexava-o com censuras e conselhos, rindo:

– Você esteve hoje insuportável; parecia um criado.

Sofia é que, em verdade, corrigia tudo. Observava, imitava. Necessidade e vocação fizeram-lhe adquirir, aos poucos, o que não trouxera do nascimento nem da fortuna. Cortou as relações antigas, familiares, algumas tão íntimas que dificilmente se poderiam dissolver; mas a arte de receber sem calor, ouvir sem interesse e despedir-se sem pesar, não era das suas menores prendas; e uma por uma se foram indo as pobres criaturas modestas, sem maneiras, nem vestidos, amizades de pequena monta, de pagodes caseiros, de hábitos singelos e sem elevação.

ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1962. p.759. Adaptado.

Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta referente a trechos do primeiro parágrafo.

 

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Leia o Texto, abaixo, para responder à questão.

A ideia corrente, no início do Século XX, de que os avanços tecnológicos eram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida foi moldada a partir da concepção positivista de desenvolvimento, que buscava traduzir, para a dimensão social, os conceitos das ciências biológicas. A ideia de desenvolvimento implica crescimento, aprimoramento e capacitação, tornar algo ou alguém mais forte e apto. Essa associação fez com que a tecnologia fosse percebida, a priori, como uma ferramenta essencialmente benigna, capaz de proporcionar maior conforto à vida cotidiana, garantindo mais tempo para o desfrute do lazer, o cuidado da saúde e a convivência familiar.

É inegável que, em grande medida, tal promessa se efetivou. A luz elétrica, a água encanada, o automóvel, o avião, o rádio, a televisão, o computador, a Internet, entre outros exemplos de avanços tecnológicos, transformaram as relações humanas, influenciando as inter-relações entre pessoas e padrões tradicionais de ocupação do espaço. Na saúde, tais avanços foram evidenciados pelo uso de vacinas e antibióticos, cujo amplo uso contribui para a elevação da longevidade a patamares sem precedentes.

Apesar disso, a incorporação irrefletida da tecnologia criou novos problemas que a sociedade ainda não está apta a resolver. Seus efeitos adversos são inegáveis, e seu impacto ainda não foi mensurado com precisão. Não bastassem as consequências nefastas das relações de trabalho, características da produção industrial que sustenta a reprodução da tecnologia, também o êxodo rural acresceu outras variáveis ao cotidiano urbano. Tudo isso afeta a qualidade de vida a partir da degradação ambiental, da competitividade e do estresse. Essa situação contribuiu para o aumento de doenças crônicas, como o câncer, os derrames e outras ligadas a hábitos insalubres, à má alimentação, ao sedentarismo e ao estresse endêmico, que atingem pessoas cada vez mais jovens.

Tal realidade despertou a atenção da indústria farmacêutica, que não mede esforços para comercializar novos medicamentos que prometem a remissão total dos sintomas ou até mesmo a cura. Alguns deles são apresentados até como substitutos para uma vida saudável. Para incrementar as vendas, os investimentos em pesquisa de mercado e propaganda movimentam cifras exorbitantes. No afã do lucro contínuo, a apresentação de produtos com diferencial farmacêutico restringiu-se a quatro anos, enquanto que, na década de 1960, esse intervalo era de 12 anos.

ANVISA. Bioética e vigilância sanitária. (Com adaptações). Brasília: Anvisa, 2007. p.108.

Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o Texto, abaixo, para responder à questão.

A ideia corrente, no início do Século XX, de que os avanços tecnológicos eram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida foi moldada a partir da concepção positivista de desenvolvimento, que buscava traduzir, para a dimensão social, os conceitos das ciências biológicas. A ideia de desenvolvimento implica crescimento, aprimoramento e capacitação, tornar algo ou alguém mais forte e apto. Essa associação fez com que a tecnologia fosse percebida, a priori, como uma ferramenta essencialmente benigna, capaz de proporcionar maior conforto à vida cotidiana, garantindo mais tempo para o desfrute do lazer, o cuidado da saúde e a convivência familiar.

É inegável que, em grande medida, tal promessa se efetivou. A luz elétrica, a água encanada, o automóvel, o avião, o rádio, a televisão, o computador, a Internet, entre outros exemplos de avanços tecnológicos, transformaram as relações humanas, influenciando as inter-relações entre pessoas e padrões tradicionais de ocupação do espaço. Na saúde, tais avanços foram evidenciados pelo uso de vacinas e antibióticos, cujo amplo uso contribui para a elevação da longevidade a patamares sem precedentes.

Apesar disso, a incorporação irrefletida da tecnologia criou novos problemas que a sociedade ainda não está apta a resolver. Seus efeitos adversos são inegáveis, e seu impacto ainda não foi mensurado com precisão. Não bastassem as consequências nefastas das relações de trabalho, características da produção industrial que sustenta a reprodução da tecnologia, também o êxodo rural acresceu outras variáveis ao cotidiano urbano. Tudo isso afeta a qualidade de vida a partir da degradação ambiental, da competitividade e do estresse. Essa situação contribuiu para o aumento de doenças crônicas, como o câncer, os derrames e outras ligadas a hábitos insalubres, à má alimentação, ao sedentarismo e ao estresse endêmico, que atingem pessoas cada vez mais jovens.

Tal realidade despertou a atenção da indústria farmacêutica, que não mede esforços para comercializar novos medicamentos que prometem a remissão total dos sintomas ou até mesmo a cura. Alguns deles são apresentados até como substitutos para uma vida saudável. Para incrementar as vendas, os investimentos em pesquisa de mercado e propaganda movimentam cifras exorbitantes. No afã do lucro contínuo, a apresentação de produtos com diferencial farmacêutico restringiu-se a quatro anos, enquanto que, na década de 1960, esse intervalo era de 12 anos.

ANVISA. Bioética e vigilância sanitária. (Com adaptações). Brasília: Anvisa, 2007. p.108.

Assinale a alternativa correta referente ao significado proposto para as palavras destacadas em fragmentos do terceiro parágrafo do texto.

 

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A ideia corrente, no início do Século XX, de que os avanços tecnológicos eram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida foi moldada a partir da concepção positivista de desenvolvimento, que buscava traduzir, para a dimensão social, os conceitos das ciências biológicas. A ideia de desenvolvimento implica crescimento, aprimoramento e capacitação, tornar algo ou alguém mais forte e apto. Essa associação fez com que a tecnologia fosse percebida, a priori, como uma ferramenta essencialmente benigna, capaz de proporcionar maior conforto à vida cotidiana, garantindo mais tempo para o desfrute do lazer, o cuidado da saúde e a convivência familiar.

É inegável que, em grande medida, tal promessa se efetivou. A luz elétrica, a água encanada, o automóvel, o avião, o rádio, a televisão, o computador, a Internet, entre outros exemplos de avanços tecnológicos, transformaram as relações humanas, influenciando as inter-relações entre pessoas e padrões tradicionais de ocupação do espaço. Na saúde, tais avanços foram evidenciados pelo uso de vacinas e antibióticos, cujo amplo uso contribui para a elevação da longevidade a patamares sem precedentes.

Apesar disso, a incorporação irrefletida da tecnologia criou novos problemas que a sociedade ainda não está apta a resolver. Seus efeitos adversos são inegáveis, e seu impacto ainda não foi mensurado com precisão. Não bastassem as consequências nefastas das relações de trabalho, características da produção industrial que sustenta a reprodução da tecnologia, também o êxodo rural acresceu outras variáveis ao cotidiano urbano. Tudo isso afeta a qualidade de vida a partir da degradação ambiental, da competitividade e do estresse. Essa situação contribuiu para o aumento de doenças crônicas, como o câncer, os derrames e outras ligadas a hábitos insalubres, à má alimentação, ao sedentarismo e ao estresse endêmico, que atingem pessoas cada vez mais jovens.

Tal realidade despertou a atenção da indústria farmacêutica, que não mede esforços para comercializar novos medicamentos que prometem a remissão total dos sintomas ou até mesmo a cura. Alguns deles são apresentados até como substitutos para uma vida saudável. Para incrementar as vendas, os investimentos em pesquisa de mercado e propaganda movimentam cifras exorbitantes. No afã do lucro contínuo, a apresentação de produtos com diferencial farmacêutico restringiu-se a quatro anos, enquanto que, na década de 1960, esse intervalo era de 12 anos.

ANVISA. Bioética e vigilância sanitária. (Com adaptações). Brasília: Anvisa, 2007. p.108.

Levando em consideração o texto como um todo e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o Texto, abaixo, para responder à questão.
A ideia corrente, no início do Século XX, de que os avanços tecnológicos eram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida foi moldada a partir da concepção positivista de desenvolvimento, que buscava traduzir, para a dimensão social, os conceitos das ciências biológicas. A ideia de desenvolvimento implica crescimento, aprimoramento e capacitação, tornar algo ou alguém mais forte e apto. Essa associação fez com que a tecnologia fosse percebida, a priori, como uma ferramenta essencialmente benigna, capaz de proporcionar maior conforto à vida cotidiana, garantindo mais tempo para o desfrute do lazer, o cuidado da saúde e a convivência familiar.
É inegável que, em grande medida, tal promessa se efetivou. A luz elétrica, a água encanada, o automóvel, o avião, o rádio, a televisão, o computador, a Internet, entre outros exemplos de avanços tecnológicos, transformaram as relações humanas, influenciando as inter-relações entre pessoas e padrões tradicionais de ocupação do espaço. Na saúde, tais avanços foram evidenciados pelo uso de vacinas e antibióticos, cujo amplo uso contribui para a elevação da longevidade a patamares sem precedentes.
Apesar disso, a incorporação irrefletida da tecnologia criou novos problemas que a sociedade ainda não está apta a resolver. Seus efeitos adversos são inegáveis, e seu impacto ainda não foi mensurado com precisão. Não bastassem as consequências nefastas das relações de trabalho, características da produção industrial que sustenta a reprodução da tecnologia, também o êxodo rural acresceu outras variáveis ao cotidiano urbano. Tudo isso afeta a qualidade de vida a partir da degradação ambiental, da competitividade e do estresse. Essa situação contribuiu para o aumento de doenças crônicas, como o câncer, os derrames e outras ligadas a hábitos insalubres, à má alimentação, ao sedentarismo e ao estresse endêmico, que atingem pessoas cada vez mais jovens.
Tal realidade despertou a atenção da indústria farmacêutica, que não mede esforços para comercializar novos medicamentos que prometem a remissão total dos sintomas ou até mesmo a cura. Alguns deles são apresentados até como substitutos para uma vida saudável. Para incrementar as vendas, os investimentos em pesquisa de mercado e propaganda movimentam cifras exorbitantes. No afã do lucro contínuo, a apresentação de produtos com diferencial farmacêutico restringiu-se a quatro anos, enquanto que, na década de 1960, esse intervalo era de 12 anos.
ANVISA. Bioética e vigilância sanitária. (Com adaptações). Brasília: Anvisa, 2007. p.108.
No último período do segundo parágrafo, é perceptível a repetição do substantivo “uso”: “Na saúde, tais avanços foram evidenciados pelo uso de vacinas e antibióticos, cujo amplo uso contribui para a elevação da longevidade a patamares sem precedentes”. Assinale a alternativa que apresenta a melhor reescritura desse período, segundo as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, preservando o sentido que assume no texto e suprimindo a repetição.
 

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Leia o Texto, abaixo, para responder à questão.

A ideia corrente, no início do Século XX, de que os avanços tecnológicos eram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida foi moldada a partir da concepção positivista de desenvolvimento, que buscava traduzir, para a dimensão social, os conceitos das ciências biológicas. A ideia de desenvolvimento implica crescimento, aprimoramento e capacitação, tornar algo ou alguém mais forte e apto. Essa associação fez com que a tecnologia fosse percebida, a priori, como uma ferramenta essencialmente benigna, capaz de proporcionar maior conforto à vida cotidiana, garantindo mais tempo para o desfrute do lazer, o cuidado da saúde e a convivência familiar.

É inegável que, em grande medida, tal promessa se efetivou. A luz elétrica, a água encanada, o automóvel, o avião, o rádio, a televisão, o computador, a Internet, entre outros exemplos de avanços tecnológicos, transformaram as relações humanas, influenciando as inter-relações entre pessoas e padrões tradicionais de ocupação do espaço. Na saúde, tais avanços foram evidenciados pelo uso de vacinas e antibióticos, cujo amplo uso contribui para a elevação da longevidade a patamares sem precedentes.

Apesar disso, a incorporação irrefletida da tecnologia criou novos problemas que a sociedade ainda não está apta a resolver. Seus efeitos adversos são inegáveis, e seu impacto ainda não foi mensurado com precisão. Não bastassem as consequências nefastas das relações de trabalho, características da produção industrial que sustenta a reprodução da tecnologia, também o êxodo rural acresceu outras variáveis ao cotidiano urbano. Tudo isso afeta a qualidade de vida a partir da degradação ambiental, da competitividade e do estresse. Essa situação contribuiu para o aumento de doenças crônicas, como o câncer, os derrames e outras ligadas a hábitos insalubres, à má alimentação, ao sedentarismo e ao estresse endêmico, que atingem pessoas cada vez mais jovens.

Tal realidade despertou a atenção da indústria farmacêutica, que não mede esforços para comercializar novos medicamentos que prometem a remissão total dos sintomas ou até mesmo a cura. Alguns deles são apresentados até como substitutos para uma vida saudável. Para incrementar as vendas, os investimentos em pesquisa de mercado e propaganda movimentam cifras exorbitantes. No afã do lucro contínuo, a apresentação de produtos com diferencial farmacêutico restringiu-se a quatro anos, enquanto que, na década de 1960, esse intervalo era de 12 anos.

ANVISA. Bioética e vigilância sanitária. (Com adaptações). Brasília: Anvisa, 2007. p.108.

Assinale a alternativa que apresenta a melhor reescritura do trecho destacado no período abaixo, segundo as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, preservando o sentido que assume no texto.

“Essa associação fez com que a tecnologia fosse percebida, a priori, como uma ferramenta essencialmente benigna, capaz de proporcionar maior conforto à vida cotidiana, garantindo mais tempo para o desfrute do lazer, o cuidado da saúde e a convivência familiar”.

 

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815214 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CETRO
Orgão: ANVISA
Segundo a NR6, considera-se Equipamento de Proteção Individual (EPI) todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho, só podendo ser comercializado e utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação (CA), legalmente expedido sob a forma da lei. Assinale a alternativa que não apresenta apenas EPI, na forma da lei.
 

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