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As exportações do Brasil dependem, cada vez mais, de recursos naturais pelo fato de o país não ter entrado nas cadeias globais de valor (CGV). O papel do Brasil na economia global é, principalmente, o de exportador de commodities primárias ou de produtos baseados em recursos naturais. Com isso, o país gera receita em exportações, que é relevante, mas deixa de lado uma importante forma de integração ao comércio global, o que poderia gerar mais benefícios econômicos e sociais ao país.
O volume de investimentos estrangeiros no país é bastante elevado, porém, com empresas voltadas a atender o mercado interno brasileiro, em muitos casos com grande conteúdo tecnológico importado. A não exportação de bens de maior valor agregado significa perda de oportunidade de ganhos de escala maiores e de ampliação de investimentos produtivos no país. Governo e empresas brasileiras precisam rever acordos e relações comerciais. A celebração de acordos comerciais com países que estão no centro das CGV é importante para facilitar a entrada do Brasil nas cadeias. Além da revisão de acordos comerciais, o esforço do Brasil em ampliar sua presença internacional também passa necessariamente pela maior digitalização e integração dos processos em busca do aumento da maturidade e da sofisticação na gestão da indústria nacional. Com uma gestão mais moderna, mais robusta e mais bem planejada, é possível ampliar a produtividade, fortalecer o mercado brasileiro e, assim, expandir a participação do país nas CGV.
Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue os seguintes itens, de acordo com a correção gramatical, a coerência textual e as disposições do Manual de Redação e Estilo da ApexBrasil.
I A substituição do trecho “é bastante elevado” (primeiro período do segundo parágrafo) por são bastante elevados manteria a correção gramatical do texto.
II A substituição da forma verbal “significa” (segundo período do segundo parágrafo) por implica manteria a correção gramatical e a coerência do texto.
III Em “mais bem planejada” (último período do último parágrafo), a substituição de “mais bem” por melhor garantiria a correção gramatical do texto e atenderia ao disposto no referido manual.
Assinale a opção correta.
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As exportações do Brasil dependem, cada vez mais, de recursos naturais pelo fato de o país não ter entrado nas cadeias globais de valor (CGV). O papel do Brasil na economia global é, principalmente, o de exportador de commodities primárias ou de produtos baseados em recursos naturais. Com isso, o país gera receita em exportações, que é relevante, mas deixa de lado uma importante forma de integração ao comércio global, o que poderia gerar mais benefícios econômicos e sociais ao país.
O volume de investimentos estrangeiros no país é bastante elevado, porém, com empresas voltadas a atender o mercado interno brasileiro, em muitos casos com grande conteúdo tecnológico importado. A não exportação de bens de maior valor agregado significa perda de oportunidade de ganhos de escala maiores e de ampliação de investimentos produtivos no país. Governo e empresas brasileiras precisam rever acordos e relações comerciais. A celebração de acordos comerciais com países que estão no centro das CGV é importante para facilitar a entrada do Brasil nas cadeias. Além da revisão de acordos comerciais, o esforço do Brasil em ampliar sua presença internacional também passa necessariamente pela maior digitalização e integração dos processos em busca do aumento da maturidade e da sofisticação na gestão da indústria nacional. Com uma gestão mais moderna, mais robusta e mais bem planejada, é possível ampliar a produtividade, fortalecer o mercado brasileiro e, assim, expandir a participação do país nas CGV.
Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada mantém a coerência e a correção gramatical do seguinte trecho do texto CB1A1-II: “Governo e empresas brasileiras precisam rever acordos e relações comerciais.” (segundo parágrafo)
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As exportações do Brasil dependem, cada vez mais, de recursos naturais pelo fato de o país não ter entrado nas cadeias globais de valor (CGV). O papel do Brasil na economia global é, principalmente, o de exportador de commodities primárias ou de produtos baseados em recursos naturais. Com isso, o país gera receita em exportações, que é relevante, mas deixa de lado uma importante forma de integração ao comércio global, o que poderia gerar mais benefícios econômicos e sociais ao país.
O volume de investimentos estrangeiros no país é bastante elevado, porém, com empresas voltadas a atender o mercado interno brasileiro, em muitos casos com grande conteúdo tecnológico importado. A não exportação de bens de maior valor agregado significa perda de oportunidade de ganhos de escala maiores e de ampliação de investimentos produtivos no país. Governo e empresas brasileiras precisam rever acordos e relações comerciais. A celebração de acordos comerciais com países que estão no centro das CGV é importante para facilitar a entrada do Brasil nas cadeias. Além da revisão de acordos comerciais, o esforço do Brasil em ampliar sua presença internacional também passa necessariamente pela maior digitalização e integração dos processos em busca do aumento da maturidade e da sofisticação na gestão da indústria nacional. Com uma gestão mais moderna, mais robusta e mais bem planejada, é possível ampliar a produtividade, fortalecer o mercado brasileiro e, assim, expandir a participação do país nas CGV.
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No último parágrafo do texto CB1A1-II, o vocábulo “assim” (último período) expressa o mesmo sentido de
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As exportações do Brasil dependem, cada vez mais, de recursos naturais pelo fato de o país não ter entrado nas cadeias globais de valor (CGV). O papel do Brasil na economia global é, principalmente, o de exportador de commodities primárias ou de produtos baseados em recursos naturais. Com isso, o país gera receita em exportações, que é relevante, mas deixa de lado uma importante forma de integração ao comércio global, o que poderia gerar mais benefícios econômicos e sociais ao país.
O volume de investimentos estrangeiros no país é bastante elevado, porém, com empresas voltadas a atender o mercado interno brasileiro, em muitos casos com grande conteúdo tecnológico importado. A não exportação de bens de maior valor agregado significa perda de oportunidade de ganhos de escala maiores e de ampliação de investimentos produtivos no país. Governo e empresas brasileiras precisam rever acordos e relações comerciais. A celebração de acordos comerciais com países que estão no centro das CGV é importante para facilitar a entrada do Brasil nas cadeias. Além da revisão de acordos comerciais, o esforço do Brasil em ampliar sua presença internacional também passa necessariamente pela maior digitalização e integração dos processos em busca do aumento da maturidade e da sofisticação na gestão da indústria nacional. Com uma gestão mais moderna, mais robusta e mais bem planejada, é possível ampliar a produtividade, fortalecer o mercado brasileiro e, assim, expandir a participação do país nas CGV.
Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto CB1A1-II,
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O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas levou à Quarta Revolução Industrial, também chamada de Indústria 4.0, que busca integrar pessoas, organizações e processos por meio da utilização de tecnologias digitais desenvolvidas ao longo dos últimos anos.
Entre as áreas afetadas pelas inovações da Indústria 4.0, o comércio internacional sofre impactos substanciais em sua estrutura. A conexão entre tecnologia e negociações reduz comunicações e custos de transporte, por exemplo, por meio da ampliação do e-commerce e da Internet. A digitalização oferece potencial para aprimorar as trocas de bens e serviços entre países e para reduzir seus custos mediante negócios paperless, ou seja, negociações sem o uso de papel, medida tomada por alguns países desde a década passada. Uma das formas como as novas tecnologias afetaram os fluxos internacionais de bens e serviços no período anterior à pandemia foi o surgimento e fortalecimento das plataformas de vendas online.
Com o impacto da pandemia, todo o prévio processo de modernização das negociações internacionais foi acelerado. Não só o volume das trocas foi alterado, como também a sua natureza: as exportações, antes constituídas em sua maioria por bens, referem-se agora, em proporção cada vez mais importante, a serviços.
Yohan Farias Capela Ferreira et alii. A Indústria 4.0 no cenário global pós-pandemia: aplicabilidade nos negócios internacionais. In: Revista de Artigos. Simpósio em Negócios Internacionais da ApexBrasil, v. 1, 2021, p. 45 e 47 (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de alteração no texto CB1A1-I preservaria a correção gramatical e atenderia ao disposto no Manual de Redação e Estilo da ApexBrasil.
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O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas levou à Quarta Revolução Industrial, também chamada de Indústria 4.0, que busca integrar pessoas, organizações e processos por meio da utilização de tecnologias digitais desenvolvidas ao longo dos últimos anos.
Entre as áreas afetadas pelas inovações da Indústria 4.0, o comércio internacional sofre impactos substanciais em sua estrutura. A conexão entre tecnologia e negociações reduz comunicações e custos de transporte, por exemplo, por meio da ampliação do e-commerce e da Internet. A digitalização oferece potencial para aprimorar as trocas de bens e serviços entre países e para reduzir seus custos mediante negócios paperless, ou seja, negociações sem o uso de papel, medida tomada por alguns países desde a década passada. Uma das formas como as novas tecnologias afetaram os fluxos internacionais de bens e serviços no período anterior à pandemia foi o surgimento e fortalecimento das plataformas de vendas online.
Com o impacto da pandemia, todo o prévio processo de modernização das negociações internacionais foi acelerado. Não só o volume das trocas foi alterado, como também a sua natureza: as exportações, antes constituídas em sua maioria por bens, referem-se agora, em proporção cada vez mais importante, a serviços.
Yohan Farias Capela Ferreira et alii. A Indústria 4.0 no cenário global pós-pandemia: aplicabilidade nos negócios internacionais. In: Revista de Artigos. Simpósio em Negócios Internacionais da ApexBrasil, v. 1, 2021, p. 45 e 47 (com adaptações).
Depreende-se dos sentidos do segundo parágrafo do texto CB1A1-I que, em “seus custos” (terceiro período), “seus” diz respeito aos “custos”
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O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas levou à Quarta Revolução Industrial, também chamada de Indústria 4.0, que busca integrar pessoas, organizações e processos por meio da utilização de tecnologias digitais desenvolvidas ao longo dos últimos anos.
Entre as áreas afetadas pelas inovações da Indústria 4.0, o comércio internacional sofre impactos substanciais em sua estrutura. A conexão entre tecnologia e negociações reduz comunicações e custos de transporte, por exemplo, por meio da ampliação do e-commerce e da Internet. A digitalização oferece potencial para aprimorar as trocas de bens e serviços entre países e para reduzir seus custos mediante negócios paperless, ou seja, negociações sem o uso de papel, medida tomada por alguns países desde a década passada. Uma das formas como as novas tecnologias afetaram os fluxos internacionais de bens e serviços no período anterior à pandemia foi o surgimento e fortalecimento das plataformas de vendas online.
Com o impacto da pandemia, todo o prévio processo de modernização das negociações internacionais foi acelerado. Não só o volume das trocas foi alterado, como também a sua natureza: as exportações, antes constituídas em sua maioria por bens, referem-se agora, em proporção cada vez mais importante, a serviços.
Yohan Farias Capela Ferreira et alii. A Indústria 4.0 no cenário global pós-pandemia: aplicabilidade nos negócios internacionais. In: Revista de Artigos. Simpósio em Negócios Internacionais da ApexBrasil, v. 1, 2021, p. 45 e 47 (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto CB1A1-I,
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Segundo o Regulamento de Convênios da Apex-Brasil, o descumprimento total ou parcial pelo executor das obrigações previstas no convênio e a não observância, por dolo ou culpa, aos princípios que regem os convênios permitem à Apex-Brasil aplicar a penalidade de
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Em uma organização, o termo que traduz “o que queremos ser” é
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A Amazônia vive uma situação de distorção e desequilíbrio em relação ao restante do Brasil. Por meio de suas usinas hidrelétricas, a região gera a importante fatia de 26% da energia elétrica consumida em todo o território nacional, mas, na Amazônia Legal, há 1 milhão de pessoas que não podem contar com luz — o fornecimento de energia ocorre em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores. Outros 3 milhões de habitantes da região estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla a produção e transmissão de energia elétrica e conecta usinas e consumidores. O fornecimento de energia a essa população é feito por usinas termelétricas a óleo diesel.
Amanda Schutze, coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, organização focada em políticas ambientais e mudança climática, considera o SIN “magnífico” porque garante luz para o consumidor final ao gerenciar o transporte de eletricidade de um ponto com condições de ceder energia a outro que, por exemplo, enfrente problemas de racionamento em decorrência de períodos de seca.
Ao mesmo tempo, o sistema apresenta, na Amazônia Legal, uma grave distorção, visto que populações que vivem próximo de usinas hidrelétricas da região “não estão usufruindo dessa geração de energia, mas pessoas, como nós, no Sudeste, sim. Esta é uma caracterização de dois diferentes Brasis”, afirma a coordenadora.
O Projeto de Lei n.º 4.248/2020 estabelece o prazo de até o ano de 2025 para a universalização da energia elétrica nas regiões remotas da Amazônia. O texto do projeto, que está na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, recebeu parecer favorável do relator da comissão. Ainda não foi feita a votação.
Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
A expressão “Ao mesmo tempo”, que inicia o terceiro parágrafo do texto CB1A1-II, transmite ideia de
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