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Respondida
A redação de um boletim informativo de uma instituição deve primar:
Respondida
Assinale a alternativa correta sobre os produtos dos quais uma assessoria de comunicação pode dispor.
A
O boletim informativo é usado para comunicações muito curtas e específicas, prestando-se especialmente bem a assuntos como a divulgação de eventos (reuniões, assembléias, shows, palestras, congressos, feiras etc.). Normalmente, não usa linguagem jornalística, não tem periodicidade, nome (título) específico ou número de edição e costuma ser impresso no formato A5 ou menor e não tem qualquer identificação sobre a instituição ou os profissionais que o editam.
B
O jornal de empresa é usado para comunicações muito curtas e específicas, prestando-se especialmente bem a assuntos como a divulgação de eventos (reuniões, assembléias, shows, palestras, congressos, feiras etc.). Normalmente, não usa linguagem jornalística, não tem periodicidade, nome (título) específico ou número de edição e costuma ser impresso no formato A2 ou menor e não tem qualquer identificação sobre a instituição ou os profissionais que o editam.
C
O panfleto, também popularizado como house organ, é utilizado como um dos veículos oficiais e permanentes da instituição que o edita, destinado a tratar, de forma aprofundada, de diferentes temas. Pode ser impresso no formato A4, tablóide, tablóide germânico, berliner ou standard.
D
O panfleto é usado para comunicações muito curtas e específicas, prestando-se especialmente bem a assuntos como a divulgação de eventos (reuniões, assembléias, shows, palestras, congressos, feiras etc.). Não tem periodicidade, nome (título) específico ou número de edição e normalmente é impresso no formato correspondente à metade de um papel A4 ou menor, o que facilita a leitura e a distribuição diretamente ao público desejado.
E
O release é usado para comunicações muito curtas e específicas, prestando-se especialmente bem a assuntos como a divulgação de eventos (reuniões, assembléias, shows, palestras, congressos, feiras etc.). Não tem periodicidade, nome (título) específico ou número de edição e normalmente é impresso no formato A6 ou menor, o que facilita a leitura e distribuição diretamente ao público desejado, normalmente em locais de aglomeração.
Respondida
Em relação às características essenciais dos meios de comunicação:
A
a televisão firmou-se no Brasil como um veículo de elite, devido ao alto custo dos aparelhos receptores e devido a sua programação, voltada preponderantemente para a chamada alta cultura.
B
o rádio é o único veículo que ainda não pode ser acessado pela Internet, porque não é possível captar suas ondas pelo sistema elétrico e telefônico.
C
a Internet é um suporte tecnológico que permite a chamada convergência tecnológica, inclusive aquela que se destina à comunicação interpessoal, como telefone e correio.
D
as revistas, no Brasil, baseiam-se essencialmente num modelo conhecido como jornalismo investigativo, que significa profunda investigação, abdicando do método jornalístico e adotando o rigor do método científico.
E
o jornalismo declaratório, que consiste na predominância das declarações dos jornalistas sobre as declarações das fontes, é uma prática comum a todos os veículos de comunicação do Brasil.
Respondida
Em relação às características do jornalismo desenvolvido especificamente em suporte comunicativo on-line, podemos dizer que:
Respondida
O governo brasileiro optou recentemente pelo padrão japonês de TV digital (ISDB). Também disputam o mercado brasileiro os sistemas norte-americano (ATSC) e europeu (DVB). Resumidamente, os pontos fortes e fracos de cada sistema são:
A
Japonês : alta definição, interatividade, mobilidade e portabilidade, mas não a multiprogramação. Europeu : multiprogramação (possibilidade de novas emissoras, maior diversidade e disputa pelo mercado), mas menor qualidade de definição. A tecnologia da interatividade precisa de adaptações e aquelas que permitem a mobilidade e a portabilidade estão em testes. Norte-americano : alta definição e interatividade, mas não permite a portabilidade (recepção em celular, por exemplo) e a mobilidade (recepção em automóveis, por exemplo).
B
Japonês : multiprogramação, mas menor qualidade de definição. A tecnologia da interatividade precisa de adaptações e aquelas que permitem a mobilidade e a portabilidade estão em testes. Europeu : alta definição, interatividade, mobilidade e portabilidade, mas não a multiprogramação. Norte-americano: alta definição e interatividade, mas não permite a portabilidade e a mobilidade.
C
Japonês: alta definição e interatividade, mas não permite a portabilidade e a mobilidade. Europeu: alta definição, interatividade, mobilidade e portabilidade, mas não a multiprogramação. Norte-americano : multiprogramação, mas menor qualidade de definição.
D
a única característica que os diferencia é a multiprogramação, que só o modelo japonês tem. Esse foi o motivo de sua adoção pelo governo brasileiro, com o apoio das emissoras de rádio e televisão.
E
a única característica que os diferencia é a portabilidade, motivo pelo qual o modelo japonês foi adotado pelo governo brasileiro, com o apoio das empresas de telefonia.
Respondida
A respeito das características do rádio, pode-se dizer que:
A
o radioteatro ainda é o único tipo de programa transmitido pelo rádio no Brasil e o motivo da manutenção desse veículo no gosto popular.
B
depois do advento da televisão, o rádio quase foi extinto e nunca mais recuperou os níveis de penetrabilidade que ostentava nos anos 1930 e 1940, tidos como a Era de Ouro do rádio no Brasil.
C
já perdeu sua hegemonia em termos de penetrabilidade social, em razão da rápida popularização dos aparelhos de televisão digitais portáteis e da adoção da linguagem radiofônica pelas emissoras de televisão.
D
ainda é o veículo de maior penetração no Brasil, o que se deve, entre outros fatores, à simplicidade de sua linguagem, ao fato de tocar muita música, à possibilidade de ouvi-lo concomitantemente à realização de muitas outras tarefas (inclusive dirigir carro), embora os custos dos aparelhos receptores e de produção já tenham superados os da televisão.
E
ainda é o veículo de maior penetração no Brasil, o que se deve, entre outros fatores, à simplicidade de sua linguagem e ao fato de tocar muita música, à possibilidade de ouvi-lo concomitantemente à realização de muitas outras tarefas (inclusive dirigir carro), ao baixo custo e portabilidade dos aparelhos receptores e, comparativamente à televisão, ao menor custo de produção e de equipamentos.
Respondida
"O jornalismo, então, seria usado para interpretar a informação científica e produzir conhecimento sobre a realidade."
(PENA, Felipe. Teoria do Jornalismo. São Paulo: Contexto, 2005. p. 206.
Este trecho refere-se ao chamado jornalismo científico, que se encontra na seguinte situação hoje no Brasil:
Respondida
O civic journalismo (ou public journalism):
A
já se constitui, e assim é reconhecido mundialmente na literatura e na atividade profissional, como um gênero jornalístico próprio, destinado a dar publicidade aos atos dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.
B
ainda é mais um movimento surgido nos Estados Unidos nos anos 1990 do que um gênero reconhecido como tal na literatura e na prática profissional. Segundo seus precursores, caracteriza-se por agregar um valor à notícia relacionado à cidadania, cabendo-lhe dar ênfase às soluções dos problemas e não aos problemas em si.
C
é todo o jornalismo praticado por órgãos de informação diretamente vinculados ao Estado, em qualquer uma de suas esferas ou níveis.
D
é um gênero jornalístico inovador voltado exclusivamente para a participação do público, que constrói todo o espaço destinado às informações, sem qualquer mediação profissional, com suas informações e opiniões. É assim denominado porque o público se relaciona com ele na dupla condição de produtor e receptor de conteúdos.
E
modelo de jornalismo estatal que se opõe totalmente ao jornalismo privado e cujas rotinas produtivas se resumem à produção e veiculação da propaganda das realizações dos governantes e de seus partidos.
Respondida
Considerando os gêneros jornalísticos:
Respondida
O New journalism foi um movimento criado nos anos 1960 nos Estados Unidos que propôs o rompimento com a estrutura tradicional da notícia e da reportagem. Como gênero jornalístico, o new journalism se caracteriza: