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Foram encontradas 50 questões.

2534044 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
No aplicativo Word, para alterar a caixa de um texto selecionado, trocar de maiúsculas para minúsculas e vice-versa, utilizando o teclado, deve-se pressionar, em conjunto, as teclas:
 

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2534043 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Para marcar pastas não sequenciais de um arquivo, você aciona o botão esquerdo do mouse e a tecla:
 

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2534042 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Para nomear um arquivo no Windows devemos seguir a seguinte regra:
 

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2534041 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Quatro funcionários de uma empresa são capazes de atender, em média, 52 pessoas por hora. Diante disso, espera-se que seis funcionários, com a mesma capacidade operacional dos primeiros, sejam capazes de atender por hora uma média de:
 

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2531704 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
A capacidade de um reservatório de 56m3 de volume é de:
 

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2531216 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Marque V na alternativa Verdadeira ou F na alternativa Falsa:
Os estados que compõem a Região Sudeste do Brasil são: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
 

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2531107 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG

A questão foi extraída da Lei Nº 341/92, de 07 de maio de 1992 – Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Arantina.

Coloque V para as alternativas Verdadeiras e F para as alternativas Falsas:

A O funcionário estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa.
B Readaptação é a investidura do funcionário em cargo de atribuições e responsabilidade compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacitação física ou mental, verificada em inspeção médica.
C Reversão é o retorno à atividade de funcionário aposentado por invalidez quando, por junta médica oficial forem declarados insubsistentes os motivos determinantes da aposentadoria.
D Reintegração é a reinvestidura do funcionário no cargo anteriormente ocupado ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada sua demissão por decisão administrativa ou judicial, sem ressarcimento de todas as vantagens ou direitos.

Responda:

 

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2530962 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Embora o Brasil esteja colocado entre os países mais populosos do mundo, quando se relaciona sua população total com a área do País obtém-se um número relativamente baixo. A essa relação damos o nome de:
 

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2530483 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Partir
Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Antes de embarcar, Almyr Klink fez longos preparativos.
Qual das frases abaixo comprova a afirmação acima?
 

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2530203 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Partir
Amyr Klink
A situação a bordo era desoladora. O vento ensurdecedor, o mar difícil, roupas encharcadas, muito frio e alguns estragos. Pela frente, uma eternidade até o Brasil. Para trás, uma costa inóspita, desolada e perigosamente próxima. Sabia melhor que ninguém avaliar as dificuldades que teria daquele momento em diante. Eu estava saindo na pior época do ano, final de outono, e teria pela frente um inverno inteiro no mar.
A fria e difícil corrente de Benguela, meu caminho obrigatório até as proximidades da Ilha de Santa Helena, é particularmente perigosa no mês de junho. Sempre planejei partir no verão, quando as águas do Atlântico Sul são mais clementes, e estabeleci uma data limite para a partida, além da qual eu deveria reconsiderar seriamente a decisão de me fazer ao mar. Essa data era o final do mês de maio, e já estava queimada. Uma colossal avalanche de problemas contribuiu para isso. Mas, se tomara essa decisão, não fora sem avaliar os riscos. Eu havia trabalhado nesse projeto durante mais de dois anos, sem jamais fazer uma única concessão que lhe comprometesse a segurança. Tinha um barco e um equipamento como sempre sonhei – perfeitos. Estava preparado para o pior, e por um período tão longo no mar seria impossível, cedo ou tarde, evitar o pior. Então, por que não partir?
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo: e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu vencera ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
Não estava obstinado de maneira cega pela ideia da travessia, como poderia parecer – estava simplesmente encantado. Trabalhara nela com os pés no chão, e, se em algum momento, por razões de segurança, tivesse que voltar atrás e recomeçar, não teria a menor hesitação. Confiava por completo no meu projeto e não estava disposto a me lançar em cegas aventuras. Mas não poder pelo menos tentar teria sido muito triste. Não pretendia desafiar o Atlântico – a natureza é infinitamente mais forte do que o homem – mas sim conhecer seus segredos, de um lado ao outro. Para isso era preciso conviver com os caprichos do mar e deles saber tirar proveito. E eu sabia como.
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre os remos, xingando as ondas e maldizendo a sorte, me sentia profundamente aliviado. Feliz por ter partido.
(Cem dias entre o céu e o mar, Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. P. 11-12.)
Pelo simples fato de estar ali onde estava, debatendo-me entre decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem.
A palavra destacada no período acima “debatendo-me” é equivalente a:
 

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