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A coesão tem importância significativa na ligação entre as partes de um texto, contribuindo para o
entendimento dele. Em relação a mecanismos de coesão no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Expressões desaparecem. Para onde foram?
Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas
vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas
meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.
Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto
a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.
Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na
porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo
valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?
Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para
atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.
Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso,
a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me
explique.
[...]
Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos
outros e, qualquer problema, noves fora zero.
Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente.
Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!
Me desculpe cartear tanta marra…
(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
( ) Os candidatos não foram eleitos porque não tinham boas propostas de governo. → Expressa sentido de causa, podendo ser substituído por pois e visto que.
( ) O candidato afirmou que já percebeu o motivo por que não conseguiu se reeleger.→ Constitui elemento de ligação entre duas orações, estabelecendo relação com um termo antecedente.
( ) Aquele candidato não se elegeu por quê? → Tem caráter interrogativo, indicando ênfase em uma pergunta que é fruto de indignação, não se diferenciando a grafia se no início ou final da frase.
( ) Esses candidatos não sabem o porquê de não terem sido eleitos. → Indica sentido de explicação, podendo ser substituído por já que e pelo que.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Expressões desaparecem. Para onde foram?
Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas
vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas
meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.
Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto
a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.
Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na
porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo
valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?
Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para
atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.
Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso,
a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me
explique.
[...]
Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos
outros e, qualquer problema, noves fora zero.
Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente.
Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!
Me desculpe cartear tanta marra…
(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Expressões desaparecem. Para onde foram?
Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas
vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas
meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.
Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto
a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.
Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na
porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo
valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?
Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para
atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.
Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso,
a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me
explique.
[...]
Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos
outros e, qualquer problema, noves fora zero.
Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente.
Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!
Me desculpe cartear tanta marra…
(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
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Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Expressões desaparecem. Para onde foram?
Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas
vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas
meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.
Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto
a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.
Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na
porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo
valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?
Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para
atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.
Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso,
a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me
explique.
[...]
Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos
outros e, qualquer problema, noves fora zero.
Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente.
Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!
Me desculpe cartear tanta marra…
(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
I. O autor dá ênfase à origem e ao desaparecimento de expressões da língua e desconsidera o significado delas.
II. Há no texto referência a expressões que deixaram de ser utilizadas pelo usuário da língua, o que caracteriza a variedade linguística denominada histórica.
III. A linguagem usada no texto apresenta-se informal, com marcas de oralidade, a exemplo de pra, porrada, cara, tipo assim.
IV. A primeira frase apresenta-se deslocada, sem qualquer relação de sentido com o título do texto.
Estão corretas as afirmativas
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Instrução: Leia com atenção a charge e responda à questão.

(Disponível em: https://www.culturamix.com. Acesso em: 15/10/24.)
( ) O verbo dar está usado no imperativo negativo, classificado como verbo irregular.
( ) O verbo ser é um verbo de ligação, classificado como anômalo em função das alterações profundas que sofre em seu radical.
( ) Ambos os verbos estão na primeira pessoa do singular, pois fazem parte da fala do animal retratado na charge.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia com atenção a charge e responda à questão.

(Disponível em: https://www.culturamix.com. Acesso em: 15/10/24.)
I. A imagem do animal nada acrescenta ao entendimento da charge, visto que o escrito está bastante claro.
II. O trecho Tudo eu. Tudo eu! conota certa tristeza e queixa do animal em face dos usos a ele destinados.
III. A frase “Não dê pérolas aos porcos.” tem uso comum unicamente nos ambientes religiosos.
IV. Sem a figura do animal, o leitor teria de fazer inferência sobre quem seria o eu a partir da última palavra do escrito.
Estão corretas as afirmativas
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Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato,
uma pessoa elegante
Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma
como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é
fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante
ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais.
E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com
formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é
muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:
Palavras mágicas
Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos
esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom
dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante.
Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer
uma comunicação harmoniosa.
[...]
Saber escutar
A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar
atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar
a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e
cordial.
Discordar com classe
Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante
expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto
de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos.
E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?
Sem intimidade com quem não é íntimo
Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode
ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na
coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar
alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.
Linguagem corporal e vocabulário adequado
A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da
nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando,
demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a
compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não
prender a atenção.
[...]
(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
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Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato,
uma pessoa elegante
Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma
como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é
fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante
ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais.
E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com
formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é
muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:
Palavras mágicas
Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos
esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom
dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante.
Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer
uma comunicação harmoniosa.
[...]
Saber escutar
A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar
atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar
a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e
cordial.
Discordar com classe
Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante
expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto
de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos.
E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?
Sem intimidade com quem não é íntimo
Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode
ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na
coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar
alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.
Linguagem corporal e vocabulário adequado
A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da
nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando,
demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a
compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não
prender a atenção.
[...]
(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
1. Condição
2. Tempo
3. Concessão
( ) Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor.
( ) Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.
( ) Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa.
( ) Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos.
Assinale a sequência correta.
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Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato,
uma pessoa elegante
Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma
como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é
fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante
ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais.
E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com
formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é
muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:
Palavras mágicas
Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos
esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom
dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante.
Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer
uma comunicação harmoniosa.
[...]
Saber escutar
A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar
atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar
a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e
cordial.
Discordar com classe
Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante
expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto
de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos.
E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?
Sem intimidade com quem não é íntimo
Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode
ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na
coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar
alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.
Linguagem corporal e vocabulário adequado
A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da
nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando,
demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a
compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não
prender a atenção.
[...]
(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
( ) Exige o cumprimento das regras expressas pela autora.
( ) Intenciona dar orientações para o leitor ou incitá-lo a realizar uma determinada ação.
( ) A linguagem é clara, objetiva e denotativa.
( ) É instrucional, organizado em tópicos para melhor transmitir as informações.
Assinale a sequência correta.
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