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Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.
Internet: <http://onlinelibrary.wiley.com> (adapted).
Based on the text above, judge the following item.
The Information Systems Audit and Control Association have advised against a number of steps concerning the implementation of effective IT governance.
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Texto para o item
Ele é agora gerente de uma loja de sapatos. Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou. Perguntava-se sempre: onde está o meu erro? O erro em relação a seu destino, queria ele dizer. Não há grandes motivos a procurar no fato de alguém ser gerente numa loja de sapatos. Mas uma vez que ele mesmo se pergunta e estende sapatos como se não pertencesse a esse mundo — o motivo da indagação aparece. Por que realmente? Fora, por exemplo, o melhor aluno de história e até por arqueologia se interessava. Mas o que parecia lhe faltar era cultura histórica ou arqueológica, ele tinha apenas a erudição, faltava-lhe a compreensão íntima de que fora neste mundo e com esses mesmos homens que haviam sucedido os fatos, que fora na terra em que ele pisava que houvera um dia habitantes e que os peixes que se haviam transformado em anfíbios eram aqueles mesmos que ele comia. E até hoje é como um erudito que ele estende sapatos — como se não fosse em contato com esta áspera terra que as solas se gastam.
Clarice Lispector. O escrito. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.
No período iniciado por “Mas”, identificam-se as causas da existência da pergunta “onde está o meu erro?”.
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Texto para o item
Ele é agora gerente de uma loja de sapatos. Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou. Perguntava-se sempre: onde está o meu erro? O erro em relação a seu destino, queria ele dizer. Não há grandes motivos a procurar no fato de alguém ser gerente numa loja de sapatos. Mas uma vez que ele mesmo se pergunta e estende sapatos como se não pertencesse a esse mundo — o motivo da indagação aparece. Por que realmente? Fora, por exemplo, o melhor aluno de história e até por arqueologia se interessava. Mas o que parecia lhe faltar era cultura histórica ou arqueológica, ele tinha apenas a erudição, faltava-lhe a compreensão íntima de que fora neste mundo e com esses mesmos homens que haviam sucedido os fatos, que fora na terra em que ele pisava que houvera um dia habitantes e que os peixes que se haviam transformado em anfíbios eram aqueles mesmos que ele comia. E até hoje é como um erudito que ele estende sapatos — como se não fosse em contato com esta áspera terra que as solas se gastam.
Clarice Lispector. O escrito. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.
No segmento “mas foi o que lhe restou”, a referência do pronome “o” é a expressão nominal “uma loja de sapatos”, e a do pronome “lhe” é o substantivo “gerente”.
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Texto para o item
Ele é agora gerente de uma loja de sapatos. Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou. Perguntava-se sempre: onde está o meu erro? O erro em relação a seu destino, queria ele dizer. Não há grandes motivos a procurar no fato de alguém ser gerente numa loja de sapatos. Mas uma vez que ele mesmo se pergunta e estende sapatos como se não pertencesse a esse mundo — o motivo da indagação aparece. Por que realmente? Fora, por exemplo, o melhor aluno de história e até por arqueologia se interessava. Mas o que parecia lhe faltar era cultura histórica ou arqueológica, ele tinha apenas a erudição, faltava-lhe a compreensão íntima de que fora neste mundo e com esses mesmos homens que haviam sucedido os fatos, que fora na terra em que ele pisava que houvera um dia habitantes e que os peixes que se haviam transformado em anfíbios eram aqueles mesmos que ele comia. E até hoje é como um erudito que ele estende sapatos — como se não fosse em contato com esta áspera terra que as solas se gastam.
Clarice Lispector. O escrito. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.
No trecho “Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou”, o emprego da próclise relativa ao pronome “lhe” explica-se pela presença do pronome relativo.
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Texto para o item
Ele é agora gerente de uma loja de sapatos. Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou. Perguntava-se sempre: onde está o meu erro? O erro em relação a seu destino, queria ele dizer. Não há grandes motivos a procurar no fato de alguém ser gerente numa loja de sapatos. Mas uma vez que ele mesmo se pergunta e estende sapatos como se não pertencesse a esse mundo — o motivo da indagação aparece. Por que realmente? Fora, por exemplo, o melhor aluno de história e até por arqueologia se interessava. Mas o que parecia lhe faltar era cultura histórica ou arqueológica, ele tinha apenas a erudição, faltava-lhe a compreensão íntima de que fora neste mundo e com esses mesmos homens que haviam sucedido os fatos, que fora na terra em que ele pisava que houvera um dia habitantes e que os peixes que se haviam transformado em anfíbios eram aqueles mesmos que ele comia. E até hoje é como um erudito que ele estende sapatos — como se não fosse em contato com esta áspera terra que as solas se gastam.
Clarice Lispector. O escrito. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.
Segundo a autora, a diferença de prestígio e de remuneração entre as profissões decorre da competência, mas também da realização técnica e organizada das tarefas, aspecto esse que escapa à indagação do gerente da loja de sapatos, por ser um erudito.
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Ele é agora gerente de uma loja de sapatos. Não porque escolheu, mas foi o que lhe restou. Perguntava-se sempre: onde está o meu erro? O erro em relação a seu destino, queria ele dizer. Não há grandes motivos a procurar no fato de alguém ser gerente numa loja de sapatos. Mas uma vez que ele mesmo se pergunta e estende sapatos como se não pertencesse a esse mundo — o motivo da indagação aparece. Por que realmente? Fora, por exemplo, o melhor aluno de história e até por arqueologia se interessava. Mas o que parecia lhe faltar era cultura histórica ou arqueológica, ele tinha apenas a erudição, faltava-lhe a compreensão íntima de que fora neste mundo e com esses mesmos homens que haviam sucedido os fatos, que fora na terra em que ele pisava que houvera um dia habitantes e que os peixes que se haviam transformado em anfíbios eram aqueles mesmos que ele comia. E até hoje é como um erudito que ele estende sapatos — como se não fosse em contato com esta áspera terra que as solas se gastam.
Clarice Lispector. O escrito. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.
O emprego do acento gráfico na palavra “arqueológica” e na palavra “áspera” justifica-se com base na mesma regra de acentuação.
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(...)
— (...) Chegaste aos teus vinte e um anos. Estás homem, Janjão, longos bigodes, alguns namoros...
— Papai...
— Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma; podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou, pelo menos, notável; que te levantes acima da obscuridade comum. (...)
— Creia que lhe agradeço; mas... que ofício?
— Nenhum me parece mais útil do que o de medalhão; foi o sonho da minha mocidade. Acabo, porém, como vês, somente com as esperanças que deposito em ti. (...)
— O verdadeiro medalhão começa a manifestar-se entre os quarenta e cinco e cinquenta anos.
— ...
— Uma vez na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente...
— Mas quem lhe diz que eu...
— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Pode acontecer, porém, que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias; nesse caso, será necessário aparelhar fortemente o espírito.
— Mas um tal obstáculo é invencível.
— O único meio é lançar mão de um regime debilitante: ler compêndios de retórica, ouvir certos discursos etc.; para esse fim, deves evitar as livrarias, mas, de quando em quando, elas serão de grande conveniência para falares do boato do dia; de um contrabando, de qualquer coisa: verás que muitos dos leitores, estimáveis cavalheiros, repetir-te-ão as mesmas opiniões, e uma tal monotonia é saudável. Com tal regime, durante — suponhamos — dois anos, reduzes o intelecto, por mais pródigo que seja, ao equilíbrio comum.
— Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando em quando...
— Podes empregar figuras expressivas e máximas; sentenças latinas; frases feitas, fórmulas consagradas pelos anos e incrustadas na memória individual e pública. De resto, o ofício te irá ensinando os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado...
Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
No que se refere à linguagem, à tipologia textual, às ideias e aos aspectos gramaticais do texto ao lado — Teoria do Medalhão, de Machado de Assis —, julgue o item.
O segmento “estimáveis cavalheiros” é um aposto explicativo da expressão “muitos dos leitores”.
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(...)
— (...) Chegaste aos teus vinte e um anos. Estás homem, Janjão, longos bigodes, alguns namoros...
— Papai...
— Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma; podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou, pelo menos, notável; que te levantes acima da obscuridade comum. (...)
— Creia que lhe agradeço; mas... que ofício?
— Nenhum me parece mais útil do que o de medalhão; foi o sonho da minha mocidade. Acabo, porém, como vês, somente com as esperanças que deposito em ti. (...)
— O verdadeiro medalhão começa a manifestar-se entre os quarenta e cinco e cinquenta anos.
— ...
— Uma vez na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente...
— Mas quem lhe diz que eu...
— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Pode acontecer, porém, que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias; nesse caso, será necessário aparelhar fortemente o espírito.
— Mas um tal obstáculo é invencível.
— O único meio é lançar mão de um regime debilitante: ler compêndios de retórica, ouvir certos discursos etc.; para esse fim, deves evitar as livrarias, mas, de quando em quando, elas serão de grande conveniência para falares do boato do dia; de um contrabando, de qualquer coisa: verás que muitos dos leitores, estimáveis cavalheiros, repetir-te-ão as mesmas opiniões, e uma tal monotonia é saudável. Com tal regime, durante — suponhamos — dois anos, reduzes o intelecto, por mais pródigo que seja, ao equilíbrio comum.
— Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando em quando...
— Podes empregar figuras expressivas e máximas; sentenças latinas; frases feitas, fórmulas consagradas pelos anos e incrustadas na memória individual e pública. De resto, o ofício te irá ensinando os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado...
Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
No que se refere à linguagem, à tipologia textual, às ideias e aos aspectos gramaticais do texto ao lado — Teoria do Medalhão, de Machado de Assis —, julgue o item.
A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “o meu desejo é que te faças grande” fosse reescrito da seguinte forma: o meu desejo é que sejas grande.
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(...)
— (...) Chegaste aos teus vinte e um anos. Estás homem, Janjão, longos bigodes, alguns namoros...
— Papai...
— Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma; podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou, pelo menos, notável; que te levantes acima da obscuridade comum. (...)
— Creia que lhe agradeço; mas... que ofício?
— Nenhum me parece mais útil do que o de medalhão; foi o sonho da minha mocidade. Acabo, porém, como vês, somente com as esperanças que deposito em ti. (...)
— O verdadeiro medalhão começa a manifestar-se entre os quarenta e cinco e cinquenta anos.
— ...
— Uma vez na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente...
— Mas quem lhe diz que eu...
— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Pode acontecer, porém, que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias; nesse caso, será necessário aparelhar fortemente o espírito.
— Mas um tal obstáculo é invencível.
— O único meio é lançar mão de um regime debilitante: ler compêndios de retórica, ouvir certos discursos etc.; para esse fim, deves evitar as livrarias, mas, de quando em quando, elas serão de grande conveniência para falares do boato do dia; de um contrabando, de qualquer coisa: verás que muitos dos leitores, estimáveis cavalheiros, repetir-te-ão as mesmas opiniões, e uma tal monotonia é saudável. Com tal regime, durante — suponhamos — dois anos, reduzes o intelecto, por mais pródigo que seja, ao equilíbrio comum.
— Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando em quando...
— Podes empregar figuras expressivas e máximas; sentenças latinas; frases feitas, fórmulas consagradas pelos anos e incrustadas na memória individual e pública. De resto, o ofício te irá ensinando os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado...
Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
No que se refere à linguagem, à tipologia textual, às ideias e aos aspectos gramaticais do texto ao lado — Teoria do Medalhão, de Machado de Assis —, julgue o item.
Se o autor do texto tivesse optado por empregar, no último período do texto, uma construção com verbos na voz passiva, o período poderia ter sido corretamente reescrito da seguinte forma: De resto, os elementos dessa arte difícil de se pensar o pensado te irá sendo ensinado pelo ofício...
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— (...) Chegaste aos teus vinte e um anos. Estás homem, Janjão, longos bigodes, alguns namoros...
— Papai...
— Fecha aquela porta; vou dizer-te coisas importantes. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma; podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou, pelo menos, notável; que te levantes acima da obscuridade comum. (...)
— Creia que lhe agradeço; mas... que ofício?
— Nenhum me parece mais útil do que o de medalhão; foi o sonho da minha mocidade. Acabo, porém, como vês, somente com as esperanças que deposito em ti. (...)
— O verdadeiro medalhão começa a manifestar-se entre os quarenta e cinco e cinquenta anos.
— ...
— Uma vez na carreira, deves pôr todo o cuidado nas ideias que houveres de nutrir para uso alheio e próprio. O melhor será não as ter absolutamente...
— Mas quem lhe diz que eu...
— Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. Pode acontecer, porém, que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias; nesse caso, será necessário aparelhar fortemente o espírito.
— Mas um tal obstáculo é invencível.
— O único meio é lançar mão de um regime debilitante: ler compêndios de retórica, ouvir certos discursos etc.; para esse fim, deves evitar as livrarias, mas, de quando em quando, elas serão de grande conveniência para falares do boato do dia; de um contrabando, de qualquer coisa: verás que muitos dos leitores, estimáveis cavalheiros, repetir-te-ão as mesmas opiniões, e uma tal monotonia é saudável. Com tal regime, durante — suponhamos — dois anos, reduzes o intelecto, por mais pródigo que seja, ao equilíbrio comum.
— Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando em quando...
— Podes empregar figuras expressivas e máximas; sentenças latinas; frases feitas, fórmulas consagradas pelos anos e incrustadas na memória individual e pública. De resto, o ofício te irá ensinando os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado...
Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
No que se refere à linguagem, à tipologia textual, às ideias e aos aspectos gramaticais do texto ao lado — Teoria do Medalhão, de Machado de Assis —, julgue o item.
O segmento “foi um sonho da minha mocidade” é um termo explicativo acerca da fase de ocorrência da expressão “o [ofício] de medalhão”.
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