Foram encontradas 60 questões.
Considere as afirmativas sobre a ferramenta Microsoft Office PowerPoint 2007 (configuração padrão – idioma Português Brasil).
I. Para iniciar a apresentação, a partir do primeiro slide, deve-se pressionar a tecla F9.
II. Para iniciar a apresentação, a partir do slide atual, deve-se pressionar simultaneamente as teclas SHIFT e F5.
III. Na visualização de impressão não é possível organizar o conteúdo para visualizar como será impresso.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Sobre os blogs corporativos, analise.
I. Com uma linguagem formal e conteúdo provocativo, leva o público a discutir os temas propostos e a se posicionar com comentários.
II. Estabelece uma comunicação direta entre uma organização e seus públicos, gerando maior aproximação entre as partes.
III. Humaniza a relação da organização com seus públicos, já que oferta um tom mais pessoal às discussões online.
IV. Incita certa vulnerabilidade por ser desenvolvido de forma controlada, sem espaços participativos.
Estão corretas apenas as afirmativas
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A teoria de comunicação que recebe o rótulo de teoria da propaganda e sobre a qual C.R. Wright (1975) sintetizou como sendo aquela em que “cada elemento do público é pessoal e directamente ‘atingido’ pela mensagem” é a
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Considere a imagem a seguir extraída de um diretório do Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (configuração padrão).

Para criar um atalho da pasta “Paraguai e Cataratas” na área de trabalho, o usuário deverá clicar com o botão direito do mouse sobre esta pasta,
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O convescote dos “inconfiáveis”
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
O termo “convescote” não é dos mais frequentes na Língua Portuguesa, no entanto, não dominar plenamente o sentido desse termo não impede o entendimento do texto, uma vez que é possível apreendê-lo através da forma como se articula no texto. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa cujo conteúdo remete à ideia que essa palavra assume no texto.
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Considere as seguintes afirmativas sobre os procedimentos a serem executados no Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (configuração padrão).
I. Para criar uma nova pasta na área de trabalho, é necessário clicar com o botão direito do mouse, apontar para Novo e, em seguida, clicar na opção Novo Diretório.
II. Para renomear um arquivo, é necessário clicar com o botão direito do mouse no arquivo a ser renomeado e clicar na opção Alterar Nome do Arquivo.
III. Para excluir um arquivo é necessário clicar com o botão direito do mouse no arquivo e clicar em Excluir.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Aparente, Taxa de Juros Reais e Inflação
João aplicou R$ 12.000,00 e, após determinado período, recebeu R$ 15.600,00. Assinale o seu ganho real, em termos percentuais, sabendo-se que a inflação do período foi de 10%.
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O convescote dos “inconfiáveis”
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
Analise o trecho a seguir: “Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou” (13º§). Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das orações destacadas.
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Analise as afirmativas correlatas.
I. “Na realização de um planejamento estratégico, uma das técnicas utilizada para realizar a análise do ambiente interno e externo é denominada swot.”
PORQUE
II. “Com esta técnica, torna-se possível analisar e avaliar as condições competitivas da organização, identificando os pontos fortes e fracos internamente e buscando descobrir as oportunidades e ameaças externamente.”
Assinale a alternativa correta.
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Considere o fragmento de texto produzido com a ferramenta Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão).
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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta quinta-feira (16) que autorizou 1.973 pedidos de novos voos em 25 aeroportos do país no período da Copa do Mundo, entre 6 de junho e 20 de julho, uma semana antes e uma semana depois da competição. |
Para realçar o texto anterior, deve-se clicar, na barra de ferramentas Formatação, em
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