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Foram encontradas 240 questões.

2106411 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Com relação a estruturas lógicas, julgue o item a seguir, nos quais são utilizados os símbolos usuais dos conectivos lógicos e as letras P, Q, R e S representam proposições lógicas.

A negação da frase: “Se Ana é professora então ou Pedro é médico ou Roberto é enfermeiro” é igual a “Ana é professora e Pedro não é médico e Roberto não é enfermeiro”.

 

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2106165 Ano: 2021
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Considere que uma tendência linear na forma ŷ = 4x + 2 tenha sido obtida com base no método dos mínimos quadrados ordinários. Acerca dessa tendência, sabe-se ainda que o desvio padrão da variável y foi igual a 8; que o desvio padrão da variável x foi igual a 1; e que a média aritmética da variável x foi igual a 2. Com base nessas informações, julgue o item subsequente, relativo a essa tendência linear.

A covariância entre as variáveis x e y foi superior a 2.

 

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2106164 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Considerando dois eventos aleatórios A e B, tais que P(A|B) = 1/3, P(B|A) = 0,5 e P(A B) = 0,8, julgue o seguinte item.

P(A B) = 0,2.

 

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2105366 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Texto CB1A1-I

Em meados dos anos 80 do século passado, Haroldo de Campos tentava definir o sentimento geral de uma época marcada pela descrença no projeto estético e ideológico proposto pelo Modernismo. De acordo com o termo criado por ele, estaríamos vivendo um tempo pós-utópico.

A designação me parece mais precisa que pós-moderno por dois motivos. Primeiro, porque evita certas ambiguidades — por exemplo, supor que se trata de um período cujo objetivo é encerrar definitivamente a modernidade, o “pós” sugerindo a ruptura radical, e não uma redefinição de caminhos. Depois, porque aponta para a diferença principal entre o imaginário estampado na produção estética ― não só a literária ― da primeira metade do século (e um pouco além) e aquele que temos vivenciado desde, pelo menos, o final dos anos 60 do século passado.

Tanto a geração de 20 quanto a de 30 eram guiadas por um projeto definido, ousado. Havia uma luta, havia algo a ser combatido: o gosto aristocrático, a mesmice burguesa, para os modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922; o atraso político, a opressão, as desigualdades sociais, no caso da geração seguinte. Por mais que existam diferenças entre esses dois momentos do Modernismo, há, em ambos, algo de missionário.

No balanço do movimento modernista feito por Oswald e, sobretudo, Mário de Andrade, destacam-se, como crítica, o caráter superficial do movimento, sua “festividade”, seu descompromisso com questões estruturais mais “sérias”, o não enfrentamento das mazelas sociais, econômicas e políticas que mereceriam atenção prioritária. Mesmo reconhecendo as inestimáveis contribuições do movimento no sentido de ser um preparador das mudanças sociopolíticas posteriores, Mário condena certa ignorância dos modernistas acerca das verdadeiras condições culturais (em sentido lato) do país.

Flávio Carneiro. No país do presente: ficção brasileira do início do século XXI. Rocco Digital. Edição do Kindle (com adaptações).

Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue.

Infere-se do texto que Haroldo de Campos defende que o termo “pós-utópico” é mais adequado que o termo “pós-moderno” para definir o sentimento de descrença no projeto estético e ideológico proposto pelo Modernismo.

 

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2105365 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Texto CB1A1-I

Em meados dos anos 80 do século passado, Haroldo de Campos tentava definir o sentimento geral de uma época marcada pela descrença no projeto estético e ideológico proposto pelo Modernismo. De acordo com o termo criado por ele, estaríamos vivendo um tempo pós-utópico.

A designação me parece mais precisa que pós-moderno por dois motivos. Primeiro, porque evita certas ambiguidades — por exemplo, supor que se trata de um período cujo objetivo é encerrar definitivamente a modernidade, o “pós” sugerindo a ruptura radical, e não uma redefinição de caminhos. Depois, porque aponta para a diferença principal entre o imaginário estampado na produção estética ― não só a literária ― da primeira metade do século (e um pouco além) e aquele que temos vivenciado desde, pelo menos, o final dos anos 60 do século passado.

Tanto a geração de 20 quanto a de 30 eram guiadas por um projeto definido, ousado. Havia uma luta, havia algo a ser combatido: o gosto aristocrático, a mesmice burguesa, para os modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922; o atraso político, a opressão, as desigualdades sociais, no caso da geração seguinte. Por mais que existam diferenças entre esses dois momentos do Modernismo, há, em ambos, algo de missionário.

No balanço do movimento modernista feito por Oswald e, sobretudo, Mário de Andrade, destacam-se, como crítica, o caráter superficial do movimento, sua “festividade”, seu descompromisso com questões estruturais mais “sérias”, o não enfrentamento das mazelas sociais, econômicas e políticas que mereceriam atenção prioritária. Mesmo reconhecendo as inestimáveis contribuições do movimento no sentido de ser um preparador das mudanças sociopolíticas posteriores, Mário condena certa ignorância dos modernistas acerca das verdadeiras condições culturais (em sentido lato) do país.

Flávio Carneiro. No país do presente: ficção brasileira do início do século XXI. Rocco Digital. Edição do Kindle (com adaptações).

Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue.

De acordo com o texto, enquanto a geração de 30 almejava combater o atraso político, a opressão e as desigualdades sociais, a geração de 20 desejava combater o gosto aristocrático e a mesmice burguesa.

 

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2105364 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Texto CB1A1-II

Historicamente, o meio ambiente tem sido tratado pela economia apenas como a fonte de recursos e o local de destino dos rejeitos do sistema econômico. Uma vez que não é preciso que todo ser humano aja sobre o meio ambiente para obter os materiais de que necessita, seu uso e seu consumo se fizeram de forma despreocupada ao longo do tempo. No final do século XVIII, a preocupação com a escassez começou a tomar forma com os estudos de Malthus, o qual avaliou que, com a limitação da quantidade de terra disponível para o plantio e com o contínuo crescimento populacional, a disponibilidade de alimentos seria restrita, vindo eventualmente a esgotar-se.

Com o acúmulo histórico da degradação das fontes ambientais de recursos, compreendeu-se que a escassez não era apenas um exercício teórico. Ela estava transformando-se em realidade, e a preocupação com o valor do meio ambiente foi lentamente inserida na teoria econômica.

Assim, nos anos mais recentes, problemas como a redução da disponibilidade natural de recursos e a poluição passaram a gerar custos que começaram a indicar que os recursos e serviços ambientais, embora de livre acesso, não são, de forma alguma, gratuitos, impondo gastos para sua reposição ou pela sua degradação.

José Julio Ferraz de Campos Jr. Introdução à economia ambiental,

economia ecológica e valoração econômica. Edição do Kindle (com adaptações).

No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.

No segundo período do primeiro parágrafo, a expressão “Uma vez que” exprime circunstância de causa e poderia ser corretamente substituída por Como, sem alteração do sentido original do texto.

 

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2105363 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

Texto CB1A1-II

Historicamente, o meio ambiente tem sido tratado pela economia apenas como a fonte de recursos e o local de destino dos rejeitos do sistema econômico. Uma vez que não é preciso que todo ser humano aja sobre o meio ambiente para obter os materiais de que necessita, seu uso e seu consumo se fizeram de forma despreocupada ao longo do tempo. No final do século XVIII, a preocupação com a escassez começou a tomar forma com os estudos de Malthus, o qual avaliou que, com a limitação da quantidade de terra disponível para o plantio e com o contínuo crescimento populacional, a disponibilidade de alimentos seria restrita, vindo eventualmente a esgotar-se.

Com o acúmulo histórico da degradação das fontes ambientais de recursos, compreendeu-se que a escassez não era apenas um exercício teórico. Ela estava transformando-se em realidade, e a preocupação com o valor do meio ambiente foi lentamente inserida na teoria econômica.

Assim, nos anos mais recentes, problemas como a redução da disponibilidade natural de recursos e a poluição passaram a gerar custos que começaram a indicar que os recursos e serviços ambientais, embora de livre acesso, não são, de forma alguma, gratuitos, impondo gastos para sua reposição ou pela sua degradação.

José Julio Ferraz de Campos Jr. Introdução à economia ambiental,

economia ecológica e valoração econômica. Edição do Kindle (com adaptações).

No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.

No segundo período do primeiro parágrafo, a forma pronominal “seu”, em suas duas ocorrências no trecho “seu uso e seu consumo”, tem como referente o termo “os materiais de que necessita”.

 

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2105351 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE
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O Prêmio Nobel de Economia de 2017 foi concedido ao norte-americano Richard Thaler por suas contribuições no campo da economia comportamental. Thaler é um dos mais destacados economistas na aplicação da psicologia às análises das teorias econômicas e das consequências da racionalidade limitada, das preferências pessoais e da falta de autocontrole. Um desdobramento mais recente dessa área de pesquisa da economia é a aplicação de insights comportamentais às políticas públicas. Compreender os processos decisórios, os hábitos e as experiências pessoais das pessoas em situação de pobreza é essencial para o processo de elaboração de políticas públicas e a sua eficácia. É o que sugere o estudo do IPC-IG Insights comportamentais e políticas de superação da pobreza, dos pesquisadores Antonio Claret Campos Filho e Luis Henrique Paiva.

O estudo defende que pessoas em situações de escassez, como a pobreza, têm uma maior sobrecarga mental, pois estão sujeitas a preocupações que não afetam a vida daqueles de maior renda, como a qualidade da água consumida ou o acesso à alimentação. Evitar contrair empréstimos a juros altos é um exemplo da falta de autocontrole que tende a ser mais frequente e mais onerosa para os pobres. Decisões de longo prazo também tendem a ser negativamente afetadas pelas sobrecargas associadas à escassez, como retirar os filhos da escola para buscar algum tipo de trabalho, por conta da perda de emprego dos pais, o que acarreta consequências negativas para toda a vida da criança.

Internet: <ipcig.org> (com adaptações).

No que concerne às ideias veiculadas no texto e a suas construções linguísticas, julgue o item que se segue.

A expressão “tendem a ser” foi empregada no trecho “Decisões de longo prazo também tendem a ser negativamente afetadas pelas sobrecargas associadas à escassez” com o sentido de podem chegar a ser.

 

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2086344 Ano: 2021
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

A respeito da criptografia, da NBR ISO/IEC n.º 27002:2013 e da ABNT NBR ISO/IEC n.º 27017:2016, julgue o item a seguir.

Cabe ao provedor de serviço em nuvem disponibilizar informações sobre os países e a localização geográfica onde os dados serão armazenados, para que as entidades regulatórias e as jurisdições possam ser mapeadas pelo cliente.

 

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2086343 Ano: 2021
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BANESE

No que se refere a trabalho remoto, rotinas de segurança da informação e recuperação de arquivos, aplicativos para segurança e conformidade, julgue o item subsecutivo.

Recomenda-se a utilização de dois ou mais tipos de software de controle contra malware, durante manutenções e procedimentos de emergência, para aumentar a eficácia no que se refere à proteção contra ameaças.

 

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