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O Banco Central do Brasil vem envidando esforços para reduzir as
assimetrias entre as demonstrações financeiras individuais e as
demonstrações consolidadas, estas últimas já preparadas
anualmente de acordo com o padrão internacional (IFRS). Tal
processo consiste na incorporação ao Plano Contábil das
Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF dos preceitos
das normas internacionais, em particular as International
Financial Reporting Standards (IFRS), assim como a emissão de
normas que recepcionam pronunciamentos emitidos pelo Comitê
de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
Os itens a seguir enumeram alguns dos critérios e procedimentos contábeis aplicáveis às demonstrações consolidadas.
I. critérios contábeis para constituição de provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito; II. critérios e condições para mensuração, reconhecimento e divulgação de transações com pagamento baseado em ações; III. procedimentos aplicáveis à contabilização e divulgação de eventos subsequentes ao período a que se referem as demonstrações contábeis; IV. registro contábil e evidenciação de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificações de erros.
De acordo com as normas aprovadas pelo Banco Central do Brasil, entre as demonstrações financeiras individuais e demonstrações consolidadas encerradas em 31.12.2017, permanecia(m) divergente(s) o(s) tratamento(s) contábil(eis) citado(s) somente no(s) item(ns):
Os itens a seguir enumeram alguns dos critérios e procedimentos contábeis aplicáveis às demonstrações consolidadas.
I. critérios contábeis para constituição de provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito; II. critérios e condições para mensuração, reconhecimento e divulgação de transações com pagamento baseado em ações; III. procedimentos aplicáveis à contabilização e divulgação de eventos subsequentes ao período a que se referem as demonstrações contábeis; IV. registro contábil e evidenciação de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificações de erros.
De acordo com as normas aprovadas pelo Banco Central do Brasil, entre as demonstrações financeiras individuais e demonstrações consolidadas encerradas em 31.12.2017, permanecia(m) divergente(s) o(s) tratamento(s) contábil(eis) citado(s) somente no(s) item(ns):
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- Demonstrações ContábeisBP: Balanço Patrimonial
- Demonstrações ContábeisDRE: Demonstração do Resultado do Exercício
- Normas Contábeis
- Legislação
Na apresentação de ativos e passivos, receitas e despesas no
Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício, a
entidade não deve compensar valores. Porém, o CPC 26 permite
a apresentação de algumas transações em base líquida, a
exemplo de:
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Considere que o ativo livre de risco de uma economia passou a
oferecer uma rentabilidade equivalente a 90% do retorno até
então oferecido. Considere apenas essa alteração e, assim, todas
as demais variáveis constantes (ceteris paribus).
Para uma empresa que atua nesse mercado, esse novo patamar de retorno tende a impactar o seu custo de capital:
Para uma empresa que atua nesse mercado, esse novo patamar de retorno tende a impactar o seu custo de capital:
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Para se calcular a Taxa Interna de Retorno Modificada – TIRM ou
MTIR de um fluxo de caixa, é necessário que sejam informados,
além do próprio fluxo, as taxas de financiamento e as taxas de
investimento. Considere que, para um determinado fluxo de
caixa convencional, a Taxa Interna de Retorno “comum” – TIR
calculada foi de 18% a.a..
Ao utilizar esse mesmo fluxo para calcular a TIRM ou MTIR, e considerando a taxa de financiamento igual à taxa de reinvestimento e ambas iguais à TIR de 18% a.a. encontrada anteriormente, o resultado encontrado para a TIRM ou MTIR nessas condições foi:
Ao utilizar esse mesmo fluxo para calcular a TIRM ou MTIR, e considerando a taxa de financiamento igual à taxa de reinvestimento e ambas iguais à TIR de 18% a.a. encontrada anteriormente, o resultado encontrado para a TIRM ou MTIR nessas condições foi:
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- Demonstrações ContábeisBP: Balanço PatrimonialPatrimônio LíquidoContas de ReservaDe Lucro
- LegislaçãoLei 6.404/1976: Lei das Sociedades por Ações
Uma entidade pode aumentar o seu capital social por meio da
captação de novos sócios ou do aumento da participação desses,
mas também por incorporação de valores já reconhecidos no
Patrimônio Líquido.
O item patrimonial que pode ter valores alocados para aumento do capital social é:
O item patrimonial que pode ter valores alocados para aumento do capital social é:
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Investir em atividades fabris envolve risco maior do que
emprestar para tesouros de governos estáveis como o dos
Estados Unidos da América - EUA. Para que um investidor opte
por correr aquele risco adicional, é plausível supor que ele esteja
em busca de um prêmio de risco, traduzido na possibilidade real
de maior retorno financeiro.
Dessa maneira, os gestores de uma empresa fabril não devem permanecer com os recursos disponibilizados para investimento parados em caixa, devendo ainda estar cientes de que existe, quase sempre, um trade-off entre o nível de liquidez de um ativo e sua:
Dessa maneira, os gestores de uma empresa fabril não devem permanecer com os recursos disponibilizados para investimento parados em caixa, devendo ainda estar cientes de que existe, quase sempre, um trade-off entre o nível de liquidez de um ativo e sua:
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Uma instituição financeira realizou, em fevereiro de 2018, a
renegociação de duas operações de crédito, descritas a seguir.
A operação X, que estava avaliada como nível de risco “F”, em função do atraso, teve seus prazos prorrogados, e o valor total da dívida será pago em doze parcelas mensais e sucessivas, vencendo-se a primeira seis meses após a data da assinatura do aditivo contratual. Não ocorreu amortização parcial da dívida por ocasião da assinatura do aditivo contratual. A operação Y, que havia sido baixada como prejuízo, foi renegociada mediante assinatura de contrato de composição de dívida. Por ocasião da assinatura do contrato, 60% da dívida foi amortizada imediatamente em dinheiro, e o restante foi repactuado para pagamento em 36 meses, tendo sido acrescido como garantia o aval de uma instituição financeira de primeira linha.
Considerando-se apenas as informações fornecidas e de acordo com o que estabelece o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, na classificação por nível de risco das operações renegociadas, é correto afirmar que a instituição financeira:
A operação X, que estava avaliada como nível de risco “F”, em função do atraso, teve seus prazos prorrogados, e o valor total da dívida será pago em doze parcelas mensais e sucessivas, vencendo-se a primeira seis meses após a data da assinatura do aditivo contratual. Não ocorreu amortização parcial da dívida por ocasião da assinatura do aditivo contratual. A operação Y, que havia sido baixada como prejuízo, foi renegociada mediante assinatura de contrato de composição de dívida. Por ocasião da assinatura do contrato, 60% da dívida foi amortizada imediatamente em dinheiro, e o restante foi repactuado para pagamento em 36 meses, tendo sido acrescido como garantia o aval de uma instituição financeira de primeira linha.
Considerando-se apenas as informações fornecidas e de acordo com o que estabelece o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, na classificação por nível de risco das operações renegociadas, é correto afirmar que a instituição financeira:
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- Demonstrações ContábeisDRE: Demonstração do Resultado do Exercício
- Demonstrações ContábeisDFC: Demonstração do Fluxo de Caixa
Um analista sentiu-se numa encruzilhada quando, ao pesquisar
sobre o desempenho obtido por uma empresa em um
determinado ano, encontrou resultados diferentes a depender de
qual relatório ele utilizava. Tomando por base a Demonstração de
Resultado do Exercício – DRE, ele observou um desempenho
positivo; mas, ao tomar por base a Demonstração dos Fluxos de
Caixa – DFC, ele observou um desempenho negativo.
Dessa maneira, ele pôde concluir que no ano em análise a referida empresa obteve:
Dessa maneira, ele pôde concluir que no ano em análise a referida empresa obteve:
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- Análise de Demonstrações ContábeisFluxo de Caixa
- Análise de Demonstrações ContábeisDemais Tipos de Análise
O correto entendimento do conceito de Taxa Interna de Retorno
– TIR de um projeto de investimento de uma empresa é
importante para o seu uso apropriado em tomada de decisão,
tendo sempre como pano de fundo o objetivo de buscar a
maximização da riqueza dos seus donos.
Sendo assim, todo fluxo de caixa analisado que contenha duas inversões de sinais ao longo dos períodos projetados apresentará como resposta para o cálculo da TIR um total de até:
Sendo assim, todo fluxo de caixa analisado que contenha duas inversões de sinais ao longo dos períodos projetados apresentará como resposta para o cálculo da TIR um total de até:
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A classificação dos títulos e valores mobiliários nas categorias
“títulos para negociação”, “títulos disponíveis para venda” ou
“títulos mantidos até o vencimento” define o tratamento contábil
desses títulos.
Uma instituição financeira adquiriu títulos de renda fixa com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados.
De acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, tais títulos deverão ser classificados na categoria:
Uma instituição financeira adquiriu títulos de renda fixa com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados.
De acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, tais títulos deverão ser classificados na categoria:
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