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Protocolo que apresenta uma camada adicional de segurança por software e que permite que os dados sejam transmitidos por meio de uma conexão criptografada e que verifica a autenticidade do servidor e do cliente por meio de certificados digitais é o:
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A principal função das instituições financeiras é a intermediação financeira, que consiste na transferência de recursos dos agentes superavitários (poupadores) para os agentes deficitários da economia (tomadores). Assinale a alternativa que indica operação bancária ativa:
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De acordo com determinações do Banco Central do Brasil – Resoluções 2.025 e 2.747, assinale a opção correta quanto à abertura de contas de pessoas jurídicas:
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João recorreu ao banco em que é cliente e contratou um financiamento para aquisição de um computador portátil (notebook). Assinale a opção correta sobre a operação realizada entre João e o banco:
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Tendo como referência às contas de poupança, assinale a opção correta:
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A tabela abaixo demonstra os resultados da primeira fase do campeonato beneditinense de futebol amador:
| Equipe | Jogos | Vitórias | Empates | Derrotas | Gols marcados | Gols sofridos | Pontos |
| Peixotão | 3 | 2 | 1 | 0 | 7 | 6 | 7 |
| Maratá | 3 | 2 | 0 | 1 | 8 | 6 | ? |
| Sete | 3 | 0 | 2 | 1 | 4 | 4 | 2 |
| Arraial | 3 | 0 | 1 | 2 | ? | 4 | 1 |
Sabendo-se que em uma partida de futebol uma equipe ganha 3 pontos por vitória, 0 em caso de derrota e em caso de empate as duas equipes ganham 1 ponto. Quantos pontos obteve a equipe do Maratá e quantos gols marcou a equipe do arraial, respectivamente?
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva
Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.
Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.
Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.
O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.
O vocábulo “onde” (linha 08) atua como:
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva
Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.
Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.
Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.
O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.
Em relação à tipologia textual, é correto afirmar que:
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Memórias que podem ser acessadas pelos microprocessadores e endereçadas diretamente pelos seus barramentos são as:
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva
Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.
Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.
Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.
O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.
“Ideia”(linha 17) no quarto parágrafo, em relação à acentuação gráfica:
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