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Foram encontradas 60 questões.

2427440 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Adeus, caligrafia

O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.

As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.

(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)

A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Uma nova, correta e coerente redação para a frase acima será:

 

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2427300 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: BB
No Microsoft Excel 2010, em Português, é possível criar e exibir pequenos gráficos em uma única célula, sendo uma maneira rápida e fácil de realçar tendências de dados importantes. Esse recurso é chamado de gráfico
 

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2427090 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: BB
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Atenção: Para responder à questão, considere as informações e/ou normas do Ministério da Saúde (2010).

Em relação à rubéola, recomenda-se, dentre outros, que
 

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2427072 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: BB
Sobre o Microsoft Word 2010, em Português, considere:
I. Uma das maneiras mais fáceis de alterar o espaçamento entre linhas de um documento inteiro é aplicar um conjunto de estilos rápidos que use o espaçamento desejado.

II. O espaçamento padrão para a maioria dos conjuntos de estilos rápidos é de 1,15 entre linhas e uma linha em branco entre parágrafos.

III. É possível usar modelos de tabelas para inserir uma tabela com base em uma galeria de tabelas pré-formatadas ou desenhar uma tabela complexa, por exemplo, uma que contenha células de tamanhos diferentes ou um número variável de colunas por linha.

IV. É possível usar quebras de seção para alterar o layout ou a formatação de uma página ou de páginas do documento e criar um cabeçalho ou rodapé diferente para cada seção do documento.
Está correto o que consta em
 

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2427003 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Adeus, caligrafia

O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.

As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.

(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)

Estão presentes características típicas de um discurso narrativo em:

I. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

II. A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita.

III. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal.

Atende ao enunciado APENAS o que consta em

 

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2426966 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: BB
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O Ministério da Saúde (2006) relata que a demência faz parte do grupo das mais importantes doenças entre as pessoas idosas. Alguns dos tipos mais comuns de demências irreversíveis e algumas das suas principais características estão, respectivamente, descritos em:
DEMÊNCIAS IRREVERSÍVEIS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
 

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2426905 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: BB
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Segundo a Resolução COFEN-358/2009, no art. 2º, o Processo de Enfermagem organiza-se em cinco etapas inter-relacionadas, interdependentes e recorrentes.

Uma dessas etapas apresenta a seguinte descrição: processo deliberado, sistemático e contínuo de verificação de mudanças nas respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde doença, para determinar se as ações ou intervenções de enfermagem alcançaram o resultado esperado; e de verificação da necessidade de mudanças ou adaptações nas etapas do Processo de Enfermagem.

Esta descrição corresponde
 

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2426449 Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FCC
Orgão: BB
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De acordo com a Norma Regulamentadora 32, em todo local onde exista a possibilidade de exposição a agentes biológicos deve-se:
I. Fornecer ao trabalhador instruções escritas, em linguagem acessível, das rotinas realizadas no local de trabalho e medidas de prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho.

II. Entregar ao trabalhador as instruções referentes aos riscos, mediante recibo, orientando-o que este deve ficar à disposição da inspeção do trabalho.

III. Informar ao trabalhador, imediatamente, qualquer acidente ou incidente grave que possa provocar a disseminação de um agente biológico suscetível de causar doenças graves, bem como as medidas para corrigir a situação.

IV. Emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho em toda ocorrência de acidente envolvendo risco biológico, com ou sem afastamento do trabalhador.
Está correto o que consta em
 

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2426392 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Adeus, caligrafia

O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.

As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.

(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)

Está correta a seguinte afirmação sobre um aspecto da construção do texto:

 

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2444381 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo, escrito em 1777.

Do roubo

Sendo de ordinário a gatunice, o furto e o roubo crimes de pobres, e como as leis foram feitas pelos ricos, não vos parece que todos os governos, que estão nas mãos dos ricos, devem começar por destruir a mendicidade, em vez de ficar à espreita da ocasião de entregá-la aos carrascos?

Viu-se o enforcamento, em Lyon, cidade riquíssima, de uma moça de dezoito anos. Subtraíra dezoito toalhas de uma taberneira, sua patroa, que não lhe pagava salário. Qual é o efeito dessa lei desumana que põe assim na balança uma vida preciosa contra dezoito toalhas? O efeito é multiplicar os roubos. Pois qual será o patrão que ousará renunciar a todos os sentimentos de honra e piedade a ponto de entregar seu criado, culpado de erro tão pequeno, para que ele seja enforcado à sua porta? Quase todos se limitam a expulsá-lo; e ele vai roubar alhures, acabando muitas vezes por transformar-se em bandido assassino. E a lei o terá feito assim; ela é culpada de todos os seus crimes.

(Voltaire. O preço da justiça. Trad. por Ivone Castilho Benedetti)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Questão Anulada e Desatualizada

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