Foram encontradas 60 questões.
As questões de 58 a 60 vão utilizar esta planilha em Microsoft Excel:

A coluna A possui as placa de três veículos. Na coluna B, está o imposto devido de cada um dos veículos. Na coluna C, está um indicativo da existência (valor "S") ou não (valor "N") de multas. A coluna D representa o nível de atenção a ser dado a cada veículo no tocante ao envio de uma correspondência de alerta. A linha seis possui o total de impostos dos três veículos e, ao lado desse total, está o gráfico desses impostos.
Seja dado que uma carta será enviada a cada um dos motoristas que possu-em multas e tem imposto com valor a partir de R$ 400,00. Esses motoristas encaixam-se em um nível prioritário. Dessa forma existem duas condições a serem obedecidas e que podem ser escritas sob a fórmula (considerando a linha dois da planilha): E(C2="S"; B2>=400). Essa fórmula pode resultar no valor VERDADEIRO ou FALSO e deve ser a condição de uma fórmula cuja finalidade é exibir o valor "prioritário" ou "normal"quando colocada na linha correspondente de cada veículo. Considerando a linha dois da planilha, sele-cione a alternativa que possui uma fórmula CORRETA para esse fim.
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As questões de 58 a 60 vão utilizar esta planilha em Microsoft Excel:

A coluna A possui as placa de três veículos. Na coluna B, está o imposto devido de cada um dos veículos. Na coluna C, está um indicativo da existência (valor "S") ou não (valor "N") de multas. A coluna D representa o nível de atenção a ser dado a cada veículo no tocante ao envio de uma correspondência de alerta. A linha seis possui o total de impostos dos três veículos e, ao lado desse total, está o gráfico desses impostos.
Deseja-se fazer uma cópia das células pontilhadas A6 e B6, respectivamente, para as células E14 e F14. Marque a alternativa que define uma fórmula de soma que, ao ser copiada da célula B6, continua a manter CORRETA a soma dos valores de impostos dos três veículos.
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Considere as afirmações sobre o catálogo de endereços do Microsoft OutLook :
I. Grupos devem ser criados a partir da seleção de contatos previamente cadastrados no catálogo de endereços.
II. Um contato é automaticamente apagado da lista de contatos do outlook caso ele seja removido de um grupo de contatos específico.
III. É possível atualizar os dados de um contato do catálogo de endereços e fazer valer essa atualização para um grupo que possua tal contato cadas-trado.
IV. Uma mensagem de correio pode ser enviada a um grupo de contatos, evitando o trabalho de selecionar distintamente cada um dos destinatários.
São afirmações CORRETAS:
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Veja o texto extraído da ajuda on-line do Microsoft Word:
"Caso um documento deva ser revisado por seu grupo de trabalho, e você deseje ter o controle final sobre as alterações que devem ser aceitas ou rejeitadas, será possível preparar cópias do documento e distribuí-las para o grupo de trabalho para revisão e marcação eletrônicas. Quando o controle de alterações está ativado, o Microsoft Word usa marcas de revisão para indicar alterações controladas. Após o documento ser revisado, será possível ver as alterações feitas pelos diferentes revisores - as alterações de cada revisor são marcadas com uma cor diferente. Após exibir as alterações controladas, você poderá aceitar ou rejeitar cada alteração.
Esse recurso do Microsoft Word pode ser ativado a partir do menu "Ferramentas" %u2192 "Controlar Alterações". Marque a alternativa INCORRETA sobre mar-cas de revisão do Word.
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Suponha que exista um arquivo de nome "teste.txt", na pasta C:\temp. Esse arquivo está sendo editado pelo Microsoft Word, e o usuário está efetuando modificações ainda não salvas no disco. Deseja-se fazer uma cópia desse arquivo na pasta C:\temp utilizando para isso o Windows Explorer, menu Editar, opções Copiar e Colar. Marque a alternativa CORRETA:
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A vida em cliques
Era uma vidinha monótona sem perspectivas: medíocre emprego numa empresa, as conversas inconseqüentes com os amigos, o trânsito congestionado. Mas aí ele voltava para casa e podia, enfim, viver uma aventura.
Na Internet, claro. Navegador infatigável, percorrera um território humano desconhecido e às vezes inquietante, até encontrá-la, primeiro em uma sala de bate-papo, depois em mensagens privadas. Conhecia-a apenas por Solly (Solitária?) e pouco sabia de sua vida. Mas eram, sim, almas-irmãs. Partilhavam os mesmos gostos, as mesmas inquietudes, as mesmas secretas aspirações. E ficavam horas trocando mensagens.
Quem não gostava, naturalmente, era a mulher. Estavam casados havia oito anos, não tinham filhos. Ela também trabalhava, claro – como sustentar uma casa e a Internet , com um emprego só? - e também tinha o seu quinhão de amargura. Que despejava no marido: você fica aí nessa Internet e não dá bola pra mim, não tenho com quem falar. Por isso, quando ela chegava do emprego, lá pelas dez da noite, ele tinha de precipitadamente desligar o computador. Clique: lá se ia a Solly. Lá se ia a única pessoa que para ele tinha importância.
Ah, se pudesse fazer o mesmo com a mulher. Se houvesse um dispositivo eletrônico capaz de fazer as criaturas sumirem... Tudo o que ele teria de fazer era dar um clique, e pronto, a incômoda esposa estaria deletada de sua existência.
Momentaneamente, claro. Porque a verdade é que não podia viver sem ela. Acostumara-se, pronto, sentia falta dela. De modo que seu dispositivo eletrônico permitira que, quando necessário, ele a acessasse. Seria a vida perfeita.
Seria? Não. Porque numa dessas vezes a mulher retornaria do ciberespaço com um vírus qualquer. Um vírus que a faria, por exemplo, muito atraente aos olhos do vizinho do lado. Ou seja: um vírus que tornaria a sua vida incompreensível, infernal. Nem tudo, infelizmente, se resolve por cliques.
(Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, Cotidiano, 04/2000)
Sobre a organização das informações veiculadas no 3º parágrafo, é CORRETO afirmar que:
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A vida em cliques
Era uma vidinha monótona sem perspectivas: medíocre emprego numa empresa, as conversas inconseqüentes com os amigos, o trânsito congestionado. Mas aí ele voltava para casa e podia, enfim, viver uma aventura.
Na Internet, claro. Navegador infatigável, percorrera um território humano desconhecido e às vezes inquietante, até encontrá-la, primeiro em uma sala de bate-papo, depois em mensagens privadas. Conhecia-a apenas por Solly (Solitária?) e pouco sabia de sua vida. Mas eram, sim, almas-irmãs. Partilhavam os mesmos gostos, as mesmas inquietudes, as mesmas secretas aspirações. E ficavam horas trocando mensagens.
Quem não gostava, naturalmente, era a mulher. Estavam casados havia oito anos, não tinham filhos. Ela também trabalhava, claro – como sustentar uma casa e a Internet , com um emprego só? - e também tinha o seu quinhão de amargura. Que despejava no marido: você fica aí nessa Internet e não dá bola pra mim, não tenho com quem falar. Por isso, quando ela chegava do emprego, lá pelas dez da noite, ele tinha de precipitadamente desligar o computador. Clique: lá se ia a Solly. Lá se ia a única pessoa que para ele tinha importância.
Ah, se pudesse fazer o mesmo com a mulher. Se houvesse um dispositivo eletrônico capaz de fazer as criaturas sumirem... Tudo o que ele teria de fazer era dar um clique, e pronto, a incômoda esposa estaria deletada de sua existência.
Momentaneamente, claro. Porque a verdade é que não podia viver sem ela. Acostumara-se, pronto, sentia falta dela. De modo que seu dispositivo eletrônico permitira que, quando necessário, ele a acessasse. Seria a vida perfeita.
Seria? Não. Porque numa dessas vezes a mulher retornaria do ciberespaço com um vírus qualquer. Um vírus que a faria, por exemplo, muito atraente aos olhos do vizinho do lado. Ou seja: um vírus que tornaria a sua vida incompreensível, infernal. Nem tudo, infelizmente, se resolve por cliques.
(Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, Cotidiano, 04/2000)
É muito comum em narrativas o narrador inserir falas da personagem em meio à sua própria fala. Tal expediente é chamado de discurso indireto livre. Assinale a alternativa que exemplifica esse recurso.
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A vida em cliques
Era uma vidinha monótona sem perspectivas: medíocre emprego numa empresa, as conversas inconseqüentes com os amigos, o trânsito congestionado. Mas aí ele voltava para casa e podia, enfim, viver uma aventura.
Na Internet, claro. Navegador infatigável, percorrera um território humano desconhecido e às vezes inquietante, até encontrá-la, primeiro em uma sala de bate-papo, depois em mensagens privadas. Conhecia-a apenas por Solly (Solitária?) e pouco sabia de sua vida. Mas eram, sim, almas-irmãs. Partilhavam os mesmos gostos, as mesmas inquietudes, as mesmas secretas aspirações. E ficavam horas trocando mensagens.
Quem não gostava, naturalmente, era a mulher. Estavam casados havia oito anos, não tinham filhos. Ela também trabalhava, claro – como sustentar uma casa e a Internet , com um emprego só? - e também tinha o seu quinhão de amargura. Que despejava no marido: você fica aí nessa Internet e não dá bola pra mim, não tenho com quem falar. Por isso, quando ela chegava do emprego, lá pelas dez da noite, ele tinha de precipitadamente desligar o computador. Clique: lá se ia a Solly. Lá se ia a única pessoa que para ele tinha importância.
Ah, se pudesse fazer o mesmo com a mulher. Se houvesse um dispositivo eletrônico capaz de fazer as criaturas sumirem... Tudo o que ele teria de fazer era dar um clique, e pronto, a incômoda esposa estaria deletada de sua existência.
Momentaneamente, claro. Porque a verdade é que não podia viver sem ela. Acostumara-se, pronto, sentia falta dela. De modo que seu dispositivo eletrônico permitira que, quando necessário, ele a acessasse. Seria a vida perfeita.
Seria? Não. Porque numa dessas vezes a mulher retornaria do ciberespaço com um vírus qualquer. Um vírus que a faria, por exemplo, muito atraente aos olhos do vizinho do lado. Ou seja: um vírus que tornaria a sua vida incompreensível, infernal. Nem tudo, infelizmente, se resolve por cliques.
(Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, Cotidiano, 04/2000)
Ao longo da narrativa, há passagens que expõem a voz do narrador, através da qual se nota um tom avaliativo. Todas as expressões em negrito concorrem para promover tal efeito, EXCETO:
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A vida em cliques
Era uma vidinha monótona sem perspectivas: medíocre emprego numa empresa, as conversas inconseqüentes com os amigos, o trânsito congestionado. Mas aí ele voltava para casa e podia, enfim, viver uma aventura.
Na Internet, claro. Navegador infatigável, percorrera um território humano desconhecido e às vezes inquietante, até encontrá-la, primeiro em uma sala de bate-papo, depois em mensagens privadas. Conhecia-a apenas por Solly (Solitária?) e pouco sabia de sua vida. Mas eram, sim, almas-irmãs. Partilhavam os mesmos gostos, as mesmas inquietudes, as mesmas secretas aspirações. E ficavam horas trocando mensagens.
Quem não gostava, naturalmente, era a mulher. Estavam casados havia oito anos, não tinham filhos. Ela também trabalhava, claro – como sustentar uma casa e a Internet , com um emprego só? - e também tinha o seu quinhão de amargura. Que despejava no marido: você fica aí nessa Internet e não dá bola pra mim, não tenho com quem falar. Por isso, quando ela chegava do emprego, lá pelas dez da noite, ele tinha de precipitadamente desligar o computador. Clique: lá se ia a Solly. Lá se ia a única pessoa que para ele tinha importância.
Ah, se pudesse fazer o mesmo com a mulher. Se houvesse um dispositivo eletrônico capaz de fazer as criaturas sumirem... Tudo o que ele teria de fazer era dar um clique, e pronto, a incômoda esposa estaria deletada de sua existência.
Momentaneamente, claro. Porque a verdade é que não podia viver sem ela. Acostumara-se, pronto, sentia falta dela. De modo que seu dispositivo eletrônico permitira que, quando necessário, ele a acessasse. Seria a vida perfeita.
Seria? Não. Porque numa dessas vezes a mulher retornaria do ciberespaço com um vírus qualquer. Um vírus que a faria, por exemplo, muito atraente aos olhos do vizinho do lado. Ou seja: um vírus que tornaria a sua vida incompreensível, infernal. Nem tudo, infelizmente, se resolve por cliques.
(Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, Cotidiano, 04/2000)
Assinale alternativa que descreve de forma INADEQUADA o modo como o autor trata o assunto ao longo do texto.
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A vida em cliques
Era uma vidinha monótona sem perspectivas: medíocre emprego numa em-presa, as conversas inconseqüentes com os amigos, o trânsito congestionado. Mas aí ele voltava para casa e podia, enfim, viver uma aventura.
Na Internet, claro. Navegador infatigável, percorrera um território humano desconhecido e às vezes inquietante, até encontrá-la, primeiro em uma sala de bate-papo, depois em mensagens privadas. Conhecia-a apenas por Solly (Solitária?) e pouco sabia de sua vida. Mas eram, sim, almas-irmãs. Partilha-vam os mesmos gostos, as mesmas inquietudes, as mesmas secretas aspira-ções. E ficavam horas trocando mensagens.
Quem não gostava, naturalmente, era a mulher. Estavam casados havia oito anos, não tinham filhos. Ela também trabalhava, claro - como sustentar uma casa e a Internet , com um emprego só? - e também tinha o seu quinhão de amargura. Que despejava no marido: você fica aí nessa Internet e não dá bola pra mim, não tenho com quem falar. Por isso, quando ela chegava do emprego, lá pelas dez da noite, ele tinha de precipitadamente desligar o com-putador. Clique: lá se ia a Solly. Lá se ia a única pessoa que para ele tinha importância.
Ah, se pudesse fazer o mesmo com a mulher. Se houvesse um dispositi-vo eletrônico capaz de fazer as criaturas sumirem... Tudo o que ele teria de fazer era dar um clique, e pronto, a incômoda esposa estaria deletada de sua existência.
Momentaneamente, claro. Porque a verdade é que não podia viver sem ela. Acostumara-se, pronto, sentia falta dela. De modo que seu dispositivo eletrônico permitira que, quando necessário, ele a acessasse.
Seria a vida perfeita. Seria? Não. Porque numa dessas vezes a mulher retornaria do ciberes-paço com um vírus qualquer. Um vírus que a faria, por exemplo, muito atraen-te aos olhos do vizinho do lado. Ou seja: um vírus que tornaria a sua vida in-compreensível, infernal. Nem tudo,
Todas os comentários tecidos sobre o texto são adequados, EXCETO.
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