Foram encontradas 54 questões.
INSTRUÇÕES – As questões 9 e 10 foram baseadas na Cartilha: A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Analise as assertivas abaixo.
I. A instituição sem fins lucrativos está desobrigada de preencher um percentual de seus cargos com pessoas com deficiência, mesmo se tiver 100 (cem) ou mais empregados.
II. A pessoa com deficiência tem direito a horário flexível e reduzido, com proporcionalidade de salário, quando tais procedimentos forem necessários em razão do seu grau de deficiência.
III. Por exigência legal, os empregados com deficiência devem ser distribuídos proporcionalmente entre os estabelecimentos (filiais) da empresa.
É correto afirmar que são VERDADEIRAS
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INSTRUÇÕES – As questões 9 e 10 foram baseadas na Cartilha: A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Analise as assertivas abaixo e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A expressão pessoas deficientes refere-se a qualquer pessoa incapaz de assegurar por si mesma, total ou parcialmente, as necessidades de uma vida individual ou social normal, em decorrência de apenas uma deficiência congênita em suas capacidades físicas ou mentais.
( ) As pessoas deficientes, qualquer que seja a origem, natureza e gravidade de suas deficiências, têm os mesmos direitos fundamentais que seus concidadãos da mesma idade, o que implica, antes de tudo, o direito de desfrutar de uma vida decente tão normal e plena quanto possível.
( ) As pessoas deficientes têm direito à segurança econômica e social e a um nível de vida decente e, de acordo com suas capacidades, a obter e manter um emprego ou desenvolver ações úteis, produtivas e remuneradas sem, contudo, participar dos sindicatos.
Assinale a sequência CORRETA.
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- Assistente SocialCódigo de Ética do Assistente Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
Constituem deveres dos (as) assistentes sociais em suas relações com entidades da categoria e demais organizações da sociedade civil, EXCETO:
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INSTRUÇÕES – As questões 6 e 7 foram baseadas na Lei Federal nº 10.216, de 06/04/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais.
Considerando a proteção e os direitos das pessoas acometidas de transtorno mental, é INCORRETO afirmar que
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INSTRUÇÕES – As questões 6 e 7 foram baseadas na Lei Federal nº 10.216, de 06/04/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais.
[...]. Constituem direitos da pessoa portadora de transtorno mental, EXCETO:
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Max Pagés, em seu livro O poder das organizações, apresenta diversos tipos de sistemas de mediações operacionalizadas pelas organizações modernas, tendo como finalidade primordial assegurar as transformações do sistema produtivo e manter o controle sob seus trabalhadores. Ou seja, todas as políticas positivas das empresas, políticas de pessoal e financeiras devem ser interpretadas como respostas antecipadas aos conflitos.
Considerando a afirmativa acima, marque a opção que NÃO corresponde a um desses tipos de mediações.
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INSTRUÇÕES: As questões de 21 a 30 referem-se ao texto abaixo.
Leia-o com atenção antes de responder a elas.
O que se revela quando se diz
A língua, na maioria das vezes, oferece-nos várias possibilidades para dizer praticamente as mesmas coisas. Escolher a forma mais adequada para cada situação, cotejar usos, comparar registros, sempre tendo em mente a riqueza dos processos de variação linguística, é (ou deveria ser) preocupação de todos os falantes, sob o risco de a intercompreensão e a eficiência de comunicação se perderem.
O “ultrapassado” – ao menos em grande parte do universo acadêmico – discurso do certo X errado, fundamentado numa dicotomia tão rígida quanto equivocada, desconsidera que a língua, como sistema que é, merece ser tomada mais como um objeto de estudo do que como um pretexto para normatizações frágeis e, muitas vezes, preconceituosas.
Por exemplo: quando, no começo dos anos 50, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira compuseram um dos maiores sucessos da música popular brasileira de todos os tempos, o baião “Asa Branca”, alguns puristas podem ter ficado incomodados com o final da quarta estrofe da canção: “Espero a chuva cair de novo / Pra mim voltá pro meu sertão”. Afinal, o uso do pronome oblíquo “mim” na posição de sujeito vai de encontro às prescrições dos normativistas, que apregoam o emprego do pronome reto (eu) numa construção como essa.
As explicações sintáticas para essa prescrição vão das mais finas (os pronomes pessoais em português mantêm resquícios da flexão de caso do latim e, por isso, são grafados diferentemente de acordo com sua função sintática) às mais insólitas (todos já ouvimos o descabido “mim não faz nada” ou o politicamente incorreto e descabido “mim é índio”). O fato é que, por mais que haja quem condene o “mim” como sujeito, esse uso não se deixou abalar e continua afirmando sua existência nas ruas.
Manuel Bandeira chegou mesmo a dizer que não havia nada mais “gostoso” do que usar o mim como sujeito de verbo no infinito. Para ele, a expressão “pra mim brincar” deveria ser usada por todos os brasileiros. Em que pese sua filiação modernista, que o levava a prestigiar as variantes populares da língua, até mesmo como reação aos beletrismos de parte da literatura brasileira da virada do século XIX para o século XX, é de elogiar sua percepção aguçada de fenômenos de língua, que o faz privilegiar a espontaneidade em detrimento da “correção”. A tese de Bandeira é plenamente adequada para explicar o uso dos pronomes em “Asa Branca”. Na canção, o emprego do “eu” no lugar do “mim” tornaria o texto incoerente. O narrador de “Asa Branca” é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de “verdade” do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador.
Linguistas de todas as épocas reconhecem que, quando falamos ou escrevemos, dizemos mais do que imaginamos. Na verdade, revelamos de onde somos, em que época vivemos, qual o nosso universo social, como queremos nos relacionar com nossos interlocutores. Isso se dá porque a língua não é neutra; ela encerra valores, crenças, ideologias. É por esse motivo que uma simples escolha lexical pode ter mais peso do que supúnhamos.
Veja-se o caso dos vocativos. Ao referirmo-nos aos nossos interlocutores, interpelando-os diretamente, podemos empregar as mais variadas formas de tratamento: doutor, senhor, moço, amigo, companheiro, camarada, rapaz, parceiro, mano, gajo, meu irmão, guri, quase todas com suas respectivas flexões femininas. Os exemplos são infindáveis. Acontece, contudo, que cada forma de tratamento revela muito mais do que se imagina: um “doutor” numa conversa cotidiana pode ser irônico; um “gajo” numa aula de literatura, uma homenagem a Portugal; um “mano” no Rio de Janeiro, uma brincadeira com o falar de São Paulo; um “camarada” num encontro partidário, uma filiação ideológica. Nada é neutro. Daí, o aforismo de Wittgenstein: “os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo”. Quanto maior é a consciência dos falantes sobre essas questões, maior é sua capacidade de controlar, ainda que parcialmente, o que se revela quando se diz.
(CALBUCCI. E. Disponível em Acessado em: 29 mar. 2013. Texto adaptado)
Observe o gráfico gerado no MS Excel.

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o tipo do gráfico.
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Com base na obra de Ana Elizabete da Mota, denominada O feitiço da ajuda- as determinações do serviço social na empresa, podemos afirmar que o assistente social na empresa é requisitado para cumprir as seguintes funções.
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INSTRUÇÕES – As questões 1 a 3 foram baseadas na obra de Maria Lúcia Silva Barroco, Fundamentos éticos do serviço social.
Segundo a autora, é CORRETO afirmar que o ato moral supõe
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INSTRUÇÕES – As questões 1 a 3 foram baseadas na obra de Maria Lúcia Silva Barroco, Fundamentos éticos do serviço social.
A moral é uma mediação entre as relações sociais, entre o indivíduo singular e sua dimensão humano-genérica.
A partir dessa premissa, é INCORRETO afirmar que a moral
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