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Foram encontradas 70 questões.

314536 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A tendência do aço em reagir com o ambiente faz com que estruturas metálicas, constituídas por essa liga, necessitem de sistemas de proteção contra oxidação. Nas refinarias, óleo cru e derivados podem ser armazenados em tanques de aço ao carbono e, após certo período, pode ocorrer uma separação de fases dentro do tanque. A fase aquosa fica em contato com o fundo interno do tanque, podendo ocasionar a oxidação desta superfície metálica. Como forma de minimizar esse problema, podem ser fixadas, no fundo do tanque, barras de alumínio formando uma célula eletroquímica. Com base nessas informações, no processo de proteção contra a oxidação, o comportamento do
 

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Fossil Fuels
The twentieth century has been called the hydrocarbon century due to the abundance of fossil fuels, and their contribution to human development. Fossil fuels were formed over millions of years by the decomposing remains of plants and animals under immense heat and pressure. This process resulted in energy laden fuels coal, petroleum, and natural gas, which together have generated most of the energy consumed globally for over a century, paving the way for continued advancement and new inventions.
Fossil fuels are currently the most economically available source of power for both personal and commercial uses. Petroleum fuels our cars and thirst for plastics, while natural gas and coal heat and electrify our homes. Mass transportation is also largely propelled by fossil fuels. In 2005, more than 3/4 of total world energy consumption was through the use of fossil fuels. Petroleum led with over 43.4 percent of the world’s total energy consumption, followed by natural gas (15.6 percent) and coal (8.3 percent). North America is the largest consumer of fossil fuels, utilizing nearly 25 percent of the world’s resources.
Long thought to be inexhaustible, fossil fuels have been used extensively since the Industrial Revolution. However, many believe that the world is using fossil fuels at an unsustainable rate. Some experts believe that the world has already reached its peak for oil extraction and production, and that it is only a matter of time before natural gas and coal follow suit. These near-term concerns about oil supply have led to increasing focus on, and exploration of, alternative sources of petroleum, such as in tar sands and oil shale.
To release their stored energy, fossil fuels must be burned. It is during this combustion process that a variety of emissions and particulates, including ash, are released into the atmosphere. Primary releases are sulfur, nitrogen, and carbon, which can be harmful to the environment. They can combine with water vapor in the air to form acidic compounds that create acid rain, and burning fossil fuels releases carbon dioxide, a greenhouse gas that scientists believe is key factor in global climate change.
There are also environmental risks associated with extracting, transporting, and utilizing fossil fuels. Mining for coal and drilling for oil are especially hazardous because the digging of massive mines and wells can change the surrounding landscapes and bring massive amounts of salt water to the surface which can damage nearby ecosystems without proper treatment and sequestration. Natural gas extraction is somewhat safer, but can also be hazardous. While there are regulations in place that attempts to minimize the risks, it is impossible to eliminate them completely. However, regulation is not sufficient; there must be continued research in developing new technologies for both fossil fuel and renewable energy, in addition to increasing conservation measures. Environmental Literacy Council
http://www.enviroliteracy.org/subcategory.php/21.html, access on March 14th, 2010.
According to paragraph 4, all the elements below result from the burning of fossil fuels, EXCEPT
 

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312114 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Uma bomba centrífuga opera com uma diferença de pressão !$ \Delta !$p entre a descarga e a sucção, processando uma vazão mássica W de um líquido com densidade e viscosidade absoluta/dinâmica !$ \mu !$. Se o rendimento da bomba é R (%), a potência consumida é

 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro(a) e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve(b): uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro(c).

Busco um lugar, porque o relativamente leve(d) começa a pesar(b) nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras(e) para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros(d) como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo(c) (e). De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal(a) significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

As palavras em destaque que, em duas ocorrências no texto, mantêm a mesma classe e o mesmo significado são

 

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303053 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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No que se refere a catalisadores, analise as seguintes afirmações:
I – catalisadores diminuem a entalpia e a entropia de reações;
II – catalisadores diminuem a energia de ativação de reações;
III – catalisadores viabilizam reações termodinamicamente desfavoráveis;
IV – catalisadores aumentam as velocidades específicas das reações direta e reversa em reações reversíveis.
Está correto APENAS o que se afirma em
 

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303008 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A reação hipotética, reversível e em fase gasosa
A(g) + B(g) Enunciado 303008-1 R(g) + S(g)
é processada em um reator batelada que opera a 25 ºC. Se as pressões parciais iniciais dos reagentes A e B são iguais a 1,5 atm, o !$ \Delta G^0_{298} !$ da reação é igual a zero e a constante universal dos gases é igual a 82,06 (atm.cm3)/(mol.K), o valor da pressão parcial do produto R(g), em atm, no equilíbrio, será
 

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298294 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Em uma plataforma petrolífera, risers (tubos cilíndricos) são usados para transportar fluidos do poço até a superfície. Considere um riser, com diâmetro interno de 1 m e espessura de parede igual a 10 cm, que transporta água a 46 ºC. A temperatura do fluido externo ao riser é 6 ºC. Os coeficientes de película interno e externo são, respectivamente, 150 W/m2K e 100 W/m2K. O material do riser é aço-carbono, cuja condutividade térmica pode ser aproximada por 60 W/m2K. Suponha que o número seja igual a aproximadamente 3, ln (1,2) 0,2 e ln (1,1) 0,1. Considere valores aproximados nos cálculos e tome como base a área externa de troca térmica. O calor total trocado, por metro de tubo, entre a água e o fluido externo, e a resistência total à troca térmica são, respectivamente,

 

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278931 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Sabendo-se que o calor envolvido na liquefação do gelo é de 364 kJ/kg, o valor da variação de entropia, quando 1,5 kg de água no estado líquido, a 0 ºC, passa para o estado sólido a 0 ºC, é
 

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278905 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia de Petróleo
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A indústria petroquímica é complexa em termos de produtos e processos. Os produtos são classificados como de 1a, 2a e 3a gerações à medida que se caminha na cadeia petroquímica. Dentre os processos de produção dos petroquímicos de 1a geração, está a reforma catalítica com vistas à produção de

 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

A sentença “Pouco se lixam...” indica que a atitude das pessoas foi:

 

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