Foram encontradas 407 questões.
A música “Tocando em frente” de Almir Sater está escrita em primeira pessoa, ou seja, quem fala nessa letra é um “eu”. Sobre esse “eu”, que chamamos de “eu-lírico”, responda a questão, a seguir.
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei
Fonte: letras.mus.br
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- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaInterjeições
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
Leia a charge de Malfada, personagem criada pelo chargista argentino Quino, e responda a questão a seguir.

A partir da leitura atenta da charge, e da gramática normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A expressão “olá!” no primeiro quadrinho é uma interjeição.
( ) A vírgula no terceiro quadrinho indica zeugma.
( ) A expressão “seu pai” no segundo quadrinho é um vocativo.
( ) Como exemplo da charge lida, esse é um gênero que tem a função de entreter o leitor com seu humor sem utilizar a crítica social para isso.
( ) A palavra “não” no segundo quadrinho é um advérbio de negação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Leia com atenção o trecho da reportagem sobre o uso de protetor solar e responda a questão a seguir.
Apesar de ainda vermos alguns teimosos por aí, o protetor solar é figurinha carimbada das malas de quem vai passar as férias na praia ou vai curtir o sol do verão. Mas, com a chegada dos meses mais frios do ano, a história é outra. “Como no inverno não sentimos calor, as pessoas acreditam que não há grande risco em se expor sem o produto”, explica o dermatologista Marcus Maia, professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na capital paulista. O problema é que o perigo existe, sim, e a responsável por ele é a radiação UVA.
A encrenca com os raios UVA começa com a falta de informação: há certo desconhecimento sobre eles. Enquanto o UVB é mais predominante no verão do que na estação do frio, o UVA incide o ano inteiro e também ao longo de todo o dia. “Antes das 10 e depois das 17 horas, o horário em que teoricamente seria permitido tomar sol livremente, o UVA continua sendo emitido e, como não queima, durante muito tempo achou-se que ele era inofensivo”, expõe o dermatologista Sérgio Schalka, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
(Abril, Saúde - Faça chuva ou faça sol, use protetor solar, s/d)
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Observe o cartaz de uma campanha contra o assédio sexual nos metrôs e responda a questão a seguir.

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A partir do trecho da reportagem abaixo, sobre a mostra “Afinidades Afetivas” da 33ª Bienal de Artes de São Paulo, responda a questão a seguir.
Bienal de Arte de São Paulo de 2018 terá ‘tema livre’. A exposição trará uma soma de projetos individuais, que tratam sobre assuntos distintos Na contramão das 32 edições passadas, a Bienal de Arte de São Paulo de 2018 não vai eleger um tema para estruturar a exposição.
No lugar, o evento propõe uma soma de trabalhos individuais, exaltando a particularidade de cada artista e a compreensão pessoal dos espectadores frente às obras.
Segundo a curadoria da Bienal, a decisão é uma resposta a um “mundo de verdades prontas, onde a fragmentação da informação e a dificuldade de concentração levam à alienação e passividade” dos indivíduos. Os homenageados da edição, o guatemalteco Aníbal López, o paraguaio Feliciano Centurión e a brasileira Lucia Nogueira, também têm pouco em comum artisticamente, além do fato de terem morrido precocemente.
Fonte: Revista Veja
A partir da leitura atenta da reportagem acima, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A Bienal de Arte de São Paulo de 2018 não elegerá um tema e trará somente três artistas.
II. A Bienal de Arte de São Paulo de 2108 não elegerá um tema por priorizar a particularidade de cada artista e a compreensão pessoal dos espectadores.
III. O curador pretende fragmentar a informação e a concentração dos indivíduos como resposta à alienação.
IV. Esta Bienal terá pontos que a distinguem das 32 edições passadas.
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Leia com atenção o trecho do artigo Consumismo infantil, um problema de todos do programa Criança e Consumo e responda a questão.
Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconsequente.
As crianças, que vivenciam uma fase de peculiar desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves consequências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras. Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.
Fonte: Criança e Consumo
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Leia o trecho de “Os três mal amados” de João Cabral de Melo Neto e responda a questão a seguir.
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
(Portal São Francisco, s/d)
Com base na interpretação do texto acima, analise as afirmativas abaixo.
I.A palavra amor está no sentido figurado.
II.“Escrevera meu nome” é uma oração inscrita no tempo futuro.
III.A interpretação do texto sugere que “amor” é o nome de um cachorro.
IV.O plural de chapéu é chapéis.
Estão corretas as afirmativas:
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Leia com atenção o texto “Função da Arte/1” do Livro dos Abraços, do escritor uruguaio Eduardo Galeano, e responda a questão a seguir.
Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadlof, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul.
Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai
– Me ajuda a olhar!
Fonte: Carta Maior
Leia atentamente o trecho do livro de Eduardo Galeano e, de acordo com a sintaxe da gramática normativa da Língua Portuguesa, analise as afiirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. No trecho “Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas” o termo destacado é aposto.
II. A oração “Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia” é Oração Subordinada Adverbial Temporal.
III. No trecho “o menino ficou mudo de beleza” o termo destacado é um Predicativo do Sujeito.
IV. No trecho “pediu ao pai” o termo destacado é objeto direto.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- MorfologiaPronomes
Leia o trecho inicial do conto “Muribeca” de Marcelino Freire e observe as duas imagens abaixo para responder a questão a seguir:
Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pelas ruas, roubar pra comer? E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil.
Fonte: Armazém de Texto - Blogspot

Em relação ao texto e à gramática normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O sujeito da oração “É a vida da gente o lixão.” é simples e posposto.
II. Nesse trecho “E por que é que agora querem tirar ele da gente?” há um erro de colocação pronominal.
III. A oração destacada em negrito “Não pense que é fácil.” é classificada como Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta.
IV. “(...) vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa?” as orações desse período são classificadas como Orações Coordenadas Sindéticas Aditivas.
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Leia com atenção o trecho da reportagem sobre o uso de protetor solar e responda a questão a seguir.
Apesar de ainda vermos alguns teimosos por aí, o protetor solar é figurinha carimbada das malas de quem vai passar as férias na praia ou vai curtir o sol do verão. Mas, com a chegada dos meses mais frios do ano, a história é outra. “Como no inverno não sentimos calor, as pessoas acreditam que não há grande risco em se expor sem o produto”, explica o dermatologista Marcus Maia, professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na capital paulista. O problema é que o perigo existe, sim, e a responsável por ele é a radiação UVA.
A encrenca com os raios UVA começa com a falta de informação: há certo desconhecimento sobre eles. Enquanto o UVB é mais predominante no verão do que na estação do frio, o UVA incide o ano inteiro e também ao longo de todo o dia. “Antes das 10 e depois das 17 horas, o horário em que teoricamente seria permitido tomar sol livremente, o UVA continua sendo emitido e, como não queima, durante muito tempo achou-se que ele era inofensivo”, expõe o dermatologista Sérgio Schalka, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
(Abril, Saúde - Faça chuva ou faça sol, use protetor solar, s/d)
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