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Foram encontradas 407 questões.

Observe o quadrinho da chargista Sarah Andersen e responda a questão a seguir.

enunciado 524755-1

Assinale a alternativa incorreta:
 

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524754 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Araraquara-SP
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Observe atentamente o cartaz de uma campanha antitabagista abaixo. Interpretando seu conteúdo, responda a questão.

enunciado 524754-1

Utilizando a interpretação linguística e visual do cartaz acima assinale a alternativa correta.

 

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524753 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Araraquara-SP

Leia com atenção o texto “Função da Arte/1” do Livro dos Abraços, do escritor uruguaio Eduardo Galeano, e responda a questão a seguir.

Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadlof, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul.

Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai

– Me ajuda a olhar!

Fonte: Carta Maior

A partir da leitura atenta do texto acima, e da morfologia da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) A palavra destacada no trecho é um advérbio de tempo “Diego não conhecia o mar”

( ) No trecho “O pai, Santiago Kovadlof, levou-o” o termo destacado é um pronome pessoal do caso oblíquo.

( ) No trecho “E foi tanta a imensidão do mar” a expressão destacada é uma locução adjetiva.

( ) No trecho “foi tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza” o termo destacado é um pronome relativo.

( ) No trecho “E quando finalmente conseguiu falar” a palavra destacada é uma preposição.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

 

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Leia o trecho inicial do conto “Muribeca” de Marcelino Freire e observe as duas imagens abaixo para responder a questão a seguir:

Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a mobília da casa, cadeira pra pôr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo pra poder ter sofá, costurado, cama, colchão. Até televisão. É a vida da gente o lixão. E por que é que agora querem tirar ele da gente? O que é que eu vou dizer pras crianças? Que não tem mais brinquedo? Que acabou o calçado? Que não tem mais história, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pelas ruas, roubar pra comer? E o que eu vou cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou inventar farofa? Fale, fale. Explique o que é que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? Não pense que é fácil.

Fonte: Armazém de Texto - Blogspot

enunciado 524752-1

Leia o texto atentamente e assinale a alternativa correta.
 

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524751 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Araraquara-SP
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De acordo com as regras da gramática normativa da Língua Portuguesa, sobre o uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa incorreta.
 

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524750 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Araraquara-SP
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Nasrudin é uma figura do imaginário oriental conhecido como o sábio-tolo. Leia com atenção a história abaixo e responda a questão a seguir.

Um homem analfabeto pediu a Nasrudin que escrevesse uma carta para ele. Todavia, Nasrudin recusou, dizendo:

- Infelizmente, eu não posso fazer isso agora porque os meus pés estão doendo demais.

- Seus pés? – O homem perguntou surpreso – O que isso tem a ver com o ato de escrever uma carta?

- Bem,- explicou Nasrudin – desde que ninguém além de mim é capaz de ler minha caligrafia, eu tenho de ir onde quer que a carta vá, a fim de que eu mesmo possa lê-la para o destinatário.

Fonte: nasrudin.com.br

Partindo do texto acima, assinale a alternativa correta.

 

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524749 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Araraquara-SP

Leia alguns trechos do poema “Súplica” da poeta moçambicana Noémia de Souza e responda a questão.

Tirem-nos tudo,

mas deixem-nos a música!

Tirem-nos a terra em que nascemos,

onde crescemos

e onde descobrimos pela primeira vez

que o mundo é assim:

um tabuleiro de xadrez…

(...)

Podem desterrar-nos,

levar-nos

para longe terras,

vender-nos como mercadoria, acorrentar-nos

à terra, do sol à lua e da lua ao sol,

mas seremos sempre livres

se nos deixarem a música!

Que onde estiver nossa canção

mesmo escravos, senhores seremos;

(...)

– Por isso pedimos,

de joelhos pedimos:

Tirem-nos tudo…

mas não nos tirem a vida,

não nos levem a música!

Fonte: Ermira Cultura

A partir da leitura atenta do poema, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. o eu-lírico deseja que lhe tirem tudo, mesmo que ele precise da música.

II. o eu-lírico entende a música como uma forma de libertação mesmo que esteja acorrentado.

III. o eu-lírico ajoelha por desejar ser senhor.

IV. o eu-lírico entende que a música substitui todas as outras necessidades de seu povo.

 

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Observe o cartaz de uma campanha contra o assédio sexual nos metrôs e responda a questão a seguir.

enunciado 524748-1

A partir da leitura atenta do cartaz acima, levando em consideração sua linguagem verbal e não verbal, assinale a alternativa correta:
 

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Leia com atenção o trecho inicial do conto “O dia em que explodiu Mabata-Bata” do escritor angolano Mia Couto, e responda a questão a seguir.

De repente, o boi explodiu. Rebentou sem um múúú. No capim em volta choveram pedaços e fatias, grão e folhas de boi. A carne eram já borboletas vermelhas. Os ossos eram moedas espalhadas. Os chifres ficaram num qualquer ramo, balouçando a imitar a vida, no invisível do vento.

O espanto não cabia em Azarias, o pequeno pastor. Ainda há um instante ele admirava o grande boi malhado, chamado de Mabata-bata. O bicho pastava mais vagaroso que a preguiça. Era o maior da manada, régulo da chifraria, e estava destinado como prenda de lobolo do tio Raul, dono da criação. Azarias trabalhava para ele desde que era órfão. Despegava antes da luz para que os bois comessem o cacimbo das primeiras horas. Olhou a desgraça: o boi poeirado, eco de silêncio, sombra de nada.

“Deve ser foi um relâmpago”, pensou.

Mas relâmpago não podia. O céu estava liso, azul sem mancha. De onde saíra o raio? Ou foi a terra que relampejou?

Fonte: Ms - Camp, 10/10/2008

Sobre as figuras de linguagem presentes no trecho acima, assinale a alternativa incorreta:
 

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524746 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Araraquara-SP
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De acordo com as regras da gramática normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta na qual todos os plurais estão flexionados corretamente.
 

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