Foram encontradas 256 questões.
O Motorista está calculando o tempo necessário para uma viagem oficial. Se ele sabe
que leva 2 horas para percorrer 120 km, quanto tempo levará para percorrer 300 km na mesma
velocidade?
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A Recepcionista Carla precisa resolver um problema lógico para organizar a ordem de
atendimento dos visitantes na Câmara Municipal. Carla recebeu três visitantes: João, Maria e Pedro. Ela
sabe que:
1. João chegou antes de Pedro.
2. Maria chegou depois de Pedro.
3. Pedro não foi o primeiro a chegar.
Qual é a ordem correta de chegada dos visitantes?
1. João chegou antes de Pedro.
2. Maria chegou depois de Pedro.
3. Pedro não foi o primeiro a chegar.
Qual é a ordem correta de chegada dos visitantes?
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Carlos escreveu uma P.A. decrescente com 4 termos, apenas com números inteiros.
Em seguida, ele somou esses termos e o resultado deu 32. Depois multiplicou esses números e o
resultado deu 3465. Podemos afirmar que:
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A imagem a seguir mostra 4 figuras criadas utilizando hexágonos, seguindo um determinado padrão.

Seguindo esse mesmo padrão, quantos hexágonos são necessários para formar a Figura 20?
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou
Um dos filmes mais tocantes dos últimos tempos, Dias Perfeitos, de Wim Wenders, é de
uma simplicidade repleta de sentidos. Quem achou o filme um tédio não percebeu o quanto a vida
acontece a cada cena. Todo dia, o personagem Hirayama faz tudo sempre igual: escova os dentes, coloca
o uniforme, pega um café na máquina automática e sai com o carro a fim de realizar seu trabalho como
limpador de banheiros de parques públicos em Tóquio. No trajeto, escuta música em fitas K-7. À noite,
lê um pouco, dorme e no dia seguinte retoma a mesma rotina, aparentemente idêntica.
O filme concorreu ao Oscar e já foi mais que comentado. Assisti em janeiro, mas só agora,
revendo a antológica cena final, em que o ator Koji Yakusho dirige escutando Feeling Good, de Nina
Simone, permiti que o choro e o riso do personagem, ambos simultâneos naquele close poderoso, se
misturassem aos meus.
Janeiro parece que foi em outra vida. Em minha rotina, nada se mantém igual: há um sul em
mim que adoece e um norte em mim que se expande – dentro do mesmo corpo. Caio, levanto, me deito,
danço, alternando reações, conforme sou atingida pelas notícias do mundo ou pelos silêncios que
encontro ao abrir minhas gavetas internas. Tudo é muito – e muito intenso. Alguém chamou de “tempo
de desorientação”. Não tenho o nome do autor para dar o crédito, mas o parabenizo: que definição
precisa.
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou. Nada de me socorrer no passado ou
projetar um futuro que desconheço, este balé escapista que tonteia. Grudo no livro que estou lendo,
absorvo a música que está tocando e fico atenta ao que me acontece agora, e do jeito que me atinge, de
frente e por dentro. A vida mirou em mim e me acertou.
Com tanta presença, a solidão não entra. É o que Hirayama nos transmite no filme. Ele não
passa os olhos: ele enxerga. Ele não finge que ouve: ele escuta. Ele sabe onde estão suas chaves, ele
desce e sobe com cuidado os seus degraus, ele torna nobre o seu ofício desprezado, ele até disputa um
jogo da velha contra um adversário invisível. Pertence ao mundo com inteireza, não aos pedaços. Quanto
à questão digital, o filme é claro: não precisamos de mil, 10 mil, um milhão. Precisamos de um. De uma.
A cada vez. Calmamente. É o que nos torna um planeta habitado.
Temos sido sugados por ralos tecnológicos que nos despejam em valas comuns, onde
viramos números, algoritmos, seguidores sem rostos. Que essa bagunça virtual não corrompa nossa
casa e nossa mente, os dois espaços sagrados da existência. E que a alma da gente não seja pulverizada
pelos gigabytes. É uma luta diária não se deixar desorientar. A gente chora porque é difícil. E, ao mesmo
tempo, ri porque consegue.
Autora: Martha Medeiros – GZH (adaptado).
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou
Um dos filmes mais tocantes dos últimos tempos, Dias Perfeitos, de Wim Wenders, é de
uma simplicidade repleta de sentidos. Quem achou o filme um tédio não percebeu o quanto a vida
acontece a cada cena. Todo dia, o personagem Hirayama faz tudo sempre igual: escova os dentes, coloca
o uniforme, pega um café na máquina automática e sai com o carro a fim de realizar seu trabalho como
limpador de banheiros de parques públicos em Tóquio. No trajeto, escuta música em fitas K-7. À noite,
lê um pouco, dorme e no dia seguinte retoma a mesma rotina, aparentemente idêntica.
O filme concorreu ao Oscar e já foi mais que comentado. Assisti em janeiro, mas só agora,
revendo a antológica cena final, em que o ator Koji Yakusho dirige escutando Feeling Good, de Nina
Simone, permiti que o choro e o riso do personagem, ambos simultâneos naquele close poderoso, se
misturassem aos meus.
Janeiro parece que foi em outra vida. Em minha rotina, nada se mantém igual: há um sul em
mim que adoece e um norte em mim que se expande – dentro do mesmo corpo. Caio, levanto, me deito,
danço, alternando reações, conforme sou atingida pelas notícias do mundo ou pelos silêncios que
encontro ao abrir minhas gavetas internas. Tudo é muito – e muito intenso. Alguém chamou de “tempo
de desorientação”. Não tenho o nome do autor para dar o crédito, mas o parabenizo: que definição
precisa.
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou. Nada de me socorrer no passado ou
projetar um futuro que desconheço, este balé escapista que tonteia. Grudo no livro que estou lendo,
absorvo a música que está tocando e fico atenta ao que me acontece agora, e do jeito que me atinge, de
frente e por dentro. A vida mirou em mim e me acertou.
Com tanta presença, a solidão não entra. É o que Hirayama nos transmite no filme. Ele não
passa os olhos: ele enxerga. Ele não finge que ouve: ele escuta. Ele sabe onde estão suas chaves, ele
desce e sobe com cuidado os seus degraus, ele torna nobre o seu ofício desprezado, ele até disputa um
jogo da velha contra um adversário invisível. Pertence ao mundo com inteireza, não aos pedaços. Quanto
à questão digital, o filme é claro: não precisamos de mil, 10 mil, um milhão. Precisamos de um. De uma.
A cada vez. Calmamente. É o que nos torna um planeta habitado.
Temos sido sugados por ralos tecnológicos que nos despejam em valas comuns, onde
viramos números, algoritmos, seguidores sem rostos. Que essa bagunça virtual não corrompa nossa
casa e nossa mente, os dois espaços sagrados da existência. E que a alma da gente não seja pulverizada
pelos gigabytes. É uma luta diária não se deixar desorientar. A gente chora porque é difícil. E, ao mesmo
tempo, ri porque consegue.
Autora: Martha Medeiros – GZH (adaptado).
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou
Um dos filmes mais tocantes dos últimos tempos, Dias Perfeitos, de Wim Wenders, é de
uma simplicidade repleta de sentidos. Quem achou o filme um tédio não percebeu o quanto a vida
acontece a cada cena. Todo dia, o personagem Hirayama faz tudo sempre igual: escova os dentes, coloca
o uniforme, pega um café na máquina automática e sai com o carro a fim de realizar seu trabalho como
limpador de banheiros de parques públicos em Tóquio. No trajeto, escuta música em fitas K-7. À noite,
lê um pouco, dorme e no dia seguinte retoma a mesma rotina, aparentemente idêntica.
O filme concorreu ao Oscar e já foi mais que comentado. Assisti em janeiro, mas só agora,
revendo a antológica cena final, em que o ator Koji Yakusho dirige escutando Feeling Good, de Nina
Simone, permiti que o choro e o riso do personagem, ambos simultâneos naquele close poderoso, se
misturassem aos meus.
Janeiro parece que foi em outra vida. Em minha rotina, nada se mantém igual: há um sul em
mim que adoece e um norte em mim que se expande – dentro do mesmo corpo. Caio, levanto, me deito,
danço, alternando reações, conforme sou atingida pelas notícias do mundo ou pelos silêncios que
encontro ao abrir minhas gavetas internas. Tudo é muito – e muito intenso. Alguém chamou de “tempo
de desorientação”. Não tenho o nome do autor para dar o crédito, mas o parabenizo: que definição
precisa.
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou. Nada de me socorrer no passado ou
projetar um futuro que desconheço, este balé escapista que tonteia. Grudo no livro que estou lendo,
absorvo a música que está tocando e fico atenta ao que me acontece agora, e do jeito que me atinge, de
frente e por dentro. A vida mirou em mim e me acertou.
Com tanta presença, a solidão não entra. É o que Hirayama nos transmite no filme. Ele não
passa os olhos: ele enxerga. Ele não finge que ouve: ele escuta. Ele sabe onde estão suas chaves, ele
desce e sobe com cuidado os seus degraus, ele torna nobre o seu ofício desprezado, ele até disputa um
jogo da velha contra um adversário invisível. Pertence ao mundo com inteireza, não aos pedaços. Quanto
à questão digital, o filme é claro: não precisamos de mil, 10 mil, um milhão. Precisamos de um. De uma.
A cada vez. Calmamente. É o que nos torna um planeta habitado.
Temos sido sugados por ralos tecnológicos que nos despejam em valas comuns, onde
viramos números, algoritmos, seguidores sem rostos. Que essa bagunça virtual não corrompa nossa
casa e nossa mente, os dois espaços sagrados da existência. E que a alma da gente não seja pulverizada
pelos gigabytes. É uma luta diária não se deixar desorientar. A gente chora porque é difícil. E, ao mesmo
tempo, ri porque consegue.
Autora: Martha Medeiros – GZH (adaptado).
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou
Um dos filmes mais tocantes dos últimos tempos, Dias Perfeitos, de Wim Wenders, é de
uma simplicidade repleta de sentidos. Quem achou o filme um tédio não percebeu o quanto a vida
acontece a cada cena. Todo dia, o personagem Hirayama faz tudo sempre igual: escova os dentes, coloca
o uniforme, pega um café na máquina automática e sai com o carro a fim de realizar seu trabalho como
limpador de banheiros de parques públicos em Tóquio. No trajeto, escuta música em fitas K-7. À noite,
lê um pouco, dorme e no dia seguinte retoma a mesma rotina, aparentemente idêntica.
O filme concorreu ao Oscar e já foi mais que comentado. Assisti em janeiro, mas só agora,
revendo a antológica cena final, em que o ator Koji Yakusho dirige escutando Feeling Good, de Nina
Simone, permiti que o choro e o riso do personagem, ambos simultâneos naquele close poderoso, se
misturassem aos meus.
Janeiro parece que foi em outra vida. Em minha rotina, nada se mantém igual: há um sul em
mim que adoece e um norte em mim que se expande – dentro do mesmo corpo. Caio, levanto, me deito,
danço, alternando reações, conforme sou atingida pelas notícias do mundo ou pelos silêncios que
encontro ao abrir minhas gavetas internas. Tudo é muito – e muito intenso. Alguém chamou de “tempo
de desorientação”. Não tenho o nome do autor para dar o crédito, mas o parabenizo: que definição
precisa.
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou. Nada de me socorrer no passado ou
projetar um futuro que desconheço, este balé escapista que tonteia. Grudo no livro que estou lendo,
absorvo a música que está tocando e fico atenta ao que me acontece agora, e do jeito que me atinge, de
frente e por dentro. A vida mirou em mim e me acertou.
Com tanta presença, a solidão não entra. É o que Hirayama nos transmite no filme. Ele não
passa os olhos: ele enxerga. Ele não finge que ouve: ele escuta. Ele sabe onde estão suas chaves, ele
desce e sobe com cuidado os seus degraus, ele torna nobre o seu ofício desprezado, ele até disputa um
jogo da velha contra um adversário invisível. Pertence ao mundo com inteireza, não aos pedaços. Quanto
à questão digital, o filme é claro: não precisamos de mil, 10 mil, um milhão. Precisamos de um. De uma.
A cada vez. Calmamente. É o que nos torna um planeta habitado.
Temos sido sugados por ralos tecnológicos que nos despejam em valas comuns, onde
viramos números, algoritmos, seguidores sem rostos. Que essa bagunça virtual não corrompa nossa
casa e nossa mente, os dois espaços sagrados da existência. E que a alma da gente não seja pulverizada
pelos gigabytes. É uma luta diária não se deixar desorientar. A gente chora porque é difícil. E, ao mesmo
tempo, ri porque consegue.
Autora: Martha Medeiros – GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou
Um dos filmes mais tocantes dos últimos tempos, Dias Perfeitos, de Wim Wenders, é de
uma simplicidade repleta de sentidos. Quem achou o filme um tédio não percebeu o quanto a vida
acontece a cada cena. Todo dia, o personagem Hirayama faz tudo sempre igual: escova os dentes, coloca
o uniforme, pega um café na máquina automática e sai com o carro a fim de realizar seu trabalho como
limpador de banheiros de parques públicos em Tóquio. No trajeto, escuta música em fitas K-7. À noite,
lê um pouco, dorme e no dia seguinte retoma a mesma rotina, aparentemente idêntica.
O filme concorreu ao Oscar e já foi mais que comentado. Assisti em janeiro, mas só agora,
revendo a antológica cena final, em que o ator Koji Yakusho dirige escutando Feeling Good, de Nina
Simone, permiti que o choro e o riso do personagem, ambos simultâneos naquele close poderoso, se
misturassem aos meus.
Janeiro parece que foi em outra vida. Em minha rotina, nada se mantém igual: há um sul em
mim que adoece e um norte em mim que se expande – dentro do mesmo corpo. Caio, levanto, me deito,
danço, alternando reações, conforme sou atingida pelas notícias do mundo ou pelos silêncios que
encontro ao abrir minhas gavetas internas. Tudo é muito – e muito intenso. Alguém chamou de “tempo
de desorientação”. Não tenho o nome do autor para dar o crédito, mas o parabenizo: que definição
precisa.
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou. Nada de me socorrer no passado ou
projetar um futuro que desconheço, este balé escapista que tonteia. Grudo no livro que estou lendo,
absorvo a música que está tocando e fico atenta ao que me acontece agora, e do jeito que me atinge, de
frente e por dentro. A vida mirou em mim e me acertou.
Com tanta presença, a solidão não entra. É o que Hirayama nos transmite no filme. Ele não
passa os olhos: ele enxerga. Ele não finge que ouve: ele escuta. Ele sabe onde estão suas chaves, ele
desce e sobe com cuidado os seus degraus, ele torna nobre o seu ofício desprezado, ele até disputa um
jogo da velha contra um adversário invisível. Pertence ao mundo com inteireza, não aos pedaços. Quanto
à questão digital, o filme é claro: não precisamos de mil, 10 mil, um milhão. Precisamos de um. De uma.
A cada vez. Calmamente. É o que nos torna um planeta habitado.
Temos sido sugados por ralos tecnológicos que nos despejam em valas comuns, onde
viramos números, algoritmos, seguidores sem rostos. Que essa bagunça virtual não corrompa nossa
casa e nossa mente, os dois espaços sagrados da existência. E que a alma da gente não seja pulverizada
pelos gigabytes. É uma luta diária não se deixar desorientar. A gente chora porque é difícil. E, ao mesmo
tempo, ri porque consegue.
Autora: Martha Medeiros – GZH (adaptado).
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Um dos filmes mais tocantes dos últimos tempos, Dias Perfeitos, de Wim Wenders, é de
uma simplicidade repleta de sentidos. Quem achou o filme um tédio não percebeu o quanto a vida
acontece a cada cena. Todo dia, o personagem Hirayama faz tudo sempre igual: escova os dentes, coloca
o uniforme, pega um café na máquina automática e sai com o carro a fim de realizar seu trabalho como
limpador de banheiros de parques públicos em Tóquio. No trajeto, escuta música em fitas K-7. À noite,
lê um pouco, dorme e no dia seguinte retoma a mesma rotina, aparentemente idêntica.
O filme concorreu ao Oscar e já foi mais que comentado. Assisti em janeiro, mas só agora,
revendo a antológica cena final, em que o ator Koji Yakusho dirige escutando Feeling Good, de Nina
Simone, permiti que o choro e o riso do personagem, ambos simultâneos naquele close poderoso, se
misturassem aos meus.
Janeiro parece que foi em outra vida. Em minha rotina, nada se mantém igual: há um sul em
mim que adoece e um norte em mim que se expande – dentro do mesmo corpo. Caio, levanto, me deito,
danço, alternando reações, conforme sou atingida pelas notícias do mundo ou pelos silêncios que
encontro ao abrir minhas gavetas internas. Tudo é muito – e muito intenso. Alguém chamou de “tempo
de desorientação”. Não tenho o nome do autor para dar o crédito, mas o parabenizo: que definição
precisa.
Para manter a sanidade, não me afasto de onde estou. Nada de me socorrer no passado ou
projetar um futuro que desconheço, este balé escapista que tonteia. Grudo no livro que estou lendo,
absorvo a música que está tocando e fico atenta ao que me acontece agora, e do jeito que me atinge, de
frente e por dentro. A vida mirou em mim e me acertou.
Com tanta presença, a solidão não entra. É o que Hirayama nos transmite no filme. Ele não
passa os olhos: ele enxerga. Ele não finge que ouve: ele escuta. Ele sabe onde estão suas chaves, ele
desce e sobe com cuidado os seus degraus, ele torna nobre o seu ofício desprezado, ele até disputa um
jogo da velha contra um adversário invisível. Pertence ao mundo com inteireza, não aos pedaços. Quanto
à questão digital, o filme é claro: não precisamos de mil, 10 mil, um milhão. Precisamos de um. De uma.
A cada vez. Calmamente. É o que nos torna um planeta habitado.
Temos sido sugados por ralos tecnológicos que nos despejam em valas comuns, onde
viramos números, algoritmos, seguidores sem rostos. Que essa bagunça virtual não corrompa nossa
casa e nossa mente, os dois espaços sagrados da existência. E que a alma da gente não seja pulverizada
pelos gigabytes. É uma luta diária não se deixar desorientar. A gente chora porque é difícil. E, ao mesmo
tempo, ri porque consegue.
Autora: Martha Medeiros – GZH (adaptado).
Na oração "Com tanta presença, a solidão não entra", a palavra "presença" é classificada, gramaticalmente, como ____________. Por sua vez, “tanta” é classificada como _____________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
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