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Isso é mesmo terapia?
Em seu site, a Woebot promete “automatizar o processo e o conteúdo da terapia”, mas Alison tem o cuidado de não chamar o uso do Woebot de tratamento médico ou mesmo de terapia formal.
Em vez disso, afirma, o bot oferece “terapêutica digital”. E os termos de serviço do Woebot o chamam de programa de “pura autoajuda” que não se destina a emergências. De fato, no caso de uma crise severa, o Woebot diz que está programado para reconhecer a linguagem suicida e advertir os usuários a procurar uma alternativa humana.
Nesse sentido, o Woebot não se aproxima da terapia real. Como muitos aplicativos de saúde mental, a versão gratuita atual do Woebot não está sujeita à supervisão rigorosa da Food and Drug Administration (FDA), porque se enquadra na categoria de produto de “bem-estar geral”, recebendo apenas orientação da FDA.
Mas a Woebot está se esforçando para ir além disso. Com US$ 22 milhões de capital de risco em mãos, a Woebot está buscando autorização da FDA para desenvolver seu algoritmo para ajudar a tratar dois diagnósticos psiquiátricos, depressão pós-parto e depressão adolescente; e, depois, vender o programa aos sistemas de saúde.
A ideia, diz Darcy, não é substituir os terapeutas humanos por bots; ela acha que é importante ter os dois. “Isso é como dizer que toda vez que você estiver com fome, deve ir a um restaurante com estrela Michelin, quando, na verdade, um sanduíche vai ser uma boa alternativa”, disse ela. “O Woebot é um sanduíche. Um sanduíche muito bom.”
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
De acordo com o texto, é possível afirmar que:
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Isso é mesmo terapia?
Em seu site, a Woebot promete “automatizar o processo e o conteúdo da terapia”, mas Alison tem o cuidado de não chamar o uso do Woebot de tratamento médico ou mesmo de terapia formal.
Em vez disso, afirma, o bot oferece “terapêutica digital”. E os termos de serviço do Woebot o chamam de programa de “pura autoajuda” que não se destina a emergências. De fato, no caso de uma crise severa, o Woebot diz que está programado para reconhecer a linguagem suicida e advertir os usuários a procurar uma alternativa humana.
Nesse sentido, o Woebot não se aproxima da terapia real. Como muitos aplicativos de saúde mental, a versão gratuita atual do Woebot não está sujeita à supervisão rigorosa da Food and Drug Administration (FDA), porque se enquadra na categoria de produto de “bem-estar geral”, recebendo apenas orientação da FDA.
Mas a Woebot está se esforçando para ir além disso. Com US$ 22 milhões de capital de risco em mãos, a Woebot está buscando autorização da FDA para desenvolver seu algoritmo para ajudar a tratar dois diagnósticos psiquiátricos, depressão pós-parto e depressão adolescente; e, depois, vender o programa aos sistemas de saúde.
A ideia, diz Darcy, não é substituir os terapeutas humanos por bots; ela acha que é importante ter os dois. “Isso é como dizer que toda vez que você estiver com fome, deve ir a um restaurante com estrela Michelin, quando, na verdade, um sanduíche vai ser uma boa alternativa”, disse ela. “O Woebot é um sanduíche. Um sanduíche muito bom.”
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
A substituição do sintagma destacado pela que está entre parênteses implica ALTERAÇÃO na forma verbal em:
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O seu próximo terapeuta pode ser um robô
“Entendi que você está passando por um problema de relacionamento. Tenho habilidades muito poderosas que posso te ensinar. Mas você precisa estar disposto a aceitar 100% da sua responsabilidade pela mudança.” Essa fala talvez lembre uma sessão de terapia, mas, nesse caso, quem deu o conselho foi o Woebot, um chatbot terapêutico no qual o sofá do psiquiatra foi substituído pela tela do smartphone. O aplicativo se define como um terapeuta automatizado para os usuários que não podem se consultar com um profissional de verdade, seja por uma impossibilidade logística ou por dificuldade financeira.
A demanda por terapeutas não para de crescer. Durante a pandemia, cerca de 4 em cada 10 adultos nos Estados Unidos relataram ter tido sintomas de ansiedade ou depressão, de acordo com a Fundação Kaiser Family. Em paralelo, o governo federal americano tem alertado a respeito da grave escassez de terapeutas e psiquiatras. Segundo a ONG Mental Health America, quase 60% daqueles com doenças mentais não receberam tratamento no último ano.
A Woebot Health diz que a pandemia aumentou a demanda por seus serviços. O número de usuários diários do aplicativo dobrou e agora está na casa das dezenas de milhares, disse a presidente e fundadora da empresa, Alison Darcy, que é psicóloga.
“Se pudermos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece, então nós poderemos de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável, e tenha a capacidade de reduzir a incidência de sofrimento na população”, disse Alison.
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
No trecho “Tenho habilidades muito poderosas [...]” (1º§), o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o destacado está empregado em:
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O seu próximo terapeuta pode ser um robô
“Entendi que você está passando por um problema de relacionamento. Tenho habilidades muito poderosas que posso te ensinar. Mas você precisa estar disposto a aceitar 100% da sua responsabilidade pela mudança.” Essa fala talvez lembre uma sessão de terapia, mas, nesse caso, quem deu o conselho foi o Woebot, um chatbot terapêutico no qual o sofá do psiquiatra foi substituído pela tela do smartphone. O aplicativo se define como um terapeuta automatizado para os usuários que não podem se consultar com um profissional de verdade, seja por uma impossibilidade logística ou por dificuldade financeira.
A demanda por terapeutas não para de crescer. Durante a pandemia, cerca de 4 em cada 10 adultos nos Estados Unidos relataram ter tido sintomas de ansiedade ou depressão, de acordo com a Fundação Kaiser Family. Em paralelo, o governo federal americano tem alertado a respeito da grave escassez de terapeutas e psiquiatras. Segundo a ONG Mental Health America, quase 60% daqueles com doenças mentais não receberam tratamento no último ano.
A Woebot Health diz que a pandemia aumentou a demanda por seus serviços. O número de usuários diários do aplicativo dobrou e agora está na casa das dezenas de milhares, disse a presidente e fundadora da empresa, Alison Darcy, que é psicóloga.
“Se pudermos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece, então nós poderemos de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável, e tenha a capacidade de reduzir a incidência de sofrimento na população”, disse Alison.
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
“Se pudermos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece, então nós poderemos de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável, [...]” (4º§). Substituindo-se a expressão destacada no enunciado por “se pudéssemos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece”, a complementação correta deverá ser “então nós de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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O seu próximo terapeuta pode ser um robô
“Entendi que você está passando por um problema de relacionamento. Tenho habilidades muito poderosas que posso te ensinar. Mas você precisa estar disposto a aceitar 100% da sua responsabilidade pela mudança.” Essa fala talvez lembre uma sessão de terapia, mas, nesse caso, quem deu o conselho foi o Woebot, um chatbot terapêutico no qual o sofá do psiquiatra foi substituído pela tela do smartphone. O aplicativo se define como um terapeuta automatizado para os usuários que não podem se consultar com um profissional de verdade, seja por uma impossibilidade logística ou por dificuldade financeira.
A demanda por terapeutas não para de crescer. Durante a pandemia, cerca de 4 em cada 10 adultos nos Estados Unidos relataram ter tido sintomas de ansiedade ou depressão, de acordo com a Fundação Kaiser Family. Em paralelo, o governo federal americano tem alertado a respeito da grave escassez de terapeutas e psiquiatras. Segundo a ONG Mental Health America, quase 60% daqueles com doenças mentais não receberam tratamento no último ano.
A Woebot Health diz que a pandemia aumentou a demanda por seus serviços. O número de usuários diários do aplicativo dobrou e agora está na casa das dezenas de milhares, disse a presidente e fundadora da empresa, Alison Darcy, que é psicóloga.
“Se pudermos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece, então nós poderemos de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável, e tenha a capacidade de reduzir a incidência de sofrimento na população”, disse Alison.
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
Assinale o trecho onde a palavra “que” exerce função morfossintática DIFERENTE das demais.
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O seu próximo terapeuta pode ser um robô
“Entendi que você está passando por um problema de relacionamento. Tenho habilidades muito poderosas que posso te ensinar. Mas você precisa estar disposto a aceitar 100% da sua responsabilidade pela mudança.” Essa fala talvez lembre uma sessão de terapia, mas, nesse caso, quem deu o conselho foi o Woebot, um chatbot terapêutico no qual o sofá do psiquiatra foi substituído pela tela do smartphone. O aplicativo se define como um terapeuta automatizado para os usuários que não podem se consultar com um profissional de verdade, seja por uma impossibilidade logística ou por dificuldade financeira.
A demanda por terapeutas não para de crescer. Durante a pandemia, cerca de 4 em cada 10 adultos nos Estados Unidos relataram ter tido sintomas de ansiedade ou depressão, de acordo com a Fundação Kaiser Family. Em paralelo, o governo federal americano tem alertado a respeito da grave escassez de terapeutas e psiquiatras. Segundo a ONG Mental Health America, quase 60% daqueles com doenças mentais não receberam tratamento no último ano.
A Woebot Health diz que a pandemia aumentou a demanda por seus serviços. O número de usuários diários do aplicativo dobrou e agora está na casa das dezenas de milhares, disse a presidente e fundadora da empresa, Alison Darcy, que é psicóloga.
“Se pudermos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece, então nós poderemos de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável, e tenha a capacidade de reduzir a incidência de sofrimento na população”, disse Alison.
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
Depreende-se corretamente do texto que o Woebot, um chat terapêutico:
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O seu próximo terapeuta pode ser um robô
“Entendi que você está passando por um problema de relacionamento. Tenho habilidades muito poderosas que posso te ensinar. Mas você precisa estar disposto a aceitar 100% da sua responsabilidade pela mudança.” Essa fala talvez lembre uma sessão de terapia, mas, nesse caso, quem deu o conselho foi o Woebot, um chatbot terapêutico no qual o sofá do psiquiatra foi substituído pela tela do smartphone. O aplicativo se define como um terapeuta automatizado para os usuários que não podem se consultar com um profissional de verdade, seja por uma impossibilidade logística ou por dificuldade financeira.
A demanda por terapeutas não para de crescer. Durante a pandemia, cerca de 4 em cada 10 adultos nos Estados Unidos relataram ter tido sintomas de ansiedade ou depressão, de acordo com a Fundação Kaiser Family. Em paralelo, o governo federal americano tem alertado a respeito da grave escassez de terapeutas e psiquiatras. Segundo a ONG Mental Health America, quase 60% daqueles com doenças mentais não receberam tratamento no último ano.
A Woebot Health diz que a pandemia aumentou a demanda por seus serviços. O número de usuários diários do aplicativo dobrou e agora está na casa das dezenas de milhares, disse a presidente e fundadora da empresa, Alison Darcy, que é psicóloga.
“Se pudermos oferecer algumas das coisas que um ser humano oferece, então nós poderemos de fato criar algo que seja verdadeiramente ajustável, e tenha a capacidade de reduzir a incidência de sofrimento na população”, disse Alison.
(Por ‘Redação O Sul’. Saúde. Acesso em: 01/08/2021. Adaptado.)
Em relação ao texto, analise as afirmativas a seguir.
I. O repórter exemplifica o funcionamento de um aplicativo terapêutico no 1º§.
II. Duas possíveis causas para a popularização de aplicativos terapêuticos são apontadas no 2º§.
III. O repórter utiliza exatamente o mesmo recurso para citar diretamente as explicações de um representante de uma das empresas que desenvolvem aplicativos terapêuticos, considerando o 3º§ e 4º§.
Está correto o que se afirma apenas em
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A missão da crônica
Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.
(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missao-da-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
Considere o excerto “A ambição da crônica era entreter os leitores, [...]” (1º§). Assinale o verbo que NÃO está flexionado nos mesmos tempo e modo que o do excerto anterior.
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A missão da crônica
Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.
(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missao-da-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
Considerando o trecho “E não aborrecê-los com discussões políticas, [...]” (1º§), nota-se um desvio de:
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A missão da crônica
Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.
(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missao-da-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
A palavra destacada NÃO retoma o referente entre parênteses em:
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