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Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Barueri-SP
O método ABC de classificação de materiais é uma importante ferramenta para facilitar o gerenciamento de recursos materiais (principalmente os estoques), de forma a minimizar os investimentos de recursos organizacionais. Acerca do assunto, analise as proposições abaixo.
I. Na Classificação de Materiais ABC significa que, em determinado período de tempo (geralmente de seis meses a um ano), controla-se o consumo dos materiais em estoque para classificá-los ou agrupá-los em ordem decrescente de importância.
II. A classificação ABC apresenta uma medida de importância que cada material (item estocado) apresenta para a organização.
III. A classificação é feita em ordem crescente, sendo considerados como "Materiais Classe C" aqueles itens mais significativos nos gastos com a organização.
É correto o que se afirma, apenas, em
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Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Barueri-SP
O inventário físico é um procedimento de eficaz na mensuração dos existentes na organização.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do trecho acima.
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Para inserir fórmulas numa planilha do Excel 2010, deve-se começar digitando
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Ao clicar com o botão direito na Área de Trabalho do Windows e acessar "Classificar por", o menu que se abrirá trará os itens:
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André, Benedita e Carlos, são irmãos. Benedita é 2 anos mais nova que André e 3 anos mais velha que Carlos. A soma das idades dos três irmãos é igual a 119 anos. Pode-se concluir que a idade de Carlos está numa faixa
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- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e CírculosComprimento da circunferência e do arco de circunferência
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Criadores
O doutor Victor Frankenstein finalmente procurou um advogado. Que o recebeu com surpresa, e depois se desculpou.
– É que eu vi o nome "Frankenstein" na minha agenda e pensei...
– Que eu era o monstro, não é? Todo mundo se engana. Frankenstein sou eu, não o monstro que eu criei. Ele não tem nome, mas se apresenta como "Frankenstein", e está fazendo uma carreira artística de sucesso, ganhando muito dinheiro. Com o meu nome! É sobre isso que vim consultá-lo.
– O senhor quer que...
– Que ele pare de usar o nome "Frankenstein". E me pague por ter usado o nome sem minha permissão, todos esses anos. Quero meus direitos de criador! Fui eu que juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei a vida ao monstro. Tudo sem receber um tostão! Ou, ao menos, um "muito obrigado".
– Vamos ver o que se pode fazer – disse o advogado.
*
Semanas depois, o Dr. Frankenstein foi chamado ao escritório do advogado. Que lhe deu a notícia:
– A questão da sua ação contra o FRank... Digo, contra o monstro que usa o seu nome, se complicou.
– Como?
– Apareceu outra pessoa que se diz criadora do monstro. Aliás, ela alega que criou o senhor também.
– O quê? Quem é essa impostora?
– O nome dela é Mary Shelley. Escritora. Ela diz que invetou o senhor e que o senhor inventou o monstro, portanto ela se considera criadora dele também. E também reclama que nunca recebeu nada dele.
– Não podemos fazer um acordo com ela? Dividir os direitos de criação, qualquer coisa assim?
– Vamos ver o que se pode fazer – disse o advogado.
*
Foi feito o acordo com Mary Shelley. Mas...
– Surgiu outro que se diz criador – disse o advogado.
– Quem? perguntaram o Dr. Frankenstein e Mary Shelley, em uníssono.
– Deus.
– Deus Nosso Senhor? Criador do Céu e da Terra?
– O mesmo. Ele diz que guiou a mão de Mary Shelley, quando ela escreveu o livro. Que guia a mão de todos os artistas. E que dá vidas a todas as criaturas, monstruosas ou não.
– E Ele quer receber os direitos de criação também?
– Quer, mas está disposto a conversar. O que vocês acham?
– Sei não..., disse Mary Shelley.
– Não se estaria criando um precedente?
Luis Fernando Veríssimo. Disponível em: http://cultura,estadao.com.br/noticias/geral, criadores,1817186.03/01/2016.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, com base no texto, analise as assertivas abaixo.
I. O trecho "Apareceu outra pessoa que se diz criadora do monstro", pode ser reescrito sem prejuízo gramatical ou de sentido da seguinte forma: "Apareceu outra pessoa que diz-se criadora do monstro."
II. O trecho "Fui eu que juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei a vida ao monstro." pode ser reescrito sem prejuízo gramatical ou de sentido da seguinte forma: "Fui eu quem juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei vida ao monstro."
III. O trecho "Ela diz que inventou o senhor e que o senhor inventou o monstro, portanto ela se considera criadora dele também." pode ser reescrito sem prejuízo gramatical ou de sentido da seguinte forma: "Ela diz que inventou o senhor e que o senhor inventou o monstro, consequentemente ela se considera criadora dele também."
É correto o que se afirma, apenas, em
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Leia o trecho abaixo, retirado da obra O Primo Basílio, de Eça de Queirós.
– Estou tomar ódio esta criatura, Jorge!
dois meses que a tinha em casa e não se pudera acostumar sua fealdade, aos seus trejeitos, maneira aflautada de dizer chapiéu, tisoiras, ao ruído dos seus tacões que tinham laminazinhas de metal; ao domingo, cuia, o pretensioso do pé, as luvas de pelica reta arrepiavam-lhe os nervos.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas à ocorrência ou não de crase.
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