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1650917
Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
A biodiversidade é ameaçada pelos seguintes fatores, EXCETO
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondidas com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
A preguiça
Temos a preguiça que nasce da felicidade e a que nasce da revolta. Ambas estão mais para virtude do que para pecado
[...] Há dois tipos de preguiça. A primeira é a preguiça feliz, desejada e permitida, aquela preguiça que se tem depois de caipirinhas e feijoada. Satisfeito, sem nenhum desejo a ser realizado, o corpo se entrega: deita-se na rede sem sentimentos de culpa, abandona-se ao sono e dorme. Nessa preguiça, o preguiçoso atinge a bem-aventurança de estar reconciliado com o mundo. Não lhe passam pela cabeça ações revolucionárias que visam a sua transformação.
Outra é a preguiça infeliz que floresce nas escolas. O professor apresenta aos alunos um livro de 235 páginas que deverá ser lido. Além de ser lido os alunos deverão apresentar, como prova de o haverem lido, um "fichamento" do mesmo, fichamento que o professor, também por preguiça, não irá ler. Ele não é tolo. O aluno está diante do livro fechado. [...] Decididamente o conteúdo não desperta o seu apetite. Mas ele tem de obedecer contra a vontade. Por isso o seu corpo, como resistência à ordem que recebera, começa a se arrastar, debruça-se sobre a mesa, achata-se no chão como se fosse uma panqueca.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0209200805.htm>. Acesso em: 25 out.2008. (Texto Adaptado)
Com relação à articulação textual, encontram-se, nesse texto, exemplos de emprego dos seguintes recursos, EXCETO
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No debate sobre as políticas sociais, alguns analistas sustentam que o Estado brasileiro tem gasto bastante com ações cujo impacto na redução de pobreza seria mais significativo caso fossem mais focalizadas. Em consequência, frequentemente se propõe a focalização das políticas sociais em detrimento de políticas universais. Nos termos desse debate, assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale o procedimento médico que está fora do plano- referência de assistência à saúde das operadoras de planos de saúde.
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A despesa pública, desde a sua fixação na proposta orçamentária até o seu pagamento, passa pelos estágios de fixação, programação, empenho, liquidação e pagamento.
O estágio de liquidação da despesa pública produz a seguinte alteração no patrimônio público.
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1645145
Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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A classificação orçamentária das despesas por programas visa demonstrar as realizações governamentais para a sociedade.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando cada termo a seu respectivo conceito.
COLUNA I
1. Programa
2. Projeto
3. Atividade
4. Operações Especiais
2. Projeto
3. Atividade
4. Operações Especiais
COLUNA II
( ) despesas que não contribuem para a manutenção das ações de governo e das quais não resulta, necessariamente, um produto.
( ) instrumento de organização da ação governamental visando a concretização dos objetivos pretendidos.
( ) instrumento de programação caracterizado por um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, que concorrem para a manutenção da ação governamental.
( ) instrumento de programação caracterizado por um conjunto de operações limitadas no tempo, que concorrem para a expansão ou aperfeiçoamento da ação governamental.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando as Normas Operacionais do SUS as suas atribuições.
COLUNA I
1. NOB 01/91
2. NOB-SUS/93
3. NOB 01/96
4. NOAS 01/2002
2. NOB-SUS/93
3. NOB 01/96
4. NOAS 01/2002
COLUNA II
( ) Institucionalização das Comissões Intergestores Tripartites e Bipartites.
( ) Política de regionalização.
( ) Convênio entre União, Estados e Municípios.
( ) Política de regionalização.
( ) Convênio entre União, Estados e Municípios.
( ) Consolidação da política de municipalização.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.
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1645058
Ano: 2008
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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Marcio Antônio Pamplona, em seu capítulo A questão nacional no mundo contemporâneo, apresenta a cronologia do historiador Eric Hobsbawm dos três importantes momentos do nacionalismo ao longo de seu desenvolvimento. Entre esses momentos apresentados por Hosbawm, NÃO se inclui
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INSTRUÇÃO: A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia-o com atenção antes de responder a elas.
Caminho sem volta
Há oito anos, o banqueiro Fábio Barbosa olhou para sua árvore e viu uma floresta. Então presidente de um grande banco multinacional, ele percebeu como uma instituição financeira poderia induzir a práticas sociais e ambientais mais responsáveis em todo o setor privado. Levou o banco a adotar atitudes pioneiras, que, depois, foram incorporadas pelo mercado. Começou com talões de cheque de papel reciclado e evoluiu para práticas inovadoras. Em 2004, o banco que presidia expulsou vinte clientes corporativos, inclusive algumas madeireiras na Amazônia, porque não seguiam as leis ambientais. A experiência foi uma das referências para elaborar os Princípios do Equador, uma seleção de critérios socioambientais criada pelo Banco Mundial e hoje praticada por sessenta instituições financeiras.
Repórter - Um banco não é uma ONG. Por que ele teria de ser bonzinho para a sociedade?
Fabio Barbosa – Não é uma questão de ―ser bonzinho‖. Trata-se de fazer aquilo em que acreditamos, influenciando outras empresas que compartilhem nossa visão no propósito de construir um banco melhor, um mercado melhor e um país melhor. Já temos muita gente nesse movimento, o que ajuda a consolidar o Brasil como referência em sustentabilidade para o mundo.
Repórter - Hoje, vários bancos fazem propaganda de suas iniciativas socioambientais. Como saber quem é mais empenhado?
Barbosa – Sinceramente, não achamos que seja uma questão para medir ou comparar e, sim, para comemorar. Quanto mais empresas, pessoas e governos apoiarem a causa da sustentabilidade, mais rápido teremos empresas melhores e um país melhor. Se o cliente estiver interessado em saber quem está mais avançado na inserção de sustentabilidade, ele consegue comprovar, por meio do relacionamento, se a prática da empresa condiz com a propaganda.
Repórter - Todo mundo hoje diz que é sustentável. Cada um com entendimento diferente desse termo tão vago. Como avaliar quem é sério e quem apenas faz propaganda?
Barbosa – Quanto mais empresas e instituições começam a praticar e a comunicar suas ações em sustentabilidade, mais o tema se difunde na sociedade. Há cada vez mais opções de comunicação e a capacidade de expressão dos consumidores só aumenta. O nível de crítica e de vigilância da sociedade tem aumentado também. Essa é uma ótima notícia, pois será possível diferenciar quem realmente faz daqueles que fazem menos.
Repórter - É possível aferir as vantagens financeiras que os critérios socioambientais trouxeram para o banco?
Barbosa – Sim. Com os clientes, isso se dá por meio do relacionamento. Uma rede hoteleira queria financiar a reforma e a modernização de dois de seus estabelecimentos. Apresentamos a possibilidade de inserir critérios socioambientais nas reformas, e o resultado foi que o cliente expandiu seu financiamento conosco. Nossa marca também tem ficado mais atrativa. Em 2004, a distância de nosso banco para o líder em atratividade da marca era de treze pontos percentuais. Hoje, essa distância é de três pontos, quase um empate técnico. Isso significa novos clientes. Nos últimos doze meses, conquistamos 200 mil correntistas. Esse reconhecimento pelo mercado também nos dá acesso a novos financiamentos, como a construção de grandes obras de infra-estrutura, oportunidade em que somos escolhidos como líderes dos processos que envolvem muitos bancos e ao mesmo tempo responsáveis pela avaliação de riscos socioambientais para os Princípios do Equador. Tivemos também acesso a uma linha de financiamento de US$ 300 milhões do Banco Mundial para projetos socioambientais de nossos clientes.
Repórter - Um empresário no Brasil mal consegue ser competitivo, gerar emprego e dar lucro com a carga tributária atual. Por que ele também precisa adotar critérios socioambientais voluntariamente? Não estamos cobrando muito?
Barbosa – Trata-se de um falso dilema acreditar que ou você é bem-sucedido nos negócios ou faz as coisas certas. Critérios socioambientais, em meu modo de ver, não são um adendo ao negócio. Eles devem ser o jeito de fazer negócios. Quando um empresário toma um financiamento para reutilizar a água e tratar os efluentes e com isso reduz seus custos e aumenta sua produtividade, estamos provando que uma coisa não é antagônica à outra. Temos percebido também que empresas que pontuam melhor no questionário de risco socioambiental que aplicamos têm excelente performance financeira.
Repórter - Como fazer negócios com esses critérios de sustentabilidade em regiões como a Amazônia, onde madeira e pecuária, algumas das principais atividades econômicas, têm problemas ambientais, fundiários e tributários?
Barbosa – De fato, temos todos os problemas mencionados. Mas temos também clientes que fazem as coisas do jeito certo. É com esses que temos procurado trabalhar. Temos empresários que há anos exportam madeira da Amazônia fazendo o manejo sustentável. Outros que contam com certificações. Existem maneiras – e esses nossos clientes provam isso – de fazer negócios e manter a floresta de pé.
Repórter – O que faremos com todos esses investimentos empresariais em políticas responsáveis com o meio ambiente se essa onda de preocupações passar?
Barbosa – Essa não é uma "onda", mas um caminho sem volta. Tudo o que está sendo feito veio para ficar. Principalmente porque é a sociedade que está cobrando e porque não há outro jeito de se fazer. Os americanos dizem: "Quando as pessoas fazem, os líderes seguem". Os consumidores, tanto no Brasil como no mundo, estão cada vez mais exigentes e conscientes sobre o assunto, forçando as empresas a mudar suas práticas.
Repórter - Como o senhor acordou para os cuidados socioambientais?
Barbosa – Sempre procuro fazer as coisas certas do jeito certo. Meus valores familiares sempre reforçaram isso, e, aos poucos, percebi que existe uma receptividade da sociedade. Essa crença ficou mais forte com o tempo e agora, em que a sociedade passa por uma grande transição, com o Brasil se tornando um país cada vez mais maduro, isso está sendo cada vez mais valorizado. E cada vez mais pessoas vêm nesse caminho.
Repórter - O que o senhor mudou em sua vida pessoal para reduzir a pegada ecológica?
Barbosa – O filósofo americano Ralph Waldo Emerson disse: ―Suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz‖. Precisamos ter coerência nas atitudes. No meu dia-a-dia, faço algumas coisas para isso. Reduzimos desperdício e reciclamos o lixo em São Paulo e no interior, onde estou certificando meu plantio de café como sustentável. Tenho satisfação em ver a preocupação socioambiental de meus filhos e dos amigos deles. Isso me traz enorme alegria. A próxima geração, que já está chegando ao comando das empresas, tem um jeito novo de olhar o mundo. Eles, certamente mais do que nós, terão condições de deixar um mundo melhor para as próximas gerações.
ÉPOCA 16/06/2008, texto adaptado.
"Por que ele também precisa adotar critérios socioambientais voluntariamente?"
Assinale a alternativa que apresenta erro de ortografia.
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondidas com base no texto a seguir. Leia atentamente todo o texto.
Emoções e valores
A voz do senso comum diz que o homem é um ser racional. Pesquisas recentes têm demonstrado que isso não é verdade! Nós somos seres principalmente emocionais! O que há de racional, quando seres humanos da mesma fé são capazes de se matar por diferenças milimétricas? As cruzadas, por exemplo, foram criadas para defender o cristianismo, mas, em 1204, a quarta cruzada atacou a cidade cristã de Constantinopla, matando milhares de pessoas, somente porque se tratava de cristãos ortodoxos! O que há de racional, nos dias de hoje, quando alguém prefere viajar mil quilômetros em perigosas rodovias porque tem medo de avião? [...]
Alegria, tristeza, raiva, medo e amor são nossas cores emocionais básicas. Se as misturarmos, teremos outras emoções mais complexas. Se misturarmos amor e tristeza, teremos saudade; amor e raiva, mágoa; amor e medo, ciúme. O ciúme é uma emoção tão complexa, que nela se misturam às vezes amor, medo, tristeza e raiva.
Raiva, medo e tristeza são emoções disfóricas. Amor e alegria, eufóricas. Nossos valores estão ligados às emoções eufóricas. Afinal, ninguém planeja uma viagem de férias, para sentir-se triste ou ficar com raiva. Aliás, o homem é o único animal que planeja o futuro. Há quem diga que ele faz isso somente com a razão, mas é mentira! Os homens planejam o futuro sobretudo com suas emoções. A maior parte delas eufóricas, mas, de vez em quando, aparece também o medo, a emoção disfórica, e aí nos recolhemos, nos arriscamos pouco e resistimos a mudanças. Quase sempre sentimos mais medo do desconhecido, do novo, do que dos sofrimentos a que já estamos habituados. Por esse motivo, diante do novo, preferimos quase sempre a repetição do velho.
Consultando o arquivo das nossas emoções eufóricas, constatamos a existência de valores ligados ao útil e valores ligados ao sensível, ou à fruição, como dizia Santo Agostinho. Dinheiro, automóvel, comida são valores ligados ao útil. Torcer por um time de futebol, ouvir música, fazer turismo, possuir jóias ou automóveis sofisticados são valores ligados ao sensível.
Gastamos dinheiro comprando bens materiais, usamos automóveis para viajar, comemos para manter nosso organismo vivo e trabalhando. Mas, o que fazemos com uma sonata de Beethoven? Não podemos comer uma sonata de Beethoven. Podemos apenas ouvi-la. Por isso a música é um bem sensível.
Às vezes um bem pode ser ao mesmo tempo útil e sensível. Um relógio barato que marque as horas com correção é apenas um bem útil. Um Rolex, entretanto, é, além de um bem útil, um bem sensível. Um almoço frugal é um bem útil. Uma ceia sofisticada, regada a vinhos importados, é um bem sensível.
Os valores podem ser concretos, como os citados, ou abstratos, como justiça, amizade e honestidade. Esses últimos são valores ao mesmo tempo sensíveis e úteis. [...].
Um outro dado fundamental é que os mesmos valores não são impostos a todo mundo. Eles estão ligados à multiplicidade de grupos e emoções. Aquele que quer persuadir deve saber previamente quais são os verdadeiros valores de seu interlocutor ou do grupo que constitui o seu auditório. [...]
(ABREU, 2002.p.73. Texto adaptado)
Leia o seguinte trecho.
"Raiva, medo e tristeza são emoções disfóricas, Amor e alegria, eufóricas"
Assinale a alternativa em que a vírgula é usada com a mesma função que possui a que está empregada na segunda frase desse trecho.
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