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Foram encontradas 110 questões.

2633289 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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Enquanto brincava com formas geométricas, Joãozinho fez o seguinte desenho:

Enunciado 2949672-1

O número de retângulos que ele usou foi

 

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2633288 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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Um instrumento que pode ser usado para medir pequenos comprimentos é o/a

 

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2633287 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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João confecciona pipas e as vende na feira de artesanato. Sabendo que gasta R$ 4,80 para fabricar cada pipa e que as vende pelo preço unitário de R$ 7,50, quantas pipas ele precisa vender para ter um lucro de R$ 81,00?

 

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2633286 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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Um jogo de baralho teve a duração de 108 minutos e terminou às 20h 15min. Logo, esse jogo começou às

 

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2633285 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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Considerando apenas o intervalo fechado de 11 a 100, a sequência numérica 11, 13, 15, 17, 19, 21, ... contém

 

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2633284 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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Mariana tem três dúzias de goiabas, compra mais dezenove goiabas, mas joga meia dezena no lixo por estarem estragadas. Ao final, ela fica com quantas goiabas?

 

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2633283 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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Considere o número abaixo:

15.051

Ele é formado por

 

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2633282 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.

TEXTO 01

A mensagem enviada por um vírus

Margot Cardoso

1 De tempos em tempos, epidemias e catástrofes sacodem o homem e suas certezas. No século XIV, a peste

negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas. Razões práticas à parte, muitos compreenderam como uma

espécie de basta divino. E as razões imaginadas para a punição pareciam óbvias: a cobiça, a gula, a embriaguez e a

devassidão estavam por toda parte.

5 Catástrofes, como o terremoto de Lisboa (em 1755), abalaram a Europa e o mundo. Primeiro veio o sismo —

com magnitudes de 8,8 a 9 na escala Richter — seguido de um maremoto com ondas de 20 metros de altura. Após a

cidade ser reduzida a escombros, os incêndios encarregaram-se de destruir o que sobrou. É o terremoto mais

mortífero da história: 12 mil mortos. O fenômeno mereceu a reflexão de filósofos, como Voltaire e Rousseau. Será

que vivíamos mesmo num mundo de bem, regido pela bondade e misericórdia de Deus? O despertar dessa

10 consciência depois do terremoto é considerado um marco histórico: o início da Europa Moderna.

Se olharmos para esses acontecimentos — à maneira do filósofo alemão Hegel — do alto, avistaremos outros

eventos semelhantes; como a lepra, a tuberculose, a gripe espanhola, as grandes guerras. E talvez, no futuro, outros

incluam nessa lista, o coronavírus de 2019. Você já deve ter notado a avalanche de informação e contrainformação e

a clássica busca dos culpados. Mas, o que vale a pena fazer nesse momento — para além do isolamento social — é

15 uma reflexão. Vamos pedir emprestado as lentes de Hegel. Acarinhado com o título de “deus da filosofia” — porque

via o mundo do alto e construiu um sistema para compreender o absoluto — Hegel afirma que cada movimento do

mundo surge como solução para o anterior. É uma espécie de rearranjo do devir. [...]

Quando refletimos sobre o estado das coisas, somos tentados a considerar Hegel e acreditar que o universo

tem a sua maneira de buscar o equilíbrio. Vejamos. Vivemos na era das alterações climáticas, da poluição dos

20 oceanos e ecossistemas. Apesar do alerta de especialistas e das mudanças visíveis — aquecimento global, morte

massiva de peixes, secas e inundações — países e empresas recusam-se a abrandar o ritmo. O lucro deve ser

sempre crescente. E eis que chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de

espetáculos.

O mundo inteiro vive o êxtase do desenfreado direito de ir e vir. Todos viajam para todas as partes do globo.

25 Cidades abarrotadas de turistas. Aviões lotados, aeroportos caóticos e hotéis na sua capacidade máxima. O que

chega: a quarentena, a recomendação para não sair de casa, ruas desertas, cidades e países fechados. [...]

Num tempo em que corremos de um lado para o outro. Onde se trabalha cada vez mais para gastar mais.

Onde o consumo é soberano e gasta-se com o que não é necessário. Escraviza-se adultos e crianças de países

pobres em nome de negócios milionários — e supérfluos — como o fast fashion. Surge um vírus que nos obriga a

30 comprar apenas o essencial. Ir ao supermercado? Apenas para o essencial. Ir a farmácia? Somente para o essencial

e, em fila, apenas duas pessoas de cada vez.

Num tempo em que deixamos de educar os filhos e os entregamos ao alheamento de visores eletrônicos e à

escola. Uma sociedade onde nas livrarias há títulos como “Regras para educar filhos e alunos” numa clara alusão a

que o professor também deve educar. Há um vírus que fecha as escolas e recorda que é você o único responsável

35 pelo seu filho. [...]

Num tempo em que a humanidade se vangloria do avanço tecnológico, de drones tripulados e do turismo na

lua...um vírus vem nos lembrar que nada verdadeiramente mudou, continuamos a mercê de epidemias e catástrofes,

tal como os homens do ano 500 a.C., do século XIV e XVIII. Um vírus vem nos igualar e lembrar que todos temos o

mesmo corpo frágil, que dói, adoece e morre.

40 Que esse tempo de incertezas e suspensão de rotinas possa ser também um tempo de reflexão, um salto de

consciência para uma vida com mais significado, mais responsabilidade e muito mais feliz.

Fonte: CARDOSO, Margot. A mensagem enviada por um vírus. Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-mensagem-enviada-por-um-virus/. Acesso em: 6 fev. 2022. Adaptado.

O trecho destacado em “[...] chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de espetáculos.” (linhas 22-23), conforme o texto, poderia ser substituído pela palavra

 

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2633281 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.

TEXTO 01

A mensagem enviada por um vírus

Margot Cardoso

1 De tempos em tempos, epidemias e catástrofes sacodem o homem e suas certezas. No século XIV, a peste

negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas. Razões práticas à parte, muitos compreenderam como uma

espécie de basta divino. E as razões imaginadas para a punição pareciam óbvias: a cobiça, a gula, a embriaguez e a

devassidão estavam por toda parte.

5 Catástrofes, como o terremoto de Lisboa (em 1755), abalaram a Europa e o mundo. Primeiro veio o sismo —

com magnitudes de 8,8 a 9 na escala Richter — seguido de um maremoto com ondas de 20 metros de altura. Após a

cidade ser reduzida a escombros, os incêndios encarregaram-se de destruir o que sobrou. É o terremoto mais

mortífero da história: 12 mil mortos. O fenômeno mereceu a reflexão de filósofos, como Voltaire e Rousseau. Será

que vivíamos mesmo num mundo de bem, regido pela bondade e misericórdia de Deus? O despertar dessa

10 consciência depois do terremoto é considerado um marco histórico: o início da Europa Moderna.

Se olharmos para esses acontecimentos — à maneira do filósofo alemão Hegel — do alto, avistaremos outros

eventos semelhantes; como a lepra, a tuberculose, a gripe espanhola, as grandes guerras. E talvez, no futuro, outros

incluam nessa lista, o coronavírus de 2019. Você já deve ter notado a avalanche de informação e contrainformação e

a clássica busca dos culpados. Mas, o que vale a pena fazer nesse momento — para além do isolamento social — é

15 uma reflexão. Vamos pedir emprestado as lentes de Hegel. Acarinhado com o título de “deus da filosofia” — porque

via o mundo do alto e construiu um sistema para compreender o absoluto — Hegel afirma que cada movimento do

mundo surge como solução para o anterior. É uma espécie de rearranjo do devir. [...]

Quando refletimos sobre o estado das coisas, somos tentados a considerar Hegel e acreditar que o universo

tem a sua maneira de buscar o equilíbrio. Vejamos. Vivemos na era das alterações climáticas, da poluição dos

20 oceanos e ecossistemas. Apesar do alerta de especialistas e das mudanças visíveis — aquecimento global, morte

massiva de peixes, secas e inundações — países e empresas recusam-se a abrandar o ritmo. O lucro deve ser

sempre crescente. E eis que chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de

espetáculos.

O mundo inteiro vive o êxtase do desenfreado direito de ir e vir. Todos viajam para todas as partes do globo.

25 Cidades abarrotadas de turistas. Aviões lotados, aeroportos caóticos e hotéis na sua capacidade máxima. O que

chega: a quarentena, a recomendação para não sair de casa, ruas desertas, cidades e países fechados. [...]

Num tempo em que corremos de um lado para o outro. Onde se trabalha cada vez mais para gastar mais.

Onde o consumo é soberano e gasta-se com o que não é necessário. Escraviza-se adultos e crianças de países

pobres em nome de negócios milionários — e supérfluos — como o fast fashion. Surge um vírus que nos obriga a

30 comprar apenas o essencial. Ir ao supermercado? Apenas para o essencial. Ir a farmácia? Somente para o essencial

e, em fila, apenas duas pessoas de cada vez.

Num tempo em que deixamos de educar os filhos e os entregamos ao alheamento de visores eletrônicos e à

escola. Uma sociedade onde nas livrarias há títulos como “Regras para educar filhos e alunos” numa clara alusão a

que o professor também deve educar. Há um vírus que fecha as escolas e recorda que é você o único responsável

35 pelo seu filho. [...]

Num tempo em que a humanidade se vangloria do avanço tecnológico, de drones tripulados e do turismo na

lua...um vírus vem nos lembrar que nada verdadeiramente mudou, continuamos a mercê de epidemias e catástrofes,

tal como os homens do ano 500 a.C., do século XIV e XVIII. Um vírus vem nos igualar e lembrar que todos temos o

mesmo corpo frágil, que dói, adoece e morre.

40 Que esse tempo de incertezas e suspensão de rotinas possa ser também um tempo de reflexão, um salto de

consciência para uma vida com mais significado, mais responsabilidade e muito mais feliz.

Fonte: CARDOSO, Margot. A mensagem enviada por um vírus. Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-mensagem-enviada-por-um-virus/. Acesso em: 6 fev. 2022. Adaptado.

Assinale a alternativa que melhor representa o significado do trecho “[...] a peste negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas.” (linhas 1-2):

 

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2633280 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Bocaiúva-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.

TEXTO 01

A mensagem enviada por um vírus

Margot Cardoso

1 De tempos em tempos, epidemias e catástrofes sacodem o homem e suas certezas. No século XIV, a peste

negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas. Razões práticas à parte, muitos compreenderam como uma

espécie de basta divino. E as razões imaginadas para a punição pareciam óbvias: a cobiça, a gula, a embriaguez e a

devassidão estavam por toda parte.

5 Catástrofes, como o terremoto de Lisboa (em 1755), abalaram a Europa e o mundo. Primeiro veio o sismo —

com magnitudes de 8,8 a 9 na escala Richter — seguido de um maremoto com ondas de 20 metros de altura. Após a

cidade ser reduzida a escombros, os incêndios encarregaram-se de destruir o que sobrou. É o terremoto mais

mortífero da história: 12 mil mortos. O fenômeno mereceu a reflexão de filósofos, como Voltaire e Rousseau. Será

que vivíamos mesmo num mundo de bem, regido pela bondade e misericórdia de Deus? O despertar dessa

10 consciência depois do terremoto é considerado um marco histórico: o início da Europa Moderna.

Se olharmos para esses acontecimentos — à maneira do filósofo alemão Hegel — do alto, avistaremos outros

eventos semelhantes; como a lepra, a tuberculose, a gripe espanhola, as grandes guerras. E talvez, no futuro, outros

incluam nessa lista, o coronavírus de 2019. Você já deve ter notado a avalanche de informação e contrainformação e

a clássica busca dos culpados. Mas, o que vale a pena fazer nesse momento — para além do isolamento social — é

15 uma reflexão. Vamos pedir emprestado as lentes de Hegel. Acarinhado com o título de “deus da filosofia” — porque

via o mundo do alto e construiu um sistema para compreender o absoluto — Hegel afirma que cada movimento do

mundo surge como solução para o anterior. É uma espécie de rearranjo do devir. [...]

Quando refletimos sobre o estado das coisas, somos tentados a considerar Hegel e acreditar que o universo

tem a sua maneira de buscar o equilíbrio. Vejamos. Vivemos na era das alterações climáticas, da poluição dos

20 oceanos e ecossistemas. Apesar do alerta de especialistas e das mudanças visíveis — aquecimento global, morte

massiva de peixes, secas e inundações — países e empresas recusam-se a abrandar o ritmo. O lucro deve ser

sempre crescente. E eis que chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de

espetáculos.

O mundo inteiro vive o êxtase do desenfreado direito de ir e vir. Todos viajam para todas as partes do globo.

25 Cidades abarrotadas de turistas. Aviões lotados, aeroportos caóticos e hotéis na sua capacidade máxima. O que

chega: a quarentena, a recomendação para não sair de casa, ruas desertas, cidades e países fechados. [...]

Num tempo em que corremos de um lado para o outro. Onde se trabalha cada vez mais para gastar mais.

Onde o consumo é soberano e gasta-se com o que não é necessário. Escraviza-se adultos e crianças de países

pobres em nome de negócios milionários — e supérfluos — como o fast fashion. Surge um vírus que nos obriga a

30 comprar apenas o essencial. Ir ao supermercado? Apenas para o essencial. Ir a farmácia? Somente para o essencial

e, em fila, apenas duas pessoas de cada vez.

Num tempo em que deixamos de educar os filhos e os entregamos ao alheamento de visores eletrônicos e à

escola. Uma sociedade onde nas livrarias há títulos como “Regras para educar filhos e alunos” numa clara alusão a

que o professor também deve educar. Há um vírus que fecha as escolas e recorda que é você o único responsável

35 pelo seu filho. [...]

Num tempo em que a humanidade se vangloria do avanço tecnológico, de drones tripulados e do turismo na

lua...um vírus vem nos lembrar que nada verdadeiramente mudou, continuamos a mercê de epidemias e catástrofes,

tal como os homens do ano 500 a.C., do século XIV e XVIII. Um vírus vem nos igualar e lembrar que todos temos o

mesmo corpo frágil, que dói, adoece e morre.

40 Que esse tempo de incertezas e suspensão de rotinas possa ser também um tempo de reflexão, um salto de

consciência para uma vida com mais significado, mais responsabilidade e muito mais feliz.

Fonte: CARDOSO, Margot. A mensagem enviada por um vírus. Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-mensagem-enviada-por-um-virus/. Acesso em: 6 fev. 2022. Adaptado.

Os fenômenos “[...] aquecimento global, morte massiva de peixes, secas e inundações [...]” (linhas 20-21), de acordo com o texto, são

 

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