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Foram encontradas 343 questões.

2523826 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
A vila perdida
"Podem me chamar de velho gagá, mas cansei de tanto blá-blá-blá!"
Muitos brasileiros têm defendido uma postura de maior equilíbrio e racionalidade para evitar "uma guerra sangrenta", como disse uma atriz de 57 anos:
"Saí do Facebook, do Instagram e do WhatsApp quando percebi que, mesmo sem ter intenção, estava alimentando o clima de ódio, de intolerância e de falta de escuta. Ou você defende as mesmas ideias ou é considerado um demônio a ser destruído. Tenho muito medo da polarização radical: 'nós X eles', 'coxinhas X petralhas', 'ladrões X golpistas' etc.".
A atriz lamenta a violência presente nos dois lados: "Desde os black blocks de 2013 tenho tido pesadelos com o clima de violência, que só piorou desde então. Muitos amigos se tornaram militantes fanáticos, donos da verdade que não se abrem para ouvir os argumentos dos outros. Me tratam como uma inimiga a ser combatida só porque não quero aderir a nenhum dos lados".
Um engenheiro de 69 anos disse que não sabe mais o que é ser de direita ou de esquerda.
"Minha família está em guerra. Meus netos acham que é um golpe da direita, meus filhos querem se mudar para Miami, minha mulher quer que eu rompa com todos os meus amigos de esquerda e minha mãe, que tem 91 anos, quer que todos os corruptos morram na prisão. Quando me cobram uma posição tenho a desculpa perfeita: sou um velho dinossauro, não quero desperdiçar o meu tempo sendo cúmplice de uma guerra insana, prefiro investir no amor, na paz, no respeito e na gentileza".
Ele está deprimido por não conseguir enxergar uma saída para a crise do país.
"Podem me chamar de velho gagá, mas cansei de tanto blá-blá-blá raivoso! Não aguento mais a repetição de discursos que só estimulam a violência. Não suporto mais ver minha família se xingando na internet, amigos indignados quando digo que não quero ficar vomitando ódio contra aqueles que estão do outro lado. Muita gente se acha no direito de incomodar todo mundo com atitudes belicosas. O que mais me assusta é a violência e o ódio generalizado dentro e fora das nossas casas".
Ele pede um pouco mais de reflexão e serenidade: "A quem interessa a guerra que está destruindo o país? O que cada um de nós está fazendo para ajudar a encontrar uma saída pacífica? Vamos deixar o Brasil virar uma Venezuela?".
Goldenberg, Mirian. Folha de São Paulo, 2016.Acesso em 21/04/2016. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenber g/2016/04/1757521-podem-me-chamar-de-velhogaga- mas-cansei-de-tanto-bla-bla-bla.shtml
O assunto principal do texto é:
 

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2523811 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
Concordância verbal é a correta flexão do verbo, em número e pessoa, com relação ao sujeito da oração. A frase onde há erro de concordância verbal é:
 

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2523703 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
No ano de 2015 ataques terroristas ocorreram em um país da Europa causando 128 mortes. Membros do Estado Islâmico no dia 13 de novembro de 2015 promoveram uma série de atentados em diversos pontos desta cidade, um desses a Casa de Espetáculos Bataclan, onde foram feitas 80 vítimas fatais. Sobre esta Casa de Espetáculos denominada Bataclan, é CORRETO afirmar que fica em:
 

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2523689 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
O uso do hífen foi outra importante mudança no Novo Acordo Ortográfico. Das alternativas a seguir, a que temos o hífen empregado de forma INCORRETA é a:
 

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2523672 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
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"Estava à toa na vida...” A locução grifada na expressão é morfologicamente classificada como locução:
 

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2523654 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
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O reservatório de água da Câmara tem 120 cm de largura, 150 cm de comprimento e 100 cm de altura. Para conter 1.260 litros de água, esta deve atingir a altura de:
 

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2523181 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
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Lei ase sentenças a seguir sobre o uso do Microsoft Internet Explorer:
I. O Internet Explorer mantém um histórico das páginas da Internet recentemente acessadas.
II. O Internet Explorer não permite aumentar ou diminuir o tamanho do texto das páginas da Internet que são exibidas.
III. É possível definir uma página Internet para ser acessada automaticamente toda vez que o Internet Explorer for iniciado.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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2523088 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Remédios e competições esportivas
Usar um medicamento para doping não é apenas falta de ética mas também é prejudicial à saúde. Essas substâncias são voltadas para o tratamento de doenças e não devem ser usadas por atletas saudáveis, recomenda a AMA (Agência Mundial Antidoping).
No caso da tenista Maria Sharapova, flagrada no uso de Meldonium, o doping trouxe também prejuízos financeiros a ela.
A justificativa de Sharapova foi a de que já vinha tomando Meldonium há dez anos. O laboratório que o produz recomenda seu emprego apenas por um período de quatro a seis semanas.
O Meldonium (Mildronate) é fabricado na Letônia, país que fez parte das repúblicas da União Soviética. Na Rússia o medicamento é indicado para isquemia do miocárdio mas nos EUA e em alguns países da Europa seu uso não foi aprovado.
Esse remédio aumenta o fluxo sanguíneo, aumentando capacidade de esforço dos atletas. A AMA proibiu seu uso por atletas apenas a partir de janeiro deste ano.
No organismo, o Meldonium muda a fonte de produção metabólica dos ácidos graxos para o metabolismo da glicose. A oxidação aeróbica da glicose consome menos oxigênio que a oxidação do ácido graxo e aumenta a geração de ATP (trifosfato de adenosina), um importante reservatório de energia da célula.
Dessa forma, seu emprego por atletas melhora o rendimento nas competições.
Abramczyk, Júlio. Coluna do Jornal Folha de São Paulo, São Paulo, 2016.Acesso em 21/04/2016.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/julioabramczyk/2 016/03/1754091-remedios-e-competicoesesportivas.shtml.
Sobre o Meldonium é INCORRETO afirmar que:
 

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2522854 Ano: 2016
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
Em um local de trabalho, para analisar as condições de segurança é importante identificar as fontes de riscos no ambiente, avaliando seu potencial de causar acidentes ou doenças, em seguida deve-se propor medidas para controlar os riscos e planejar ações para tornar o ambiente de trabalho mais seguro.
Sobre acidentes de trabalho, NÃO podemos afirmar que:
 

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2522766 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Dependência Tecnológica
Há quem diga que a tecnologia cria transtornos em nossas vidas: excesso de exposição, déficit de atenção, relacionamentos superficiais. Eu digo que tudo isso é mau uso, e o problema é outro, de certa forma até mais grave, e que pode ser resumido na frase seguinte: eu tenho mais de vinte anos de educação formal, incluindo um PhD – e ainda assim seria incapaz de fazer um lápis, muito menos construir o computador que estou usando.
A essência do problema é que, graças à tecnologia e sua transmissão cultural, as conquistas da espécie humana há muito tempo transcenderam o domínio de cada indivíduo – o que é ótimo, mas arriscado. Juntos, alcançamos a lua e além. Mas sozinhos, cada um de nós detém apenas uma pequena parte das tecnologias criadas coletivamente por nossa espécie – e, com a atual desvalorização da ciência e um certo repúdio tolo por tecnologias, corremos o risco de perder parte do que conquistamos.
Tecnologias são objetos ou sistemas que ajudam a resolver problemas. A primeira invenção tecnológica de nossa espécie, cerca de 3 a 4 milhões de anos atrás, foi a faca de pedra lascada, que podia ser usada para furar e rasgar a pele de animais, cortar e picar sua carne, e esmagar e amassar raízes duras. É uma tecnologia primitiva de fato, mas que comprovadamente aumenta a obtenção de calorias dos alimentos e que, somada à tecnologia seguinte, o uso do fogo para cozinhar, provavelmente nos libertou da necessidade de passar o dia inteiro procurando e ingerindo alimentos.
Sem as tecnologias que hoje usamos sem pensar duas vezes em nossas cozinhas, seria inviável dedicarmos tantas horas por dia ao aprendizado do conhecimento acumulado pelas gerações anteriores, muito menos à geração de novas tecnologias que solucionam nossos problemas atuais e nos permitem pensar no problema seguinte.
Ter inigualáveis 16 bilhões de neurônios corticais não basta. Nosso cérebro atingiu sua configuração atual cerca de 400 mil anos atrás, mas transformar as capacidades cognitivas correspondentes em nossas habilidades maravilhosas atuais continua dependendo de um processo de aprendizado individual que leva uma vida inteira, à base de transmissão cultural de tecnologias acumuladas. Sem isso, talvez uma faca eu conseguisse fazer - e olhe lá.
É por isso que a ciência (o conhecimento) e a engenharia (o know-how) precisam ser valorizadas e cuidadosamente cultivadas, documentadas, e passadas adiante: para garantir que nossas capacidades biológicas continuarão gerando as habilidades intelectuais e tecnológicas das novas gerações.
Herculano-Houzel, Suzana. Colunista do Jornal “Folha de São Paulo”.
Acesso em 21/04/2016. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/2016/04/ 1759898-dependencia-tecnologica.shtml
Segundo o autor a primeira ferramenta tecnológica inventada pelo homem foi:
 

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