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O Capítulo XVII do Código de Trânsito Brasileiro depreende sobre as Medidas Administrativas, que não constituem sanções ou penalidades, mas providências exigidas para a regularização de situações anormais, sendo, em grande parte, de caráter momentâneo, de rápida solução e cessando tão logo atendidas as exigências impostas, embora possam se prolongar indefinidamente, como na direção de veículo de categoria diferente da que consta na habilitação quando se dá o recolhimento do documento correspondente. Pode-se afirmar corretamente que são complementares às penalidades:
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São direitos do Vereador, além de outros previstos na legislação vigente, EXCETO:
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No Microsoft Office Excel 2007, para calcular a média dos valores contidos no intervalo de células A1 a A4 dentro de uma planilha, é necessário utilizar a função MÉDIA com o seguinte formato:
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Um vigia da Câmara Municipal percorre, durante uma vistoria, cerca de 2.700m de área para verificar que o patrimônio público está preservado. Se durante um plantão, um vigia faz esse roteiro cinco vezes, é possível afirmar que o percurso total efetuado durante o trabalho foi de:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
É preciso enfrentar o problema da Previdência
Paulo Tafner e Fábio Giambiagi são dois especialistas em Previdência com opiniões parecidas sobre a MP 664. A regra, parte do ajuste fiscal, ganhou emenda na Câmara e vai acabar aumentando os gastos previdenciários. É preciso abandonar a MP 664 e discutir uma reforma da Previdência, enfrentar o problema de frente.
Parte do pacote de ajuste, a Medida Provisória 664 é aquela que muda a regra da pensão por morte, hoje vitalícia. Ela propõe criar limites de idade e de tempo para o recebimento da pensão. Haverá faixas para escalonar o benefício. Os viúvos menores de 44 anos receberão parte do benefício por um tempo; acima dessa idade, a pensão continua vitalícia. A ideia é modernizar a regra, deixá-la próxima ao de outros países do mundo. Os jovens têm capacidade de se recuperar da perda do cônjuge e voltar a produzir.
A mudança não traria grandes perspectivas de cortes, que diminuíram após as mudanças feitas na Câmara. Mantiveram as faixas de idade, mas o pagamento do benefício continuaria integral. O problema maior, contudo, foi a emenda que na prática acaba com o Fator Previdenciário.
O dispositivo não é bom; nasceu como solução temporária, em 1999, após o Congresso recusar a proposta de idade mínima para a aposentadoria. Mas, para substituí-lo, é preciso uma proposta de reforma da Previdência que estabeleça, entre outras coisas, a idade mínima, regra que no mundo apenas Brasil, Argélia e Egito não têm.
Conversei com dois especialistas em Previdência no meu programa na GloboNews. Giambiagi disse que, pensando em seus filhos, nos próximos 30 anos, a melhor coisa é não aprovar a MP. Tafner reforçou que a reforma da Previdência é uma discussão que não pode mais ser adiada. Senão for feita, deixaremos como legado uma tragédia econômica para as próximas gerações, como aconteceu com a Grécia.
Nas próximas décadas, o país vai envelhecer rapidamente. As transformações demográficas serão tão intensas que não é mais possível adiar essa discussão.
- Leitão, Miriam. Artigo publicado do Blog do Jornal “O Globo”. Rio de Janeiro, 22/05/2015. Disponível em: http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/epreciso- enfrentar-problema-da-previdencia- 567154.html
Das afirmações a seguir, a que NÃO corresponde a menções realizadas no texto é:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
É preciso enfrentar o problema da Previdência
Paulo Tafner e Fábio Giambiagi são dois especialistas em Previdência com opiniões parecidas sobre a MP 664. A regra, parte do ajuste fiscal, ganhou emenda na Câmara e vai acabar aumentando os gastos previdenciários. É preciso abandonar a MP 664 e discutir uma reforma da Previdência, enfrentar o problema de frente.
Parte do pacote de ajuste, a Medida Provisória 664 é aquela que muda a regra da pensão por morte, hoje vitalícia. Ela propõe criar limites de idade e de tempo para o recebimento da pensão. Haverá faixas para escalonar o benefício. Os viúvos menores de 44 anos receberão parte do benefício por um tempo; acima dessa idade, a pensão continua vitalícia. A ideia é modernizar a regra, deixá-la próxima ao de outros países do mundo. Os jovens têm capacidade de se recuperar da perda do cônjuge e voltar a produzir.
A mudança não traria grandes perspectivas de cortes, que diminuíram após as mudanças feitas na Câmara. Mantiveram as faixas de idade, mas o pagamento do benefício continuaria integral. O problema maior, contudo, foi a emenda que na prática acaba com o Fator Previdenciário.
O dispositivo não é bom; nasceu como solução temporária, em 1999, após o Congresso recusar a proposta de idade mínima para a aposentadoria. Mas, para substituí-lo, é preciso uma proposta de reforma da Previdência que estabeleça, entre outras coisas, a idade mínima, regra que no mundo apenas Brasil, Argélia e Egito não têm.
Conversei com dois especialistas em Previdência no meu programa na GloboNews. Giambiagi disse que, pensando em seus filhos, nos próximos 30 anos, a melhor coisa é não aprovar a MP. Tafner reforçou que a reforma da Previdência é uma discussão que não pode mais ser adiada. Senão for feita, deixaremos como legado uma tragédia econômica para as próximas gerações, como aconteceu com a Grécia.
Nas próximas décadas, o país vai envelhecer rapidamente. As transformações demográficas serão tão intensas que não é mais possível adiar essa discussão.
- Leitão, Miriam. Artigo publicado do Blog do Jornal “O Globo”. Rio de Janeiro, 22/05/2015. Disponível em: http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/epreciso- enfrentar-problema-da-previdencia- 567154.html
Segundo o texto, é possível afirmar que:
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2522508
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: Consel
Orgão: Câm. Cabreúva-SP
Provas:
De acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal, na apreciação pelo Plenário consideram-se prejudicadas e assim declaradas pelo Presidente, que determinará seu arquivamento:
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Em uma situação em que um servidor da Câmara pede emprestado R$ 2.600,00 a juro simples com uma taxa de 2,5% ao mês, o montante da dívida ficou em R$ 3.250,00. Baseado nestas informações é possível afirmar que, em meses, o servidor quitou esta dívida em:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Dependência Tecnológica
Há quem diga que a tecnologia cria transtornos em nossas vidas: excesso de exposição, déficit de atenção, relacionamentos superficiais. Eu digo que tudo isso é mau uso, e o problema é outro, de certa forma até mais grave, e que pode ser resumido na frase seguinte: eu tenho mais de vinte anos de educação formal, incluindo um PhD – e ainda assim seria incapaz de fazer um lápis, muito menos construir o computador que estou usando.
A essência do problema é que, graças à tecnologia e sua transmissão cultural, as conquistas da espécie humana há muito tempo transcenderam o domínio de cada indivíduo – o que é ótimo, mas arriscado. Juntos, alcançamos a lua e além. Mas sozinhos, cada um de nós detém apenas uma pequena parte das tecnologias criadas coletivamente por nossa espécie – e, com a atual desvalorização da ciência e um certo repúdio tolo por tecnologias, corremos o risco de perder parte do que conquistamos.
Tecnologias são objetos ou sistemas que ajudam a resolver problemas. A primeira invenção tecnológica de nossa espécie, cerca de 3 a 4 milhões de anos atrás, foi a faca de pedra lascada, que podia ser usada para furar e rasgar a pele de animais, cortar e picar sua carne, e esmagar e amassar raízes duras. É uma tecnologia primitiva de fato, mas que comprovadamente aumenta a obtenção de calorias dos alimentos e que, somada à tecnologia seguinte, o uso do fogo para cozinhar, provavelmente nos libertou da necessidade de passar o dia inteiro procurando e ingerindo alimentos.
Sem as tecnologias que hoje usamos sem pensar duas vezes em nossas cozinhas, seria inviável dedicarmos tantas horas por dia ao aprendizado do conhecimento acumulado pelas gerações anteriores, muito menos à geração de novas tecnologias que solucionam nossos problemas atuais e nos permitem pensar no problema seguinte.
Ter inigualáveis 16 bilhões de neurônios corticais não basta. Nosso cérebro atingiu sua configuração atual cerca de 400 mil anos atrás, mas transformar as capacidades cognitivas correspondentes em nossas habilidades maravilhosas atuais continua dependendo de um processo de aprendizado individual que leva uma vida inteira, à base de transmissão cultural de tecnologias acumuladas. Sem isso, talvez uma faca eu conseguisse fazer - e olhe lá.
É por isso que a ciência (o conhecimento) e a engenharia (o know-how) precisam ser valorizadas e cuidadosamente cultivadas, documentadas, e passadas adiante: para garantir que nossas capacidades biológicas continuarão gerando as habilidades intelectuais e tecnológicas das novas gerações.
Herculano-Houzel, Suzana. Colunista do Jornal “Folha de São Paulo”.
Acesso em 21/04/2016. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/2016/04/ 1759898-dependencia-tecnologica.shtml
O autor no artigo demonstra em relação as tecnologias um sentimento de:
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Segundo a Lei Orgânica do Município de Cabreúva, o Servidor nomeado por cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público se tornará estável após transcorrido:
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