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Foram encontradas 90 questões.

751088 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A verdade diverte
Expus ao meu priminho Gonçalo, seis anos, uma questão que tenho escutado várias vezes: o filme infantil Divertida Mente é de fato para crianças? Com a seriedade dos pequenos, que nunca estranham que um grande lhes peça opinião, ele ponderou que sim, já viu duas vezes. As crianças de hoje não têm temores nem constrangimentos para abordar assuntos delicados. Uma vez informados do que se trata, não há sobre o que não possam, a seu modo, opinar: morte, justiça, famílias, velocidade dos carros, ecologia, religião.
A ficção infantil não precisa escolher temas fáceis ou soluções planas, se for bem feita, será bem-vinda. Isso garante o sucesso de filmes como Up, que trata da velhice, dos antigos Bambi, no qual a mãe de um bebê é assassinada, Rei Leão, que enfoca a morte do pai e a autoculpabilização do filho por isso, Os Incríveis, em que um pai super-herói sofre da depressão do desemprego, Shrek, que prega a valorização da autenticidade da imagem, e tantos outros.
O público adulto finge, bate palmas por convenção, tem medo de não saber discernir entre um espetáculo difícil e um ruim. As crianças fazem uma avaliação direta: se a peça, show ou filme forem cativantes, ficarão atentas, se não, a bagunça se instala. E não sejamos injustos achando que só aprovam pastelão, lutinhas e cantorias edulcoradas. Divertida Mente está aí para demonstrar o contrário.
Nessa história, as personagens não poderiam ser mais abstratas: a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojo e a Tristeza. Dentro da cabeça de uma garota de 11 anos que precisa enfrentar o desafio de mudar de cidade, eles cumprem seus papéis e, principalmente, disputam com a Alegria a condução da vida de Riley. A trama leva-nos a concluir que o protagonismo da Tristeza é decisivo para a adaptação dela. Sem as lágrimas necessárias, que também se devem ao fim da infância e à constatação de que os pais estão igualmente atrapalhados, não acontece a elaboração das perdas. O filme também é bem claro de que tudo o que não for enfrentado, por ser doloroso, levará consigo para o esquecimento as preciosas memórias. Aquilo sobre o que não se pensa tampouco é lembrado, pois enfocar algo significa descobrir em que parte da nossa mente vamos guardá-lo.
É fundamental para as crianças ver seus conflitos psíquicos tratados com empatia e seriedade. É um alívio ver seus pais recebendo desse filme a lição de que elas têm direito à tristeza e não precisam bancar os bobinhos da corte. O dever de ser feliz e de gozar a vida é um fardo para a infância contemporânea. Como lucro suplementar, verão que, por dentro, é comum que os adultos tenham as mesmas minhocas, pois elas percebem nossas fragilidades. É como no teatro infantil: não adianta enganar ou ser falsamente simplório, seja verdadeiro e elas aplaudirão.
(Fonte: Sua Vida - http://www.clicrbs.com.br/zerohora - 30out2015)
Em relação à palavra empatia, analise as assertivas abaixo:
I. É um substantivo feminino e pode ser definido como a tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação e nas circunstâncias experimentadas por outra pessoa.
II. É um substantivo abstrato, relacionado à possibilidade que outrem tem de sentir a mesma sensação que a criança tem quando assiste a um filme.
III. É um substantivo derivado, relacionado à apatia; sensação psíquica da criança quando faz o papel “bobinho da corte”.
Quais estão corretas?
 

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750271 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A verdade diverte
Expus ao meu priminho Gonçalo, seis anos, uma questão que tenho escutado várias vezes: o filme infantil Divertida Mente é de fato para crianças? Com a seriedade dos pequenos, que nunca estranham que um grande lhes peça opinião, ele ponderou que sim, já viu duas vezes. As crianças de hoje não têm temores nem constrangimentos para abordar assuntos delicados. Uma vez informados do que se trata, não há sobre o que não possam, a seu modo, opinar: morte, justiça, famílias, velocidade dos carros, ecologia, religião.
A ficção infantil não precisa escolher temas fáceis ou soluções planas, se for bem feita, será bem-vinda. Isso garante o sucesso de filmes como Up, que trata da velhice, dos antigos Bambi, no qual a mãe de um bebê é assassinada, Rei Leão, que enfoca a morte do pai e a autoculpabilização do filho por isso, Os Incríveis, em que um pai super-herói sofre da depressão do desemprego, Shrek, que prega a valorização da autenticidade da imagem, e tantos outros.
O público adulto finge, bate palmas por convenção, tem medo de não saber discernir entre um espetáculo difícil e um ruim. As crianças fazem uma avaliação direta: se a peça, show ou filme forem cativantes, ficarão atentas, se não, a bagunça se instala. E não sejamos injustos achando que só aprovam pastelão, lutinhas e cantorias edulcoradas. Divertida Mente está aí para demonstrar o contrário.
Nessa história, as personagens não poderiam ser mais abstratas: a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojo e a Tristeza. Dentro da cabeça de uma garota de 11 anos que precisa enfrentar o desafio de mudar de cidade, eles cumprem seus papéis e, principalmente, disputam com a Alegria a condução da vida de Riley. A trama leva-nos a concluir que o protagonismo da Tristeza é decisivo para a adaptação dela. Sem as lágrimas necessárias, que também se devem ao fim da infância e à constatação de que os pais estão igualmente atrapalhados, não acontece a elaboração das perdas. O filme também é bem claro de que tudo o que não for enfrentado, por ser doloroso, levará consigo para o esquecimento as preciosas memórias. Aquilo sobre o que não se pensa tampouco é lembrado, pois enfocar algo significa descobrir em que parte da nossa mente vamos guardá-lo.
É fundamental para as crianças ver seus conflitos psíquicos tratados com empatia e seriedade. É um alívio ver seus pais recebendo desse filme a lição de que elas têm direito à tristeza e não precisam bancar os bobinhos da corte. O dever de ser feliz e de gozar a vida é um fardo para a infância contemporânea. Como lucro suplementar, verão que, por dentro, é comum que os adultos tenham as mesmas minhocas, pois elas percebem nossas fragilidades. É como no teatro infantil: não adianta enganar ou ser falsamente simplório, seja verdadeiro e elas aplaudirão.
(Fonte: Sua Vida - http://www.clicrbs.com.br/zerohora - 30out2015)
Considere as seguintes propostas de alteração em partes do texto:
I. A expressão um grande poderia ser substituída por um adulto, sem prejuízo ao sentido global do texto.
II. A expressão dá enfoque, ao substituir o vocábulo enfoca, provocaria alteração de regência, criando a necessidade de uso da crase em duas situações textuais na mesma linha.
III. A substituição de constatação por ato de constatar implica alteração na estrutura da frase.
Quais estão corretas?
 

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750227 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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enunciado 2019587-1
João Alberto aplicou, por quatro meses, R$ 20.000,00 em um valor mobiliário que rende juros de 2% ao mês, no regime de capitalização composta. Qual o valor dessa aplicação no vencimento?
 

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749973 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Algoritmo ou escolhas pessoais: o que constrói as timelines do Facebook?
Caue Fonseca e Paula Minozzo
Você provavelmente se irritou em algum momento das eleições presidenciais do ano passado. E pode ser que a sua irritação, levada às redes sociais, tenha feito você contestar um tio, um colega de trabalho, um cunhado, pela opinião absurda dele em comparação à sua. Até para o bem dos churrascos em família, quem sabe você tenha decidido cancelar a amizade com determinadas pessoas do Facebook. Ou não. Pode ser também que você tenha entrado de peito aberto em acaloradas discussões eleitorais.
Pois bem, todas essas atitudes, saiba, tiveram o mesmo efeito no Facebook. Ao final, você ficou cercado de pessoas mais parecidas a você. E não vale só para a política. Se você subitamente se tornou um fã de Gabriel Medina e começou a ler mais sobre surfe na internet, deve ter percebido promoções de pranchas, fotos de mar e – veja só que coincidência – um anúncio de uma companhia de viagem te convidando a conhecer o Havaí.
É isso que faz um algoritmo – o código de programação por trás de redes sociais como o Facebook: tenta adivinhar quem você é, do que você precisa e com quem você gosta de conviver. Isso sem nunca deixar de afagar seu ego, de fazer você se sentir orgulhoso pelas suas opiniões mostrando-as mais a pessoas que concordam com você e escondendo das que discordam.
No dia 7 de maio, por meio de uma pesquisa publicada na revista Science, os cientistas sociais Eytan Bakshy, Solomon Messing e Lada Adamic, todos ligados ao Facebook, quiseram demonstrar que isso acontece, sim. Mas seria mais uma consequência das escolhas individuais dos usuários do Facebook do que dos prejulgamentos do seu algoritmo. A pesquisa avaliou o comportamento de 10 milhões de usuários que se declararam politicamente conservadores ou liberais em seus perfis frente ao chamado “conteúdo cruzado”: postagens com ideias contrárias às deles.
O Facebook se encarrega de mostrar aos progressistas 22% de conteúdo que desafia sua ideologia. Já os conservadores enxergam 33% desse tipo de postagem – conservadores têm um pouco mais de interesse pelas ideias dos adversários do que o contrário. Segundo a pesquisa, se a rede social não soubesse a orientação política dos usuários, eles visualizariam respectivamente 24% e 35%, índices muito semelhantes. E chegariam a esses percentuais pelas suas próprias escolhas: suas amizades, suas curtidas, seus comentários. Ou seja, se há uma “bolha ideológica”, somos nós mesmos quem nos colocamos para dentro. O Facebook só facilitaria o enclausuramento nessa gaiola aconchegante dos que concordam conosco.
Se a ferramenta é adequada ou não para receber informações, não é o caso. Ela é usada para isso e ponto. A empresa tem, portanto, sua responsabilidade social. De acordo com o professor de Jornalismo Digital da PUCRS Marcelo Träsel, um dos caminhos que a empresa pode seguir é adotar um código de ética mais claro, como veículos jornalísticos. Como todo bom jornal, a rede social teria de se equilibrar entre o que o leitor deseja ler e o que é importante que ele leia. Um passo nessa direção foi tomado na semana passada: uma parceria permitirá que nove veículos da envergadura de New York Times e National Geographic passem a publicar matérias especiais diretamente no Facebook. Não precisarão mais publicar links para seus sites.
Segundo o professor Fabio Malini, coordenador do Laboratório de Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo, “agora, já há sinais de tédio, sobretudo do jovem, frente ao Facebook, e já tem gente se perguntando: ‘Será que deu ruim?’. Para troca de mensagens, por exemplo, os mais novos já encontraram coisa melhor no Snapchat”. Um pouco do esgotamento do Facebook para os jovens resulta da tendência natural deles de fugir de espaços sociais compartilhados por adultos demais. Mas em parte é culpa, veja só, do próprio algoritmo. Afinal de contas, por mais que você adore frequentar um bar, por quanto tempo você curte encontrar as mesmas pessoas, dançando as mesmas músicas e rindo das mesmas piadas em todas as festas? Pois é.
Fonte: (http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2015/05/algoritmo-ou-escolhas-pessoaiso-que-constroi-as-timelines-do-facebook-4761751.html - Adaptação)
Assinale a alternativa que apresenta linguagem conotativa.
 

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749836 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A verdade diverte
Expus ao meu priminho Gonçalo, seis anos, uma questão que tenho escutado várias vezes: o filme infantil Divertida Mente é de fato para crianças? Com a seriedade dos pequenos, que nunca estranham que um grande lhes peça opinião, ele ponderou que sim, já viu duas vezes. As crianças de hoje não têm temores nem constrangimentos para abordar assuntos delicados. Uma vez informados do que se trata, não há sobre o que não possam, a seu modo, opinar: morte, justiça, famílias, velocidade dos carros, ecologia, religião.
A ficção infantil não precisa escolher temas fáceis ou soluções planas, se for bem feita, será bem-vinda. Isso garante o sucesso de filmes como Up, que trata da velhice, dos antigos Bambi, no qual a mãe de um bebê é assassinada, Rei Leão, que enfoca a morte do pai e a autoculpabilização do filho por isso, Os Incríveis, em que um pai super-herói sofre da depressão do desemprego, Shrek, que prega a valorização da autenticidade da imagem, e tantos outros.
O público adulto finge, bate palmas por convenção, tem medo de não saber discernir entre um espetáculo difícil e um ruim. As crianças fazem uma avaliação direta: se a peça, show ou filme forem cativantes, ficarão atentas, se não, a bagunça se instala. E não sejamos injustos achando que só aprovam pastelão, lutinhas e cantorias edulcoradas. Divertida Mente está aí para demonstrar o contrário.
Nessa história, as personagens não poderiam ser mais abstratas: a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojo e a Tristeza. Dentro da cabeça de uma garota de 11 anos que precisa enfrentar o desafio de mudar de cidade, eles cumprem seus papéis e, principalmente, disputam com a Alegria a condução da vida de Riley. A trama leva-nos a concluir que o protagonismo da Tristeza é decisivo para a adaptação dela. Sem as lágrimas necessárias, que também se devem ao fim da infância e à constatação de que os pais estão igualmente atrapalhados, não acontece a elaboração das perdas. O filme também é bem claro de que tudo o que não for enfrentado, por ser doloroso, levará consigo para o esquecimento as preciosas memórias. Aquilo sobre o que não se pensa tampouco é lembrado, pois enfocar algo significa descobrir em que parte da nossa mente vamos guardá-lo.
É fundamental para as crianças ver seus conflitos psíquicos tratados com empatia e seriedade. É um alívio ver seus pais recebendo desse filme a lição de que elas têm direito à tristeza e não precisam bancar os bobinhos da corte. O dever de ser feliz e de gozar a vida é um fardo para a infância contemporânea. Como lucro suplementar, verão que, por dentro, é comum que os adultos tenham as mesmas minhocas, pois elas percebem nossas fragilidades. É como no teatro infantil: não adianta enganar ou ser falsamente simplório, seja verdadeiro e elas aplaudirão.
(Fonte: Sua Vida - http://www.clicrbs.com.br/zerohora - 30out2015)
Em relação às ideias contidas no texto, são feitas as seguintes afirmações:
I. Os filmes direcionados ao público infantil devem se preocupar em abordar temáticas de fácil compreensão para os pequenos, visto que a eles interessa apenas a diversão.
II. No filme Divertida Mente, os pais são orientados a experimentar a tristeza e a fazer dela uma forma de compreensão das brincadeiras em que seus filhos fazem o papel de bobos da corte.
III. Segundo a autora, as crianças, atualmente, são capazes de abordar vários assuntos, inclusive morte e religião, desde que tenham conhecimento sobre o tema.
Quais estão INCORRETAS?
 

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748274 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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enunciado 2018429-1
Figura – Imagem parcial do programa
Microsoft Outlook 2007
A Figura 3 foi exibida a partir de que Menu?
 

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748174 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Analise as seguintes afirmações em relação ao programa Microsoft Word 2007:
I. Não é possível inserir mais do que dez Tabelas no mesmo documento.
II. Leitura em Tela Inteira corresponde a um Modo de Exibição de Documento.
III. O ícone enunciado 2018329-1 é chamado de Mostrar Tudo.
Quais estão corretas?
 

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748139 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Ao aprender andar de bicicleta, uma criança percorre 350m a mais que no dia anterior. Se no primeiro dia ela percorreu 235m, quantos km terá percorrido em 10 dias?
 

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747662 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Assinale a alternativa que representa a demonstração contábil do setor público que tem por objetivo evidenciar a posição patrimonial e financeira da entidade pública.
 

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746146 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Conforme Lei Orgânica, os planos de carreira preverão também:

I. As vantagens de caráter individual.

II. As vantagens relativas à natureza do local de trabalho.

III. Exclusivamente os limites mínimos de remuneração do legislativo e executivo.

Quais estão INCORRETAS?

 

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