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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A verdade diverte
Expus ao meu priminho Gonçalo, seis anos, uma questão que tenho escutado várias vezes: o filme infantil Divertida Mente é de fato para crianças? Com a seriedade dos pequenos, que nunca estranham que um grande lhes peça opinião, ele ponderou que sim, já viu duas vezes. As crianças de hoje não têm temores nem constrangimentos para abordar assuntos delicados. Uma vez informados do que se trata, não há sobre o que não possam, a seu modo, opinar: morte, justiça, famílias, velocidade dos carros, ecologia, religião.
A ficção infantil não precisa escolher temas fáceis ou soluções planas, se for bem feita, será bem-vinda. Isso garante o sucesso de filmes como Up, que trata da velhice, dos antigos Bambi, no qual a mãe de um bebê é assassinada, Rei Leão, que enfoca a morte do pai e a autoculpabilização do filho por isso, Os Incríveis, em que um pai super-herói sofre da depressão do desemprego, Shrek, que prega a valorização da autenticidade da imagem, e tantos outros.
O público adulto finge, bate palmas por convenção, tem medo de não saber discernir entre um espetáculo difícil e um ruim. As crianças fazem uma avaliação direta: se a peça, show ou filme forem cativantes, ficarão atentas, se não, a bagunça se instala. E não sejamos injustos achando que só aprovam pastelão, lutinhas e cantorias edulcoradas. Divertida Mente está aí para demonstrar o contrário.
Nessa história, as personagens não poderiam ser mais abstratas: a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojo e a Tristeza. Dentro da cabeça de uma garota de 11 anos que precisa enfrentar o desafio de mudar de cidade, eles cumprem seus papéis e, principalmente, disputam com a Alegria a condução da vida de Riley. A trama leva-nos a concluir que o protagonismo da Tristeza é decisivo para a adaptação dela. Sem as lágrimas necessárias, que também se devem ao fim da infância e à constatação de que os pais estão igualmente atrapalhados, não acontece a elaboração das perdas. O filme também é bem claro de que tudo o que não for enfrentado, por ser doloroso, levará consigo para o esquecimento as preciosas memórias. Aquilo sobre o que não se pensa tampouco é lembrado, pois enfocar algo significa descobrir em que parte da nossa mente vamos guardá-lo.
É fundamental para as crianças ver seus conflitos psíquicos tratados com empatia e seriedade. É um alívio ver seus pais recebendo desse filme a lição de que elas têm direito à tristeza e não precisam bancar os bobinhos da corte. O dever de ser feliz e de gozar a vida é um fardo para a infância contemporânea. Como lucro suplementar, verão que, por dentro, é comum que os adultos tenham as mesmas minhocas, pois elas percebem nossas fragilidades. É como no teatro infantil: não adianta enganar ou ser falsamente simplório, seja verdadeiro e elas aplaudirão.
(Fonte: Sua Vida - http://www.clicrbs.com.br/zerohora - 30out2015)
Para responder à questão, considere o seguinte período:
“Nessa história, as personagens não poderiam ser mais abstratas: a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojo e a Tristeza.”
Em relação ao período citado, afirma-se que:
I. Os vocábulos Alegria, Medo, Raiva, Nojo e Tristeza foram escritos com letras maiúsculas, pois representam substantivos próprios.
II. O vocábulo Nessa representa a combinação de preposição com pronome.
III. Em todas as ocorrências, os vocábulos a, as e o representam artigos definidos, cuja função é determinar os substantivos que acompanham.
Quais estão INCORRETAS?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Algoritmo ou escolhas pessoais: o que constrói as timelines do Facebook?
Caue Fonseca e Paula Minozzo
Você provavelmente se irritou em algum momento das eleições presidenciais do ano passado. E pode ser que a sua irritação, levada às redes sociais, tenha feito você contestar um tio, um colega de trabalho, um cunhado, pela opinião absurda dele em comparação à sua. Até para o bem dos churrascos em família, quem sabe você tenha decidido cancelar a amizade com determinadas pessoas do Facebook. Ou não. Pode ser também que você tenha entrado de peito aberto em acaloradas discussões eleitorais.
Pois bem, todas essas atitudes, saiba, tiveram o mesmo efeito no Facebook. Ao final, você ficou cercado de pessoas mais parecidas a você. E não vale só para a política. Se você subitamente se tornou um fã de Gabriel Medina e começou a ler mais sobre surfe na internet, deve ter percebido promoções de pranchas, fotos de mar e – veja só que coincidência – um anúncio de uma companhia de viagem te convidando a conhecer o Havaí.
É isso que faz um algoritmo – o código de programação por trás de redes sociais como o Facebook: tenta adivinhar quem você é, do que você precisa e com quem você gosta de conviver. Isso sem nunca deixar de afagar seu ego, de fazer você se sentir orgulhoso pelas suas opiniões mostrando-as mais a pessoas que concordam com você e escondendo das que discordam.
No dia 7 de maio, por meio de uma pesquisa publicada na revista Science, os cientistas sociais Eytan Bakshy, Solomon Messing e Lada Adamic, todos ligados ao Facebook, quiseram demonstrar que isso acontece, sim. Mas seria mais uma consequência das escolhas individuais dos usuários do Facebook do que dos prejulgamentos do seu algoritmo. A pesquisa avaliou o comportamento de 10 milhões de usuários que se declararam politicamente conservadores ou liberais em seus perfis frente ao chamado “conteúdo cruzado”: postagens com ideias contrárias às deles.
O Facebook se encarrega de mostrar aos progressistas 22% de conteúdo que desafia sua ideologia. Já os conservadores enxergam 33% desse tipo de postagem – conservadores têm um pouco mais de interesse pelas ideias dos adversários do que o contrário. Segundo a pesquisa, se a rede social não soubesse a orientação política dos usuários, eles visualizariam respectivamente 24% e 35%, índices muito semelhantes. E chegariam a esses percentuais pelas suas próprias escolhas: suas amizades, suas curtidas, seus comentários. Ou seja, se há uma “bolha ideológica”, somos nós mesmos quem nos colocamos para dentro. O Facebook só facilitaria o enclausuramento nessa gaiola aconchegante dos que concordam conosco.
Se a ferramenta é adequada ou não para receber informações, não é o caso. Ela é usada para isso e ponto. A empresa tem, portanto, sua responsabilidade social. De acordo com o professor de Jornalismo Digital da PUCRS Marcelo Träsel, um dos caminhos que a empresa pode seguir é adotar um código de ética mais claro, como veículos jornalísticos. Como todo bom jornal, a rede social teria de se equilibrar entre o que o leitor deseja ler e o que é importante que ele leia. Um passo nessa direção foi tomado na semana passada: uma parceria permitirá que nove veículos da envergadura de New York Times e National Geographic passem a publicar matérias especiais diretamente no Facebook. Não precisarão mais publicar links para seus sites.
Segundo o professor Fabio Malini, coordenador do Laboratório de Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo, “agora, já há sinais de tédio, sobretudo do jovem, frente ao Facebook, e já tem gente se perguntando: ‘Será que deu ruim?’. Para troca de mensagens, por exemplo, os mais novos já encontraram coisa melhor no Snapchat”. Um pouco do esgotamento do Facebook para os jovens resulta da tendência natural deles de fugir de espaços sociais compartilhados por adultos demais. Mas em parte é culpa, veja só, do próprio algoritmo. Afinal de contas, por mais que você adore frequentar um bar, por quanto tempo você curte encontrar as mesmas pessoas, dançando as mesmas músicas e rindo das mesmas piadas em todas as festas? Pois é.
Fonte: (http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2015/05/algoritmo-ou-escolhas-pessoaiso-que-constroi-as-timelines-do-facebook-4761751.html - Adaptação)
Levando em consideração o sentido empregado no texto, a palavra “encarrega” pode ser substituída corretamente por:
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726957
Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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Para responder à questão, considere o Regimento Interno da Câmara de Camaquã.
A referida Lei, ao versar sobre a Sessão Legislativa Extraordinária, determina que:
I. A convocação do servidor em gozo de férias pela Câmara Municipal ocorra de maneira extraordinária.
II. A sessão legislativa extraordinária será convocada com antecedência mínima de setenta e duas horas, e nela não se tratará de assuntos estranhos à pauta da convocação.
III. O presidente da Câmara Municipal dará ciência da convocação aos vereadores por meio de comunicado pessoal e escrita.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A verdade diverte
Expus ao meu priminho Gonçalo, seis anos, uma questão que tenho escutado várias vezes: o filme infantil Divertida Mente é de fato para crianças? Com a seriedade dos pequenos, que nunca estranham que um grande lhes peça opinião, ele ponderou que sim, já viu duas vezes. As crianças de hoje não têm temores nem constrangimentos para abordar assuntos delicados(a). Uma vez informados do que se trata, não há sobre o que não possam, a seu modo, opinar: morte, justiça, famílias, velocidade dos carros, ecologia, religião.
A ficção infantil não precisa escolher temas fáceis ou soluções planas, se for bem feita, será bem-vinda. Isso garante o sucesso de filmes como Up(b), que trata da velhice, dos antigos Bambi, no qual a mãe de um bebê é assassinada, Rei Leão, que enfoca a morte do pai e a autoculpabilização do filho por isso, Os Incríveis, em que um pai super-herói sofre da depressão do desemprego, Shrek, que prega a valorização da autenticidade da imagem, e tantos outros.
O público adulto finge, bate palmas por convenção, tem medo de não saber discernir entre um espetáculo difícil e um ruim. As crianças fazem uma avaliação direta(c): se a peça, show ou filme forem cativantes, ficarão atentas, se não, a bagunça se instala. E não sejamos injustos achando que só aprovam pastelão, lutinhas e cantorias edulcoradas. Divertida Mente está aí para demonstrar o contrário.
Nessa história, as personagens não poderiam ser mais abstratas: a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojo e a Tristeza. Dentro da cabeça de uma garota de 11 anos que precisa enfrentar o desafio de mudar de cidade, eles cumprem seus papéis e, principalmente, disputam com a Alegria a condução da vida de Riley. A trama leva-nos a concluir que o protagonismo da Tristeza é decisivo para a adaptação dela(d). Sem as lágrimas necessárias, que também se devem ao fim da infância e à constatação de que os pais estão igualmente atrapalhados, não acontece a elaboração das perdas. O filme também é bem claro de que tudo o que não for enfrentado, por ser doloroso, levará consigo para o esquecimento as preciosas memórias. Aquilo sobre o que não se pensa tampouco é lembrado, pois enfocar algo significa descobrir em que parte da nossa mente vamos guardá-lo.
É fundamental para as crianças ver seus conflitos psíquicos tratados com empatia e seriedade. É um alívio ver seus pais recebendo desse filme a lição de que elas têm direito à tristeza e não precisam bancar os bobinhos da corte. O dever de ser feliz e de gozar a vida é um fardo para a infância contemporânea. Como lucro suplementar, verão que, por dentro, é comum que os adultos tenham as mesmas minhocas(e), pois elas percebem nossas fragilidades. É como no teatro infantil: não adianta enganar ou ser falsamente simplório, seja verdadeiro e elas aplaudirão.
(Fonte: Sua Vida - http://www.clicrbs.com.br/zerohora - 30out2015)
Assinale a alternativa cuja frase NÃO admite conversão para a voz passiva.
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Os ícones
, pertencentes ao programa Microsoft Word 2007, são chamados, respectivamente, de:
, pertencentes ao programa Microsoft Word 2007, são chamados, respectivamente, de:Provas
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Para responder à questão, considere a Lei Orgânica do Município de Camaquã.
O excelentíssimo prefeito do Município de Camaquã pretende consultar a população de sua cidade quanto à revitalização das praças públicas do Município, por meio do sufrágio universal e do voto direto e secreto.
Tais consultas devem ser realizadas mediante:
I. Plebiscito.
II. Referendo.
III. Iniciativa popular.
Quais estão corretas?
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É o Princípio Contábil que pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro. Portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância. A qual princípio se refere esse conceito?
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De acordo com o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público (MCASP), a contabilização de uma operação de inscrição de dívida ativa movimenta uma conta:
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A contabilidade pública é o ramo da contabilidade aplicável às entidades públicas. Assinale um dos seus objetivos.
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1476911
Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Camaquã-RS
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O Departamento de Custos da Industrial Lapponi Ltda. disponibilizou as seguintes informações: capacidade total de produção: 30.000 peças por ano; custos fixos anuais: R$ 80.000,00; custos variáveis: R$ 7,00 por unidade produzida; preço de venda: R$ 12,00 por unidade vendida. Considerando apenas essas informações, qual a margem de contribuição unitária e qual o ponto de equilíbrio contábil, respectivamente, da empresa?
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