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Leia o texto para responder à questão:
Brasil dá importante passo para que
todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
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Brasil dá importante passo para que
todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
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Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
• ... não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). (2º parágrafo)
• E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas. (2º parágrafo)
No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de:
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todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
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Brasil dá importante passo para que
todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
• Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação, voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo... (1º parágrafo)
• ... 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente. (1º parágrafo)
• O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma base sólida para alavancar o letramento matemático... (3º parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Brasil dá importante passo para que
todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
Brasil dá importante passo para que
todos aprendam matemática
Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em
30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação,
voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os
estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve
cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a
matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não
atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional
de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente.
Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem
calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.
Além de não cumprir o dever de garantir o direito à
aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade,
principalmente porque não damos conta de ensinar (bem).
A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas
no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e
implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais
em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções
que requerem menos habilidades na área. O pesquisador
Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância
atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo.
Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais
elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo
os menos escolarizados, quando trabalham com números,
ganham mais do que se estivessem em ocupações que não
valorizam as competências matemáticas.
Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso
um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e
capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma
base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem
resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das
quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação
e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo
somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.
(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/
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(Bob Thaves, “Frank & Ernest”.
Em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 01.08.2025)
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(Bob Thaves, “Frank & Ernest”.
Em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 01.08.2025)
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