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Chauí (2000) observa que o racionalismo, ao
longo da história da filosofia, se opôs ao
dogmatismo, entendido como uma opinião imposta
por decreto ou transmitida por meio de uma doutrina,
impondo uma verdade que se torna inquestionável.
Por essa razão, o dogmatismo é uma atitude
autoritária por não permitir dúvida, crítica e
contestação e também submissa, porque se curva
às opiniões estabelecidas, contrastando com o
racionalismo que promove o pensamento:
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Durante o período colonial da história matogrossense, várias atividades econômicas e
expedições utilizaram-se da mão de obra dos povos
indígenas com diferentes propósitos. Dentre estas,
podem ser citadas as de comércio, que traziam de
São Paulo para o Mato Grosso roupas, bebidas,
medicamentos, ferramentas, alimentos variados,
através dos rios que eram navegados com a ajuda
dos povos indígenas, com seus conhecimentos
sobre a região. O nome dessas expedições
comerciais era:
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Mato Grosso tem o maior Valor Bruto da
Produção Agropecuária (VBP) de 2020 do país com
mais de R$ 134 bilhões, conforme estatísticas que
foram divulgadas pelo Governo Federal no dia 15 de
janeiro de 2021. Conforme o levantamento, o país
alcançou a cifra de R$ 871,3 bilhões, tornando-se o
maior da série histórica desde 1989. O crescimento
real foi de 17%. O segundo melhor resultado ocorreu
em 2015, com R$ 759,6 bilhões.
Dentre os principais responsáveis pela pujança do setor agropecuário na economia do estado estão:
Dentre os principais responsáveis pela pujança do setor agropecuário na economia do estado estão:
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Conforme preconizado na legislação vigente, a
Lei Orçamentária Anual do Município ABC deverá
conter uma dotação denominada reserva de
contingência, que se destina ao atendimento de
passivos contingentes, e outros riscos, e eventos
fiscais imprevistos. A forma de sua utilização e o
montante são estabelecidos na Lei de Diretrizes
Orçamentárias e o valor dessa dotação corresponde
a um determinado percentual definido sobre a
seguinte base de cálculo:
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No contexto das redes de computadores com
acesso à internet e no que diz respeito à arquitetura
TCP/IP, três protocolos são empregados no serviço
de e-mail, caracterizados a seguir.
I. É usado para o envio de mensagens na internet, por meio do uso da porta 25, que é a padrão para envio de mensagens, havendo a alternativa de uso das portas 465 e 587. II. É usado na recepção de mensagens , particularmente para sincronização no servidor, por meio da porta 143 com conexões sem criptografia e, como alternativa, a porta 993 para conexões seguras com criptografia TLS/SSL. No seu funcionamento, é um protocolo que sempre mantém cópia das mensagens no servidor. III. É usado na recepção de mensagens, por meio da porta 110 com conexões sem criptografia e, como alternativa, a porta 995 para conexões seguras com criptografia TLS/SSL. No seu funcionamento, é um protocolo que baixa as mensagens e as apaga do servidor.
Os protocolos caracterizados em I, II e III são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:
I. É usado para o envio de mensagens na internet, por meio do uso da porta 25, que é a padrão para envio de mensagens, havendo a alternativa de uso das portas 465 e 587. II. É usado na recepção de mensagens , particularmente para sincronização no servidor, por meio da porta 143 com conexões sem criptografia e, como alternativa, a porta 993 para conexões seguras com criptografia TLS/SSL. No seu funcionamento, é um protocolo que sempre mantém cópia das mensagens no servidor. III. É usado na recepção de mensagens, por meio da porta 110 com conexões sem criptografia e, como alternativa, a porta 995 para conexões seguras com criptografia TLS/SSL. No seu funcionamento, é um protocolo que baixa as mensagens e as apaga do servidor.
Os protocolos caracterizados em I, II e III são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:
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O Estado Federado Brasileiro compreende a
União, com soberania, e as seguintes entidades
estatais, com autonomia política, administrativa e
financeira:
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Admitem-se como verdadeiras as seguintes
proposições:
• Todo controlador interno é eficiente. • Felipe é desatento. • Quem é desatento não é eficiente.
Dessas proposições, conclui-se que , necessariamente:
• Todo controlador interno é eficiente. • Felipe é desatento. • Quem é desatento não é eficiente.
Dessas proposições, conclui-se que , necessariamente:
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Texto l ( Texto para a questão)
Instintos e descivilização
Quão robusta é a ordem civilizada ocidental? A julgar
pelo século XX, e mesmo sem levar em conta as duas
guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O
padrão é conhecido: situações de conflito armado,
cataclismos naturais e colapso econômico agudo –
como, por exemplo, a hiperinflação alemã no início
dos anos 1920; o blecaute que atingiu Nova York no
outono de 1965; a guerra civil iugoslava da década de
1990; ou a passagem do furacão Katrina por New
Orleans em meados de 2005 – revelam a fragilidade
da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual
assenta a nossa civilização. Sob impacto do abalo
provocado por desastres como esses , o
comportamento das pessoas sofre uma drástica
mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem
de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte
da população atingida regride a um estado de
violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se
quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos,
assaltos, saques, crimes, estupros e vandalismo.
Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão
civilizado – “casado, fútil, cotidiano e tributável” – se
transforma em besta feroz, capaz das piores
atrocidades. – Como entender o perturbador
fenômeno? A interpretação usual propõe o modelo
hobbesiano. O ser humano no fundo é um animal
selvagem e terrível. Remova os sustentáculos
elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de
força social; suspenda, ainda que brevemente, a
vigilância e a ameaça de punição aos infratores do
código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao
“estado natural hobbesiano” e à “guerra de todos
contra todos”. O civilizado sem máscara da civilidade
não é outro senão o animal humano em sua versão
nativa, sem amarras nem recalques, como que de
volta à selva e aos estágios da evolução em que as
faculdades de inibição erguidas ao longo do processo
civilizatório dormiam ainda no embrião da mente. Os
episódios de regressão à barbárie seriam, em suma,
o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu.
– O modelo hobbesiano poderia ter tomado como
plausível, não fosse uma falha capital do argumento.
Que a regressão à barbárie revele alguma coisa do
nosso psiquismo arcaico não há por que duvidar. Mas
o que vem à tona no caso não é o “estado de
natureza” do mundo pré-civilizado ou o animal
homem tal como a evolução o teria produzido – o que vem à tona é o bicho-homem descivilizado, ou seja, o
civilizado que se vê repentinamente fora da jaula e
apto a dar livre curso aos impulsos e instintos naturais
tolhidos e asfixiados pela ordem civilizada. O
descivilizado é o civilizado à solta: livres das amarras
e restrições da vida comum mas portador de um
psiquismo arcaico que foi pesadamente macerado e
em larga medida deformado pela renúncia instintual
imposta pelo processo civilizatório. A ferocidade que
tomou conta dos conquistadores europeus no Novo
Mundo e o surto de bestialidade fascista que varreu a
Europa no século passado são exemplos extremos
dessa realidade. O equívoco do modelo hobbesiano é
confundir o homem descivilizado feito lobo do homem
– ávido de desafogo e revide contra tudo e contra
todos – com um suposto estado primitivo ou de pura
natureza do animal. – “Você pode expelir a natureza
com um varapau pontiagudo”, adverte Horácio, “mas
ela sempre retornará.” A verdade do poeta, “nem o
fogo, nem o ferro, nem o tempo devorador poderão
abolir”. Mas à luz do exposto acima não seria talvez
de todo impróprio emendar: a natureza expelida não
sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as
feridas da violenta expulsão.
Eduardo Giannetti
(Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise
civilizatória. São Paulo: Cia das Letras, 2016)
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Texto l ( Texto para a questão)
Instintos e descivilização
Quão robusta é a ordem civilizada ocidental? A julgar
pelo século XX, e mesmo sem levar em conta as duas
guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O
padrão é conhecido: situações de conflito armado,
cataclismos naturais e colapso econômico agudo –
como, por exemplo, a hiperinflação alemã no início
dos anos 1920; o blecaute que atingiu Nova York no
outono de 1965; a guerra civil iugoslava da década de
1990; ou a passagem do furacão Katrina por New
Orleans em meados de 2005 – revelam a fragilidade
da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual
assenta a nossa civilização. Sob impacto do abalo
provocado por desastres como esses , o
comportamento das pessoas sofre uma drástica
mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem
de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte
da população atingida regride a um estado de
violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se
quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos,
assaltos, saques, crimes, estupros e vandalismo.
Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão
civilizado – “casado, fútil, cotidiano e tributável” – se
transforma em besta feroz, capaz das piores
atrocidades. – Como entender o perturbador
fenômeno? A interpretação usual propõe o modelo
hobbesiano. O ser humano no fundo é um animal
selvagem e terrível. Remova os sustentáculos
elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de
força social; suspenda, ainda que brevemente, a
vigilância e a ameaça de punição aos infratores do
código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao
“estado natural hobbesiano” e à “guerra de todos
contra todos”. O civilizado sem máscara da civilidade
não é outro senão o animal humano em sua versão
nativa, sem amarras nem recalques, como que de
volta à selva e aos estágios da evolução em que as
faculdades de inibição erguidas ao longo do processo
civilizatório dormiam ainda no embrião da mente. Os
episódios de regressão à barbárie seriam, em suma,
o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu.
– O modelo hobbesiano poderia ter tomado como
plausível, não fosse uma falha capital do argumento.
Que a regressão à barbárie revele alguma coisa do
nosso psiquismo arcaico não há por que duvidar. Mas
o que vem à tona no caso não é o “estado de
natureza” do mundo pré-civilizado ou o animal
homem tal como a evolução o teria produzido – o que vem à tona é o bicho-homem descivilizado, ou seja, o
civilizado que se vê repentinamente fora da jaula e
apto a dar livre curso aos impulsos e instintos naturais
tolhidos e asfixiados pela ordem civilizada. O
descivilizado é o civilizado à solta: livres das amarras
e restrições da vida comum mas portador de um
psiquismo arcaico que foi pesadamente macerado e
em larga medida deformado pela renúncia instintual
imposta pelo processo civilizatório. A ferocidade que
tomou conta dos conquistadores europeus no Novo
Mundo e o surto de bestialidade fascista que varreu a
Europa no século passado são exemplos extremos
dessa realidade. O equívoco do modelo hobbesiano é
confundir o homem descivilizado feito lobo do homem
– ávido de desafogo e revide contra tudo e contra
todos – com um suposto estado primitivo ou de pura
natureza do animal. – “Você pode expelir a natureza
com um varapau pontiagudo”, adverte Horácio, “mas
ela sempre retornará.” A verdade do poeta, “nem o
fogo, nem o ferro, nem o tempo devorador poderão
abolir”. Mas à luz do exposto acima não seria talvez
de todo impróprio emendar: a natureza expelida não
sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as
feridas da violenta expulsão.
Eduardo Giannetti
(Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise
civilizatória. São Paulo: Cia das Letras, 2016)
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Em 21/09/2020, uma secretaria municipal
realizou o estágio da liquidação pelo recebimento de
material de consumo para distribuição, vinculado a
um contrato. Independentemente da natureza da
informação, o lançamento efetuado pela
contabilidade que NÃO se aplica à transação
efetuada, na data indicada, é:
Sendo D – lançamento a débito e C – lançamento a
crédito.
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