Foram encontradas 40 questões.
Assinalar a alternativa que apresenta uma locução adjetiva:
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Considerando-se o emprego dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Além disso, a meta de ‘fogo-zero’ em vegetação gera um processo de retroalimentação positiva aos incêndios, mais combustível fica acumulado no ambiente. O fogo em vegetação é um fator ecológico que pode ser benéfico ou maléfico, dependendo de como, onde, quando e ele ocorre.
Os novos estudos da história social do trabalho parecem tão distantes das salas de aulas das escolas de Ensino Fundamental e Médio do país. ?
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Considerando-se o emprego da crase, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Mesmo reconhecida como um avanço do Estado brasileiro na reafirmação do Brasil como nação multiétnica e na reparação de sua dívida histórica em relação escravidão, a implementação da política educacional quilombola, inegavelmente, apresenta desafios para o modelo convencional de escola, inscrito na experiência dos países republicanos. O modelo de intervenção escolar convencional se baseia no estabelecimento de um contraponto formas de pertencimento e vinculação dos indivíduos em grupos proximais, como a família e a comunidade de origem.
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Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa INCORRETA:
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Assinalar a alternativa em que a frase NÃO apresenta duplo sentido:
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Assinalar a alternativa em que todas as palavras apresentam um encontro consonantal sublinhado:
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Cuidado: o próximo post pode ser o último!
Escrever é uma arte. Uma palavrinha fora de lugar é o suficiente para estremecer uma amizade, azedar uma relação amorosa, interromper uma parceria profissional. Recomenda-se prudência na tentativa de ser irônico sem o talento de um Verissimo. De inventar caprichosamente novas palavras sem a genialidade de um Rosa. Melhor ficar ligado!
Na era das redes sociais, textos curtos trazem armadilhas ainda mais perigosas. Aviso aos incautos: jamais enviem qualquer mensagem sem ler e reler o que escreveram. “Não se escreve com o fígado”, dizem os mais experientes, escaldados por flagelos inomináveis causados por textos ensandecidos. O que se escreve fica eternizado, e mesmo nas redes sociais, basta um “print” para que um momento de invigilância lhe cause eterno desgosto.
Redes de WhatsApp revelam o que há de mais desastroso (e curiosamente engraçado) numa comunidade de mamíferos de sangue quente com intelecto superior. A velha máxima do botequim deveria inspirar as regras de uso de qualquer dessas redes: “É proibido falar de política, religião, futebol e mulher”. O ditado é machista, mas evita encrencas.
São vários os estilos que remetem ao desastre. Tente descobrir qual o seu:
— curto e grosso: esse vai pra cova rápido. Sem dó nem piedade.
— sincericida: quem confia demais, é sábio de menos. Cautela e canja de galinha…
— afobado: escrever sem ler costuma dar muito errado.
— prolixo: quem fala demais, é lido de menos. Melhor nem começar.
— louva-Deus: parece ter como meta catequizar todos da rede.
— fake news: não acerta uma! Só manda notícia falsa.
Brincadeiras à parte, previna-se das armadilhas da rede. Antes do próximo post, lembre-se da plaquinha do ônibus: “Fale ao motorista somente o indispensável”.
O resto é vida de verdade, no mundo real, das trocas presenciais sem pressa ou medo de ser feliz.
(Fonte: André Trigueiro. Cuidado: o próximo post pode ser o último! — adaptado.)
Em relação aos estilos de escrita nas redes sociais descritos pelo autor do texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Cuidado: o próximo post pode ser o último!
Escrever é uma arte. Uma palavrinha fora de lugar é o suficiente para estremecer uma amizade, azedar uma relação amorosa, interromper uma parceria profissional. Recomenda-se prudência na tentativa de ser irônico sem o talento de um Verissimo. De inventar caprichosamente novas palavras sem a genialidade de um Rosa. Melhor ficar ligado!
Na era das redes sociais, textos curtos trazem armadilhas ainda mais perigosas. Aviso aos incautos: jamais enviem qualquer mensagem sem ler e reler o que escreveram. “Não se escreve com o fígado”, dizem os mais experientes, escaldados por flagelos inomináveis causados por textos ensandecidos. O que se escreve fica eternizado, e mesmo nas redes sociais, basta um “print” para que um momento de invigilância lhe cause eterno desgosto.
Redes de WhatsApp revelam o que há de mais desastroso (e curiosamente engraçado) numa comunidade de mamíferos de sangue quente com intelecto superior. A velha máxima do botequim deveria inspirar as regras de uso de qualquer dessas redes: “É proibido falar de política, religião, futebol e mulher”. O ditado é machista, mas evita encrencas.
São vários os estilos que remetem ao desastre. Tente descobrir qual o seu:
— curto e grosso: esse vai pra cova rápido. Sem dó nem piedade.
— sincericida: quem confia demais, é sábio de menos. Cautela e canja de galinha…
— afobado: escrever sem ler costuma dar muito errado.
— prolixo: quem fala demais, é lido de menos. Melhor nem começar.
— louva-Deus: parece ter como meta catequizar todos da rede.
— fake news: não acerta uma! Só manda notícia falsa.
Brincadeiras à parte, previna-se das armadilhas da rede. Antes do próximo post, lembre-se da plaquinha do ônibus: “Fale ao motorista somente o indispensável”.
O resto é vida de verdade, no mundo real, das trocas presenciais sem pressa ou medo de ser feliz.
(Fonte: André Trigueiro. Cuidado: o próximo post pode ser o último! — adaptado.)
Qual das alternativas a seguir traz a ideia central defendida pelo autor do texto?
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Cuidado: o próximo post pode ser o último!
Escrever é uma arte. Uma palavrinha fora de lugar é o suficiente para estremecer uma amizade, azedar uma relação amorosa, interromper uma parceria profissional. Recomenda-se prudência na tentativa de ser irônico sem o talento de um Verissimo. De inventar caprichosamente novas palavras sem a genialidade de um Rosa. Melhor ficar ligado!
Na era das redes sociais, textos curtos trazem armadilhas ainda mais perigosas. Aviso aos incautos: jamais enviem qualquer mensagem sem ler e reler o que escreveram. “Não se escreve com o fígado”, dizem os mais experientes, escaldados por flagelos inomináveis causados por textos ensandecidos. O que se escreve fica eternizado, e mesmo nas redes sociais, basta um “print” para que um momento de invigilância lhe cause eterno desgosto.
Redes de WhatsApp revelam o que há de mais desastroso (e curiosamente engraçado) numa comunidade de mamíferos de sangue quente com intelecto superior. A velha máxima do botequim deveria inspirar as regras de uso de qualquer dessas redes: “É proibido falar de política, religião, futebol e mulher”. O ditado é machista, mas evita encrencas.
São vários os estilos que remetem ao desastre. Tente descobrir qual o seu:
— curto e grosso: esse vai pra cova rápido. Sem dó nem piedade.
— sincericida: quem confia demais, é sábio de menos. Cautela e canja de galinha…
— afobado: escrever sem ler costuma dar muito errado.
— prolixo: quem fala demais, é lido de menos. Melhor nem começar.
— louva-Deus: parece ter como meta catequizar todos da rede.
— fake news: não acerta uma! Só manda notícia falsa.
Brincadeiras à parte, previna-se das armadilhas da rede. Antes do próximo post, lembre-se da plaquinha do ônibus: “Fale ao motorista somente o indispensável”.
O resto é vida de verdade, no mundo real, das trocas presenciais sem pressa ou medo de ser feliz.
(Fonte: André Trigueiro. Cuidado: o próximo post pode ser o último! — adaptado.)
Assinalar a alternativa na qual apresenta o termo entre parênteses que substitui a palavra sublinhada sem prejuízo de sentido:
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Cuidado: o próximo post pode ser o último!
Escrever é uma arte. Uma palavrinha fora de lugar é o suficiente para estremecer uma amizade, azedar uma relação amorosa, interromper uma parceria profissional. Recomenda-se prudência na tentativa de ser irônico sem o talento de um Verissimo. De inventar caprichosamente novas palavras sem a genialidade de um Rosa. Melhor ficar ligado!
Na era das redes sociais, textos curtos trazem armadilhas ainda mais perigosas. Aviso aos incautos: jamais enviem qualquer mensagem sem ler e reler o que escreveram. “Não se escreve com o fígado”, dizem os mais experientes, escaldados por flagelos inomináveis causados por textos ensandecidos. O que se escreve fica eternizado, e mesmo nas redes sociais, basta um “print” para que um momento de invigilância lhe cause eterno desgosto.
Redes de WhatsApp revelam o que há de mais desastroso (e curiosamente engraçado) numa comunidade de mamíferos de sangue quente com intelecto superior. A velha máxima do botequim deveria inspirar as regras de uso de qualquer dessas redes: “É proibido falar de política, religião, futebol e mulher”. O ditado é machista, mas evita encrencas.
São vários os estilos que remetem ao desastre. Tente descobrir qual o seu:
— curto e grosso: esse vai pra cova rápido. Sem dó nem piedade.
— sincericida: quem confia demais, é sábio de menos. Cautela e canja de galinha…
— afobado: escrever sem ler costuma dar muito errado.
— prolixo: quem fala demais, é lido de menos. Melhor nem começar.
— louva-Deus: parece ter como meta catequizar todos da rede.
— fake news: não acerta uma! Só manda notícia falsa.
Brincadeiras à parte, previna-se das armadilhas da rede. Antes do próximo post, lembre-se da plaquinha do ônibus: “Fale ao motorista somente o indispensável”.
O resto é vida de verdade, no mundo real, das trocas presenciais sem pressa ou medo de ser feliz.
(Fonte: André Trigueiro. Cuidado: o próximo post pode ser o último! — adaptado.)
Sobre a presença de intertextualidade na construção da argumentação do texto, analisar os itens abaixo:
I. Há referência a características marcantes de dois autores da literatura brasileira: a ironia de Luis Fernando Verissimo e a capacidade de criar palavras de Guimarães Rosa.
II. Para deixar claro que não se deve escrever sob a influência de estado emocional em descontrole, Trigueiro recorre à opinião de pessoas mais experientes no assunto.
III. Referindo-se a temas a serem evitados e à necessidade de concisão no uso da escrita nas redes sociais, o autor faz referência a um ditado popular e à inscrição que consta em muitos transportes coletivos, respectivamente.
Está(ão) CORRETO(S):
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