Foram encontradas 79 questões.
No Bar do Roberto, o litro de vodca do tipo A custa R$170,00 e o litro de vodca do tipo B custa R$105,00. Misturando a vodca do tipo A
com a vodca do tipo B, Roberto obtém um terceiro tipo de vodca cujo litro custa R$144,00. Qual deve ser, nessa mistura, a proporção da
vodca do tipo B para a vodca do tipo A que Roberto deve utilizar para obter o terceiro tipo de vodca?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma empresa de calçados utiliza 40% do seu faturamento para comprar matéria prima. Após certo período, a matéria prima aumentou
50%, enquanto que o faturamento da empresa aumentou apenas 20%. Sabendo-se que a empresa, após esse período, continua
comprando a mesma quantidade de matéria prima que comprava anteriormente, qual é a porcentagem do faturamento que a empresa
passou a gastar com matéria prima?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para responder a questão
Assum preto ou anum preto
Posso estar dizendo uma besteira descomunal, mas irei em frente. Se for besteira mesmo, aparecerão dúzias de críticos e resmas de correções, o que pelo menos me impedirá de continuar repetindo a besteira velhice afora. A besteira se refere à canção clássica de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, “Assum Preto”, com seus versos inesquecíveis: “Tudo em volta é só beleza / céu de abril e a mata em flor /mas assum preto cego dos olhos /não vendo a luz, ai, canta de dor...” Assum preto é o passarinho que não somente é trancado numa gaiola: furam-lhe os olhos para que ele cante de maneira mais sofrida, mais bela. Como não nos lembrarmos dos “bluesmen” cegos do Mississipi? Como não nos lembrarmos dos “castrati” da ópera italiana (a quem arrancavam algo talvez mais estimado do que os globos oculares)?
A história é esta. A besteira é: existe de fato um pássaro chamado “assum” ou “assum preto”? Eu, pelo menos, nunca ouvi falar. Vou logo avisando que minha ignorância de assuntos da Natureza é de proporções enciclopédicas. Mas, foi justamente nas enciclopédias que procurei essa nobre ave – e não a encontro. Não há menção de “Assum” ou “assum preto” na Wikipédia online, bem como no meu “Dicionário Houaiss”.
Há, sim, menção (nessas e em várias outras fontes) a um pássaro chamado “anum preto”. Anum, sim, eu ouço falar desde pequeno, inclusive na expressão levemente ofensiva e brincalhona “bufa de anum” com intenção provocativa [...]
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para responder a questão.
Cuidado com as palavras!
As palavras são como as pessoas: nascem, crescem e morrem. Possuem, portanto, uma história que pressupõe, por sua vez, origem, desenvolvimento, uso e desuso, conforme o primado das circunstâncias linguísticas e dos percursos filológicos.
Não se deve, assim, ser indiferente à trajetória de sua significação. Vezes, retilínea, vezes sinuosa, vezes previsível, vezes
surpreendente; inusitada, insólita, absurda, a semântica é ponto nevrálgico no organismo das palavras. O sentido primeiro, originário, no frescor de suas ressonâncias sensíveis e ideativas, não pode ser esquecido e deve ser sempre recuperado nas instâncias frutíferas do ritual ideológico. A palavra – artefato de linguagem que serve à comunicação – serve também às práticas humanas em ambiência social, política e afetuosa.
Cuidado com as palavras!
Cuidado com sua história, sua geografia, sua arquitetura, seus funcionamentos, virtualidades, sutilezas, falhas e vazios! É preciso sondá-las e, se possível, decifrá-las ,ainda em estado de dicionário, como sugere o poeta. E, como sugere las las o poeta, não nos recusemos à luta com seus sortilégios, mal se rompe a manhã, pois lutar com as palavras é travar uma luta fraterna, na medida em que esta luta nos leva a ocupar o lugar mais adequado e mais correto, isto é, o lugar do humano. Dito de outra forma, o lugar da linguagem, ou seja, “a morada do ser”, como nos ensina o filósofo [...].
I- um sentimento quase de afeto com a origem e o trato com as palavras. II- as tensões e harmonias dos significados que as palavras transitam em um texto. III- o respeito e o amor pela força imagética que as circunstâncias linguísticas imprimem com as palavras em sua riqueza multifacetada.
Está CORRETO o que se afirma em