Foram encontradas 80 questões.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA),
redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela
automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na
estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo
tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os
modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs
seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender.
De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como
Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que
estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não
significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados,
atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para
2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento.
“Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S.
Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
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redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela
automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na
estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo
tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os
modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs
seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender.
De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como
Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que
estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não
significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados,
atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para
2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento.
“Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S.
Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
I. As palavras “redesenha” e “incertezas” formam-se pelo mesmo tipo de derivação, com prefixos diferentes.
II. Os termos “vaivém” e “ex-executivo” são formados pelo mesmo tipo de processo, ou seja, compostos por justaposição.
III. A expressão “geração Z” é um neologismo, uma nova expressão da língua com papel de completar espaços a respeito de um novo conceito.
IV. A expressão “salário emocional”, formada por substantivo e adjetivo, indica um conceito que inclui, por exemplo, reconhecimento, incentivo, folgas e horários flexíveis.
Assinale a alternativa correta.
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automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na
estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo
tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os
modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs
seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender.
De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como
Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que
estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não
significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados,
atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para
2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento.
“Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S.
Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
I. No trecho “diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios”, a vírgula separa o vocativo do sujeito da oração.
II. Os travessões empregados, no segundo parágrafo, podem ser substituídos por vírgulas sem prejuízo de sentido.
III. Nos termos “salário emocional” e “roubar”, as aspas desempenham a mesma função: destacar um sentido especial usado no contexto.
IV. Em “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, as aspas destacam um discurso direto.
Assinale a alternativa correta.
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automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na
estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo
tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os
modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs
seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender.
De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como
Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que
estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não
significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados,
atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para
2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento.
“Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
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automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na
estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo
tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os
modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs
seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender.
De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como
Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que
estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não
significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados,
atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para
2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento.
“Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse
contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas
da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e
no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos
positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável.
Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com
a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a
participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas.
Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga
com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar
iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias
e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de
2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>).
I. A repetição do verbo “investir” prejudica a progressão coerente do enunciado.
II. Os termos “relevância” e “fortalecimento” têm papel de caracterizar a palavra “conhecimento”.
III. A locução “da profissão” atribui uma característica ao termo “fortalecimento”.
IV. O uso da expressão “seja...seja” introduz alternativas, funcionando como conjunção.
Assinale a alternativa correta.
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A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse
contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas
da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e
no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos
positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável.
Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com
a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a
participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas.
Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga
com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar
iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias
e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de
2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>).
I. A conjunção “mas”, precedida da expressão “não é apenas”, tem sentido de adição de ideias.
II. O termo “que” pode ser substituído pela palavra “onde”, sem prejuízo de sentido.
III. A expressão informal “Cabe a nós criar” é típica da oralidade.
IV. A última oração classifica-se como um período simples com sujeito composto.
Assinale a alternativa correta.
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A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse
contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas
da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e
no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos
positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável.
Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com
a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a
participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas.
Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga
com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar
iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias
e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de
2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>).
I. Nas duas ocorrências do termo “para”, os sentidos são diferentes: na primeira indica finalidade e na segunda é um elemento coesivo.
II. Duas funções são desempenhadas pelo termo “que”, nas três ocorrências: duas vezes como pronome relativo e uma vez como conjunção.
III. Os pronomes “nossa” e “nos” são utilizados pelo produtor do texto com a intenção de incluir o público-leitor da revista.
IV. Os dois pontos empregados ocupam o espaço de um termo com sentido conclusivo, podendo ser substituídos pela palavra “portanto”.
Assinale a alternativa correta.
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A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse
contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas
da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e
no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos
positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável.
Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com
a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a
participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas.
Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga
com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar
iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias
e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de
2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>).
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A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse
contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas
da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e
no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos
positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável.
Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com
a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a
participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas.
Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga
com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar
iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias
e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de
2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>).
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