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Foram encontradas 40 questões.

2307765 Ano: 2020
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Um supervisor de informática está montando um site e realizou alguns procedimentos, tendo inserido na página web, a logomarca a seguir
Enunciado 3561661-1
Nessa imagem, é necessário criar um link, de modo que, ao clicar nela, seja exibida a página da Câmara Municipal de Mangaratiba. Sabendo que o arquivo da imagem é referenciado por logo.png e a URL da página https://www.mangaratiba.rj.leg.br/, o código HTML correspondente será:
 

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2307760 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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“Estela entendeu que a essência das festas é feita de solidão e liberdade.” A oração destacada encontra-se na voz passiva. Raciocinando a partir de outra possibilidade de estrutura da voz passiva para a oração, a opção correta será:
 

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2307759 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
A respeito do texto, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Para lidar com a ferocidade do ambiente polarizado, é legítimo desistir de se manifestar sobre qualquer assunto irrelevante.
( ) O jornalismo de verdade salva a plataforma do Twitter, haja vista a temática sobre o tempo e a saúde – temas sensatos que não permitem intimidação.
( ) A palavra cancelamento é um eufemismo, segundo a cronista, porque a ação de linchar honras alheias é uma prática recorrente há anos.
As afirmativas são, respectivamente,
 

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2307758 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
No terceiro parágrafo, a cronista Cora Rónai adota um procedimento coesivo que
 

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2307757 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
A crônica é um gênero textual que imprime uma conversa com o leitor. Sob esse aspecto, o nível de linguagem comumente adotado recorre:
 

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2307756 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
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Twitter, a praça do ódio

Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.

“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.

Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.

Isso explica a polarização.

Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.

Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.

A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.

Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.

Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:

“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”

No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.

Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.

O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.

(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)

“Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita” O uso do acento grave (crase) na expressão destacada deve-se

 

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2307755 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
Com relação ao tema cultura do cancelamento, analise as afirmativas a seguir.
I. Viver em uma bolha traz a sensação de pertencimento porque o ser humano é um animal gregário e encontra sua força nos coletivos.
II. “Linchamento” é o termo mais apropriado, pois joga-se a desonra alheia onde ela merece ficar. “Assim, uivamos com os lobos, eles uivam com a gente.”
III. O Twitter é a morte do debate, é a ágora onde políticas, denúncias, ressentimentos e lacrações coexistem, haja vista os gritos dos extremistas e a ausência de liberdade de expressão.
Assinale:
 

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1988044 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Com relação aos aplicativos Writer, Calc e Impress da suíte Libre Office 7.0.0.3, versão em português, analise as afirmativas a seguir.
I. No editor Writer, deve-se acionar o ícone Enunciado 3561607-1 para inserir uma quebra de página em um texto digitado.
II. No software de planilhas Calc, os ícones Enunciado 3561607-2 e Enunciado 3561607-3 têm por significados, respectivamente, copiar e colar.
III. No software de criação de apresentações de slides Impress, para salvar a apresentação em formato PDF, deve-se atuar na opção Enunciado 3561607-4 existente nas opções da guia Arquivo da Barra de Menus.
Assinale:
 

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1988011 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Com relação aos aplicativos Word, Excel e PowerPoint do pacote MS Office 2019 BR, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) a verificação da ortografia e gramática pode ser feita por meio do acionamento do ícone Enunciado 3561606-1 ou da tecla de função F9.
( ) Os formatos default padronizados são DOCX no Word, XLSX no Excel e PPTX no PowerPoint.
( ) a título de Enunciado 3561606-2 a configuração dos documentos pode ser de dois tipos: normal e personalizado.
As afirmativas são, respectivamente,
 

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1979495 Ano: 2020
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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SQL é sigla inglesa de “Structured Query Language”, sendo uma linguagem padrão de gerenciamento de dados que possibilita a interação e realização de operações com os principais bancos de dados baseados no modelo relacional. Na tabela FUNCIONÁRIOS, para selecionar todas as pessoas cujas idades sejam maiores ou iguais a 18 e menores que 49 anos, inclusive, a sintaxe correta para o comando é:
 

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