Foram encontradas 315 questões.
- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e CírculosComprimento da circunferência e do arco de circunferência
Há alguns modelos de Discos Rígidos que têm rotações estimadas em 7200 RPM. RPM é o mesmo que Rotações Por Minuto.
Um experimento consiste em inserir o disco de rotação 7200 RPM como roda de um pequeno carrinho.
Considerando que o raio do disco seja 5 cm, assinale a opção que indica o espaço percorrido pelo carrinho, após um minuto, sem haver atrito entre o disco e solo.
Obs.: Use !$ \pi =3 !$
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2307765
Ano: 2020
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Um supervisor de informática está montando um site e realizou alguns procedimentos, tendo inserido na página web, a logomarca a seguir

Nessa imagem, é necessário criar um link, de modo que, ao clicar nela, seja exibida a página da Câmara Municipal de Mangaratiba. Sabendo que o arquivo da imagem é referenciado por logo.png e a URL da página https://www.mangaratiba.rj.leg.br/, o código HTML correspondente será:
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2307764
Ano: 2020
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Em um banco de dados relacional, deseja-se realizar uma consulta na qual o resultado seja uma tabela com todos os registros da tabela CLIENTES, cujo campo SALARIO seja maior do que R$ 1.000,00, sendo o resultado ordenado por nome e de forma crescente.
A sintaxe SQL correspondente é
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2307763
Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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No uso dos recursos do processador de textos Writer da suíte Libre Office 7.0.0.3, em Português,
I. a execução de um atalho de teclado converte uma palavra ou frase selecionada de maiúsculas em minúsculas e vice-versa.
II. a pressão de um ícone por meio do ponteiro do mouse possibilita a inserção de uma tabela em um texto digitado.
O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente,
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2307762
Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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- Demonstrações ContábeisBP: Balanço PatrimonialAtivoAtivo CirculantePCLD: Perda com Créditos de Liquidação Duvidosa
Em 01/01/2019 uma empresa apresentava um saldo de R$ 12.000,00 em Perdas Estimadas com Créditos de Liquidação Duvidosa (PECLD). Durante o exercício de 2019, após se esgotarem todas as possibilidades de recebimento, um cliente foi considerado incobrável no valor de R$ 3.500,00 e a duplicata baixada; a PECLD para o exercício seguinte deverá ser constituída ao final de 2019 no valor de R$ 15.000,00.
Considerando somente as informações apresentadas, os lançamentos que representam as operações, em reais, ao final do exercício de 2019, são:
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2307761
Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Um texto foi digitado no editor Writer da suíte LibreOffice 7.0.0.3, em português, inic ialmente com alinhamento à esquerda. Posteriormente, para aplicar alinhamento centralizado, todo o texto deve ser selecionado e, na sequência, um ícone deve ser acionado por meio do ponteiro do mouse ou, de forma alternativa, um atalho de teclado deve ser executado.
O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente,
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“Estela entendeu que a essência das festas é feita de solidão e liberdade.” A oração destacada encontra-se na voz passiva. Raciocinando a partir de outra possibilidade de estrutura da voz passiva para a oração, a opção correta será:
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
A respeito do texto, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Para lidar com a ferocidade do ambiente polarizado, é legítimo desistir de se manifestar sobre qualquer assunto irrelevante.
( ) O jornalismo de verdade salva a plataforma do Twitter, haja vista a temática sobre o tempo e a saúde – temas sensatos que não permitem intimidação.
( ) A palavra cancelamento é um eufemismo, segundo a cronista, porque a ação de linchar honras alheias é uma prática recorrente há anos.
As afirmativas são, respectivamente,
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
No terceiro parágrafo, a cronista Cora Rónai adota um procedimento coesivo que
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Twitter, a praça do ódio
Deixei de frequentar o Twitter há alguns anos. Cheguei à conclusão de que não tinha saúde emocional para ser linchada num dia pela esquerda e no outro pela direita. Vocês veem quanto tempo faz isso: naquela época, a palavra ainda era linchamento, e não cancelamento, como se diz hoje.
“Linchamento” é, no entanto, o termo de longe mais apropriado — mas quando se pratica o ódio do bem fica difícil justificar a participação em algo tão claramente explicitado. “Cancelamento” é uma versão descolada para uma palavra pesada. Dizer que “cancelamos alguém” joga a desonra sobre o cancelado; dizer “linchamos alguém” deixa a desonra onde ela merece ficar.
Apanhar de um lado só é relativamente suportável, porque o ser humano é um animal gregário que encontra a sua força nos coletivos. É tolerável ser odiado por um grupo quando as ideias que despertam esse ódio são ponto de comunhão com os membros do outro grupo ao qual pertencemos. O nosso grupo nos acolhe e nos dá proteção. Uivamos com os lobos, eles uivam com a gente e somos felizes para sempre.
Isso explica a polarização.
Viver numa bolha, qualquer que ela seja, traz a sensação de pertencimento a que todos almejamos. Por isso a política descamba tão facilmente para o que parece, de fora, uma seita religiosa; por isso, aliás, seitas religiosas. E clubes, e torcidas organizadas. Pensar fora da bolha sempre foi desafiador, mas no Twitter é um massacre. É quase impossível ler milhares de insultos vindos de todos os lados e manter a autoestima.
Lamentavelmente, o Twitter é também a ágora onde a política acontece, e num momento como o atual, jornalistas precisam estar lá. Voltei a participar da rede há coisa de dois meses, mas o sentimento preponderante que ela me passa continua sendo o de depressão: o que mais vejo são denúncias bizarras, ressentimento e lacração.
A ferocidade do ambiente faz com que qualquer pessoa vagamente sensata meta a viola no saco e desista de se manifestar sobre qualquer assunto relevante. Em outras palavras, qualquer pessoa vagamente sensata passa a falar sobre o tempo e a saúde, e ainda assim com ressalvas. Felizmente há pessoas vagamente insensatas que não se deixam intimidar, e isso salva a plataforma.
Minha amiga Mariliz Pereira Jorge, colunista da “Folha de São Paulo”, é uma delas: apanha assustadora e cotidianamente, mas levanta, sacode a poeira e volta para a luta, toda coragem e honestidade intelectual. Gigante.
Essa semana saiu em defesa da nossa colega Vera Magalhães, que tem dado novo fôlego ao “Roda Viva” mas também é regularmente linchada porque ousa atacar ao mesmo tempo PT e Bolsonaro, e resumiu a situação:
“@veramagalhães convida o prof Silvio Almeida para um Roda Viva importantíssimo. É atacada por parte da esquerda com comentários grosseiros, misóginos e covardes. Quem comemora a bestialidade? A extrema-direita. Parabéns aos envolvidos. Se abracem.”
No fim, é isso. O que ecoa na praça são os gritos dos extremistas.
Não existe liberdade de expressão num lugar onde mesmo jornalistas tarimbados têm medo de se expressar; não existe liberdade de expressão quando qualquer assunto deixa de ser tema para virar tabu, ou quando uma palavra ou uma opinião mobilizam um exército de robôs para estraçalhar o indivíduo que a proferiu.
O Twitter é a morte do debate, o fim da discordância civilizada.
(Cora Rónai – O Globo 25/6/2020 – https://oglobo.globo.com/cultura/twitter-pracado-odio-24495997)
A crônica é um gênero textual que imprime uma conversa com o leitor. Sob esse aspecto, o nível de linguagem comumente adotado recorre:
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