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Foram encontradas 110 questões.

1169643 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
eia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado. (1º parágrafo)

O trecho – que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado – exprime ideia de
 

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1169642 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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A fórmula chinesa

A China vai virar uma democracia? Liberais, especialmente os da vertente institucionalista, apostam que ou ela se transforma numa sociedade aberta ou verá o fim de sua pujança econômica. Pequim, porém, parece empenhada em desmentir os liberais.

Um resumo rápido do último quinquênio sob a liderança de Xi Jinping é que o dirigente, que acaba de ser escolhido para permanecer mais cinco anos à frente do Partido Comunista chinês, conseguiu concentrar poderes e sufocar as tímidas tentativas de abertura, tudo isso sem ameaçar o crescimento.

Os liberais, porém, não precisam, por enquanto, atirar a toalha. Como nunca deram um prazo preciso para que sua profecia se concretizasse, não foram formalmente contraditados. É até possível que tenham razão e que, em horizontes mais dilatados, a China ou promova uma abertura ou sofra um apagão econômico.

O pressuposto teórico dessa tese é bastante razoável. A prosperidade sustentável, afinal, depende de um fluxo constante de inovações e ganhos de produtividade que são coibidos quando indivíduos não podem trocar ideias livremente.

Dá para construir uma boa argumentação mostrando que esse foi um grande problema na antiga URSS e contribuiu para seu ocaso* econômico.

O ponto central é descobrir se a liberdade é condição necessária para o desenvolvimento científico e econômico ou só um tempero desejável. Gostaria de acreditar na primeira alternativa, mas receio que ela não passe de um desejo liberal. Não me parece “a priori” impossível criar um sistema fortemente autoritário na política e suficientemente liberal nas áreas científicas. A China pelo menos tem conseguido.

(Hélio Schwartsman. Folha de São Paulo. 27.10.2017. Adaptado)

* enfraquecimento que leva à destruição; perda de influência, de poder; decadência.

Uma frase do texto em que há emprego de palavra ou expressão em sentido figurado é:
 

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1169641 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Com a produção em escala industrial, comprar um espelho ficou mais acessível. A expressão destacada na frase está corretamente substituída pelo pronome em:
 

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1169640 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A expressão destacada no trecho do texto indica delimitação temporal em:
 

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1169639 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada apresenta circunstância adverbial de intensidade.
 

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1169638 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (5 de outubro), o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e do comitê organizador da Rio-16. Ele é suspeito de atuar na compra de votos para a escolha da cidade para sediar os Jogos Olímpicos. Na história dos Jogos, foi o único presidente do comitê organizador a acumular o cargo de mandatário do comitê olímpico do país-sede. A operação é um desdobramento da Operação “Unfair Play”.
(Folha de S. Paulo, 5 out.17. Disponível em: . Adaptado)
O texto trata da prisão de
 

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1169637 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu, neste sábado (4 de novembro), manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1a Região que determinou a suspensão da regra prevista no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que diz que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero.

(EBC, 4 nov.17. Disponível em: https://goo.gl/JpeyvQ>. Adaptado)

A decisão que suspendeu a norma do edital do Enem atendeu a um pedido que alegava que

 

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1169636 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
O Masp anunciou, nesta terça-feira (7 de novembro), que irá permitir a entrada de menores de 18 anos, desde que acompanhados de pais ou responsáveis, em uma das exposições que está em cartaz. A alteração entra em vigor a partir desta quarta-feira (8 de novembro). Aberta ao público no dia 19 de outubro, o Museu tinha, pela primeira vez em 70 anos de história, vetado a presença de crianças e adolescentes, mesmo que acompanhados. (G1, 7 nov.17. Disponível em: . Adaptado)
O tema da exposição pode ser corretamente identificado em:
 

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1169635 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Os atentados de sábado (14 de outubro) em Mogadíscio, capital do país africano, são os mais sangrentos registrados desde o começo da década. Até a tarde desta segunda-feira (16 de outubro), no horário local, foram encontrados 315 mortos e mais de 300 feridos. Um caminhão-bomba explodiu em uma área movimentada da capital, próxima a edifícios do governo. Um prédio de oito andares foi reduzido a escombros. Edifícios vizinhos e carros também foram destruídos.
(Revista Época, 16 out.17. Disponível em: <https://goo.gl/iyYFYe>. Adaptado)
O atentado mencionado na notícia ocorreu
 

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1169634 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
O líder separatista e presidente destituído da Catalunha, Carles Puigdemont, foi preso neste domingo, na Bélgica, a pedido do governo da Espanha. Puigdemont e quatro colaboradores próximos fugiram do país esta semana depois de terem sido afastados pelas autoridades espanholas. (Folha de S. Paulo, 6 nov.17. Disponível em: . Adaptado)
O motivo do pedido de prisão mencionado na notícia foi
 

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