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Foram encontradas 175 questões.

3892736 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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O valor da cota de um fundo de investimento era R$ 4.200,00 e caiu bruscamente para R$ 3.000,00. Os administradores do fundo prometeram aos cotistas que o valor da cota subiria 10% por mês, durante um determinado número de meses, até que o valor da cota ultrapassasse os R$ 4.200,00. Isso de fato aconteceu e, na ocasião, o valor da cota superou os R$ 4.200,00 em
 

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3892735 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Um viajante fez uma viagem em duas etapas. Na primeira ele viajou durante 3 horas e meia a uma velocidade V e percorreu uma distância D. Na segunda etapa, ele percorreu uma distância 2,5 D a uma velocidade 1,4 V. O tempo gasto na segunda etapa supera o tempo da primeira etapa em
 

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3892734 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Com seus R$ 140.000,00 disponíveis, Tadeu investiu em dois fundos: um de alto risco (A) e outro de risco moderado (M). A partição do dinheiro foi de modo que a razão do dinheiro investido A/M foi igual a 3/4.  Após seis meses, o rendimento de A foi de R$ 3.700,00 e o de M foi de R$ 4.000,00. Tadeu fez um balanceamento das quantias nos fundos, transferindo dinheiro de um fundo para outro, para que a razão A/M voltasse a ser 3/4.  Após essa transferência, é correto afirmar que a diferença M – A, entre os valores aplicados nos dois fundos, é de
 

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3892733 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Em um vídeo game, dois atletas correm em uma pista de atletismo e gastam para dar uma volta completa, respectivamente, 20 e 35 segundos. O aparelho foi ligado com os dois atletas partindo do ponto inicial da pista ao mesmo tempo. Eles permaneceram dando voltas durante 1 hora e 2 segundos e pararam. Durante o tempo em que ficaram correndo, o número de vezes em que apenas um dos atletas cruzou o ponto inicial, sem estar acompanhado do outro, é igual a
 

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3892732 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Davi recebeu 3/2 do valor que Carlos recebeu. Sabe-se que, inicialmente, Carlos gastou 2/5 do que recebeu, em seguida, gastou 1/6 do que havia sobrado. Davi primeiro gastou 1/6 do que recebeu e, por fim, gastou 1/10 do que sobrou. Sabendo que Carlos recebeu X, a diferença positiva entre os valores que sobraram é igual a
 

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3892731 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de colocação dos pronomes.
 

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3892730 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Foi escrita em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:
 

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3892729 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.
    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.
    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.
    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.
(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Considere as frases:

• A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. (2° parágrafo)
• … só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas. (3° parágrafo)

É correto afirmar que as expressões destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
 

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3892728 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.
    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.
    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.
    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.
(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Considere os trechos:

• … o curso natural da doença levou à amputação das pernas (2° parágrafo)
• O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? (2° parágrafo)

Assinale a alternativa que substitui as expressões destacadas, respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do sinal indicativo de crase.
 

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3892727 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
    Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas, gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava a sorrir, cheia de esperança na nova receita.
    A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. A esperança de a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança: minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? Rezar não adiantou.
    Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto: a escolha de se manter sentada nos protege de andar e de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas.
    Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais teria nenhuma dor.
(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.) 
Assinale a alternativa em que o tempo verbal empregado no trecho destacado expressa incerteza.
 

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