Foram encontradas 175 questões.
O valor da cota de um fundo de investimento era
R$ 4.200,00 e caiu bruscamente para R$ 3.000,00. Os
administradores do fundo prometeram aos cotistas que
o valor da cota subiria 10% por mês, durante um determinado número de meses, até que o valor da cota
ultrapassasse os R$ 4.200,00. Isso de fato aconteceu e,
na ocasião, o valor da cota superou os R$ 4.200,00 em
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Um viajante fez uma viagem em duas etapas. Na primeira ele viajou durante 3 horas e meia a uma velocidade
V e percorreu uma distância D. Na segunda etapa, ele
percorreu uma distância 2,5 D a uma velocidade 1,4 V.
O tempo gasto na segunda etapa supera o tempo da
primeira etapa em
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Com seus R$ 140.000,00 disponíveis, Tadeu investiu em dois fundos: um de alto risco (A) e outro de risco
moderado (M). A partição do dinheiro foi de modo que a razão do dinheiro investido A/M foi igual a 3/4. Após seis
meses, o rendimento de A foi de R$ 3.700,00 e o de M
foi de R$ 4.000,00. Tadeu fez um balanceamento das
quantias nos fundos, transferindo dinheiro de um fundo
para outro, para que a razão A/M voltasse a ser 3/4. Após essa transferência, é correto afirmar que a diferença
M – A, entre os valores aplicados nos dois fundos, é de
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Em um vídeo game, dois atletas correm em uma pista de
atletismo e gastam para dar uma volta completa, respectivamente, 20 e 35 segundos. O aparelho foi ligado com os
dois atletas partindo do ponto inicial da pista ao mesmo
tempo. Eles permaneceram dando voltas durante 1 hora
e 2 segundos e pararam. Durante o tempo em que ficaram
correndo, o número de vezes em que apenas um dos
atletas cruzou o ponto inicial, sem estar acompanhado
do outro, é igual a
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Davi recebeu 3/2 do valor que Carlos recebeu. Sabe-se
que, inicialmente, Carlos gastou 2/5 do que recebeu, em
seguida, gastou 1/6 do que havia sobrado. Davi primeiro
gastou 1/6 do que recebeu e, por fim, gastou 1/10 do que
sobrou. Sabendo que Carlos recebeu X, a diferença
positiva entre os valores que sobraram é igual a
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Assinale a alternativa redigida em conformidade com a
norma-padrão de colocação dos pronomes.
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Foi escrita em conformidade com a norma-padrão de
concordância a frase:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo
de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas,
gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos
olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia
crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando
ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante
como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava
a sorrir, cheia de esperança na nova receita.
A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural
da doença levou à amputação das pernas. A esperança de
a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança:
minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria
sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu
caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao
céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde
ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater
uma dor fantasma? Rezar não adiantou.
Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas
bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto:
a escolha de se manter sentada nos protege de andar e
de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou
marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de
que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará
suas marcas.
Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha
dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu
hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais
teria nenhuma dor.
(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver.
Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.)
• A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural da doença levou à amputação das pernas. (2° parágrafo)
• … só para me lembrar de que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará suas marcas. (3° parágrafo)
É correto afirmar que as expressões destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo
de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas,
gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos
olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia
crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando
ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante
como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava
a sorrir, cheia de esperança na nova receita.
A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural
da doença levou à amputação das pernas. A esperança de
a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança:
minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria
sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu
caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao
céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde
ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater
uma dor fantasma? Rezar não adiantou.
Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas
bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto:
a escolha de se manter sentada nos protege de andar e
de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou
marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de
que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará
suas marcas.
Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha
dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu
hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais
teria nenhuma dor.
(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver.
Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.)
• … o curso natural da doença levou à amputação das pernas (2° parágrafo)
• O que faço eu, ainda viva, para combater uma dor fantasma? (2° parágrafo)
Assinale a alternativa que substitui as expressões destacadas, respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do sinal indicativo de crase.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Dr. Aranha era para mim o ser mais poderoso e misterioso do mundo. Depois de atender minha avó, ele sempre ficava um pouco mais. Entre cafés, biscoitos de polvilho e bolo
de laranja, seguia com algumas conversas mais amenas,
gesticulando suas mãos imensas diante de meus pequenos
olhos atentos. Na hora de sair, me beijava a testa e fazia
crescer em mim a vontade de beijar testas também. Quando
ia embora, deixava um rastro de paz. Era impressionante
como minha avó melhorava só de vê-lo. Minha mãe voltava
a sorrir, cheia de esperança na nova receita.
A vida seguia, mas, entre altos e baixos, o curso natural
da doença levou à amputação das pernas. A esperança de
a dor passar com a amputação também acabou rapidamente: ela persistia. Diagnóstico aterrorizante para uma criança:
minha avó tinha uma dor fantasma. Dor fantasma… Teria
sido possível exorcizá-la? Mandar a dor fantasma seguir seu
caminho evolutivo? Tirá-la do purgatório e libertá-la rumo ao
céu das dores? Ou poderíamos condená-la ao inferno, onde
ficaria por toda a eternidade e nunca mais amedrontaria ninguém por aqui? O que faço eu, ainda viva, para combater
uma dor fantasma? Rezar não adiantou.
Amputei as pernas finas ou gordas de todas as minhas
bonecas. Nenhuma escapou ao destino cruel da semelhança. Só a Rosinha, que viera de fábrica com as pernas cruzadas, como um Buda, ficou inteira. Hoje ainda me pergunto:
a escolha de se manter sentada nos protege de andar e
de perder as pernas no caminho? Mas a Rosinha ganhou
marcas “cirúrgicas” de canetinha, só para me lembrar de
que, mesmo se eu quiser me manter sentada, a vida deixará
suas marcas.
Então, aos 7 anos, eu já tinha uma enfermaria que cuidava da dor das bonecas. No meu hospital ninguém tinha
dor. Minha avó ria e dizia que queria ser cuidada no meu
hospital. E eu prometia que cuidaria dela e que nunca mais
teria nenhuma dor.
(Ana Claudia Quintana Arantes. A morte é um dia que vale a pena viver.
Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2016.)
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