Foram encontradas 50 questões.
2204678
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Provas:
A Relação dos Municípios, segundo as Regiões Geográficas do Paraná do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social de 2012, situa o Município de Maringá na região geográfica do
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Excesso de velocidade é, sem dúvidas, uma das principais causas de acidentes de trânsito. Quais são infração e a penalidade aplicada para o condutor que for flagrado transitando em velocidade superior à máxima permitida para o local (medida por instrumento ou equipamento hábil), em rodovias, vias de trânsito rápido, vias arteriais e demais vias, quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50%?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2204675
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Provas:
As modificações urbanas propostas para a cidade de Maringá, que visavam alterar o uso e a ocupação da área da estação ferroviária e seu pátio de manobras, elaboradas por Oscar Niemeyer, em 1985, foram denominadas, originalmente, projeto
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículos não motorizados, que estejam atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo, é uma infração de natureza
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2204672
Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Provas:
Qual é o tempo máximo permitido para o motorista profissional dirigir, ininterruptamente, veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Qual é a alternativa que se refere a um crime de trânsito?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2204638
Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Provas:
O desrespeito às leis de trânsito também se manifesta por meio da imprudência, negligência e imperícia. Como é definida a negligência?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Sistema de Transmissão é responsável por transmitir o movimento gerado pelo motor (energia mecânica) até as rodas. Quais são os itens que formam o sistema de transmissão convencional de um veículo?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2204629
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Provas:
Sobre o processo de formação territorial do Paraná, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
SABER E SOFRER
Dizer que o conhecimento faz sofrer tornou-se habitual. O sofrimento foi ligado à filosofia e à literatura a ponto de que não podemos imaginar um filósofo, ou alguém com cara de sábio em meio a livros, pulando carnaval ou curtindo uma piscina. Isso é um mito. Os filósofos e os escritores são ainda hoje constantemente vistos como pessoas que sofrem por conhecerem a alma humana em sua profundidade inacessível aos demais. Não quer dizer que conheçam a alma, nem que haja nela uma profundidade inacessível. Isto é apenas possível. É, sobretudo, uma crença compartilhada e, como tal, organiza nossa visão de muitas coisas. Nunca saberemos se os filósofos antigos eram todos sofredores, nem se conheciam a alma humana. Sabemos apenas que deixaram seu testemunho, no qual confiamos e com os quais devemos discutir hoje para entender o nosso tempo.
Muitos dos pensadores contribuíram com esta imagem tratando o sofrimento como seu objeto de estudos, como Schopenhauer no século XIX. Outros fizeram de seu próprio sofrimento o objeto de suas filosofias, como Pascal no século XVII. Todos tentaram entender a relação entre conhecimento e sofrimento. Dos antigos, Aristóteles, por exemplo, usou um termo de Hipócrates, a melancolia, para explicar a relação do saber com o sofrimento. Tanto para o filósofo, quanto para o médico, a melancolia era um temperamento que explicava, inclusive, a inclinação intelectual de uma pessoa. Além de elucidar o pêndulo entre a loucura e genialidade que caracterizava alguns indivíduos.
Os mais interessantes, porém, são alguns dos padres filósofos da Idade Média que falavam de um certo “demônio do meio dia” que assolava os monges como um fantasma obsedante. Antes dos filósofos perderem a crença em entidades sobrenaturais devido ao longo processo de secularização que levou ao modo de se viver no ocidente sempre a crer em ciência e tecnologia, o dito demônio era considerado a causa da dispersão na leitura, da insatisfação no convívio dentro do mosteiro, do rancor, do torpor, da vontade de morrer, das fantasias de catástrofe, da preguiça, da indolência, e também da culpa por viver no mesmo lugar sem capacidade de agir e ajudar os outros, ao mesmo tempo que responsável por uma crítica geral a tudo, a todos que o cercavam em sua experiência monacal. Era o misto de maldade com desespero, de amor com ódio, de autocrítica com crítica dos outros que caracterizava o quadro melancólico que tanto fazia com que o monge se sentisse um inútil, quanto fazia com que ele se tornasse um escritor, um artista envolvido em ilustrar os livros, um filósofo em busca das verdades próximas ou distantes.
[...]
CONHECER PARA QUÊ?
Que pensar nos faz sofrer pode até ser verdade. Tanto quanto pode ser verdade que pensar pode ser um prazer imenso. Quem se ocupa em conhecer a si mesmo e ao mundo sabe que fará a experiência de prazer e desprazer nesta viagem. Os gregos tinham a ideia do phármakon, remédio e veneno ao mesmo tempo, para explicar a dialética da vida. Ela se aplica ao conhecimento. Podemos sofrer com ele e, do mesmo modo, alegrarmonos.
A melancolia antiga é ancestral direta da nossa depressão. O excesso de depressão nos dias de hoje não deixa de ter relação com a sociedade do conhecimento e da informação em que vivemos. Queremos resolver tudo pelo conhecimento, mas esquecemos de pensar que o conhecimento é uma saída que deve servir a algo mais do que o mero progresso da ciência. O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela. Se alguém busca conhecer a si é porque deve pretender com isso ser feliz. Ser feliz é mais ético e mais bonito do que apenas buscar a si mesmo como uma verdade absoluta. Sobre esta verdade de si ninguém tem garantia. A verdade não deve ser uma ilusão da resposta, mas a busca.
Adaptado de TIBURI, M. Disponível em: http://www.marciatiburi.com.br/textos/saberesofrer.htm. Acesso em 21 jun. 2017.
Em “O conhecimento como potencial de saída da infelicidade, mesmo que tenha nascido dela.”, a expressão destacada exprime o valor semântico de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container