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Leia a tira a seguir para responder a questão:

(Charles M. Schulz, Minduim. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos)
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Considere o texto a seguir:
O Pix ajudou _______quebrar barreiras históricas de acesso ______________ transações financeiras formais. O sistema tornou-se referência global, contrariando _____________ lógica de que grandes inovações vêm sempre de fora e posicionando o Brasil como protagonista de um futuro de pagamentos disponíveis todos.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
O Pix ajudou _______quebrar barreiras históricas de acesso ______________ transações financeiras formais. O sistema tornou-se referência global, contrariando _____________ lógica de que grandes inovações vêm sempre de fora e posicionando o Brasil como protagonista de um futuro de pagamentos disponíveis todos.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Assinale a alternativa que está em conformidade com a
norma-padrão de concordância.
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
verdesmares.com.br. Adaptado)
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
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Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de
2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
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financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste.
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2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
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2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas
um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
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• “... o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos...” (1º parágrafo)
• “O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil.” (3º parágrafo)
Considerando o sentido que expressam no contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
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um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim
uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira
do mundo.
De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação
Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou
pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025.
Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro
digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso
a serviços financeiros.
O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para
o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região
Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que
mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de
inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e
a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades
entre diferentes regiões do país.
Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em
que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou,
assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços
públicos e o varejo.
O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de
fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e
inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao
celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que
um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia
digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo
e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.
(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução
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