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Foram encontradas 100 questões.

4054804 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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        Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.
(O único país autossuficiente em alimentos.
https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)
No trecho “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis.”, a expressão destacada pode ser substituída, mantendo- -se a norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, por:
 

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4054803 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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        Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.
(O único país autossuficiente em alimentos.
https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)
A partir de informações presentes no texto, é correto afirmar que
 

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4054802 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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A palavra destacada pode ser substituída por “os”, mantendo-se a norma-padrão de emprego e colocação pronominal.
 

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4054801 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.
        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto alterado mantém a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
 

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4054800 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.
        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
No trecho “… os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.” (1º parágrafo), as vírgulas foram empregadas pelo mesmo motivo que em:
 

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4054799 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.
        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
Duas palavras empregadas com o mesmo sentido no texto estão destacadas em:
 

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4054798 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.
        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.
        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.
        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.
        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.
        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.
        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.
(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
 

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4054797 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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A regência nominal e verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
 

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4054796 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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Leia a tirinha a seguir para responder a questão:
Enunciado 4989787-1
(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 12.11.2025. Adaptado)
No trecho “Isso é antinatural e doentio!”, o garoto emprega a palavra
 

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4054795 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Matão-SP
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Leia a tirinha a seguir para responder a questão:
Enunciado 4989786-1
(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 12.11.2025. Adaptado)
A partir da leitura da tira, é possível afirmar que
 

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