Foram encontradas 150 questões.
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Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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A obra “As mil e uma noites” é famosa no mundo inteiro por reunir histórias tradicionais que ficaram muito conhecidas envolvendo aspectos da cultura árabe.
Podemos citar entre essas histórias, EXCETO:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
Cada organização tem uma estrutura organizacional em função dos seus objetivos, do seu tamanho, da conjuntura que atravessa e da natureza dos produtos que fabrica ou dos serviços que presta. Portanto não há, de fato, duas organizações idênticas. Apesar de todas as diferenças, os autores clássicos e neoclássicos definiram três tipos tradicionais de organização.
A facilidade no funcionamento, no controle e na disciplina, com pequeno número de relações formais, estrutura simples e a clara delimitação das responsabilidades, são vantagens típicas do seguinte tipo de organização:
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Na ferramenta Microsoft Office Word 2007 (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil) quando copiamos um objeto para a área de transferência e colamos no documento, ele herda o conteúdo e a formatação que ele possuía quando foi copiado.
Um recurso utilizado para colar o texto, desprezando a formatação original é:
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Na ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão), o usuário digitou na célula A1 de uma planilha a seguinte fórmula: =NÃO(10>=10).
Pode-se afirmar que o resultado obtido foi:
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Os homenzinhos de Grork
A ficção científica parte de alguns pressupostos, ou preconceitos, que nunca foram devidamente discutidos. Por exemplo: sempre que uma nave espacial chega à Terra, vinda de outro planeta, é um planeta mais adiantado do que o nosso. Os extraterrenos nos intimidam com suas armas fantásticas ou com a sua sabedoria exemplar. Pior do que o raio da morte é o seu ar de superioridade moral. A civilização deles é invariavelmente mais organizada do que a da Terra e eles não perdem a oportunidade de nos lembrar disso. Cansado de tanta humilhação, imaginei uma história de ficção diferente. Para começar, o Objeto Voador Não Identificado que chega à Terra, descendo numa planície do Meio-Oeste dos Estados Unidos, chama a atenção por um estranho detalhe: a chaminé.
– Vi com estes olhos, xerife. Ele veio numa trajetória irregular, deu alguns pinotes, tentou subir e depois caiu como uma pedra.
– Deixando um facho de luz atrás?
– Não, um facho de fumaça. Da chaminé.
– Chaminé? Impossível. Vai ver o alambique do velho Sam explodiu outra vez e sua cabana voou.
– Não. Tinha o formato de um disco voador. Mas com uma chaminé em cima.
O xerife chama as autoridades estaduais, que cercam o aparelho. Ninguém ousa se aproximar até que cheguem as tropas federais. Um dos policiais comenta para o outro:
– Você notou a vegetação em volta...
– Dizimada. Provavelmente um campo magnético destrutivo que cerca o disco e...
– Não. Parece cortada a machadinha. E se não fosse um absurdo eu até diria que eles estão colhendo lenha.
Nesse instante, um segmento de um dos painéis do disco, que é todo feito de madeira compensada, é chutado para fora e aparecem três homenzinhos com machadinhas sobre os ombros. Os três saem à procura de mais árvores para cortar. Estão examinando as pernas de um dos policiais, quando este resolve se identificar e aponta um revólver para os homenzinhos.
– Não se mexam ou eu atiro.
Os homenzinhos recuam, apavorados, e perguntam:
– Atira o quê?
– Atiro com este revólver.
O policial dá um tiro para o chão como demonstração. Os homenzinhos, depois de refeitos do susto, aproximam-se e passam a examinar a arma do policial, maravilhados. Os outros policiais saem de seus esconderijos e cercam os homenzinhos rapidamente. Mas não há perigo. Eles querem conversa. Para facilitar o desenvolvimento da história, todos falam inglês.
– Vocês não conhecem armas, certo? – quer saber um policial. – Estão num estágio avançado de civilização em que as armas são desnecessárias. Ninguém mata mais ninguém.
– Você está brincando? Responde um dos homenzinhos. – Usamos machadinhas, tacapes, estilingue, catapulta, flecha, qualquer coisa para matar. Uma arma como essa seria um progresso incrível no nosso planeta. Precisamos copiá-la.
Chegaram as tropas federais e diversos cientistas para examinarem os extraterrenos e seu artefato voador. Começam as perguntas. De que planeta eles são? De Grork. Como é que se escreve? Um dos homenzinhos risca no chão: GRRK.
– Deve faltar uma letra – observa um dos cientistas. – O “O”.
– O “O”?
– Assim – diz o cientista da Terra, fazendo uma roda no chão.
O homenzinho examina o “O”. As possibilidades da forma são evidentes. A roda! Por que não tinham pensado nisso antes? Voltarão para Grork com três ideias revolucionárias: o revólver, a roda e a vogal. Querem saber onde estão exatamente. Nunca ouviram falar na Terra. Sempre pensaram que seu planeta fosse o centro do universo e aqueles pontinhos no céu, furos no manto celeste. Sua viagem era uma expedição científica para provar que o planeta Grork como muitos pensavam e que ninguém cairia no abismo se passasse do horizonte. Sua intenção era navegar até o horizonte.
E como tinham vindo parar na Terra?
Pois é. Alguma coisa deu errado.
Tinham descido na Terra, porque faltara lenha para a caldeira que acionava as pás que moviam o braço. Então aquilo era um barco? A ideia fora de fazer um barco. Só que em vez de flutuar, ele subiria. Um fracasso. Os homenzinhos convidam os cientistas a visitarem a nave. Entram pelo mesmo buraco de madeira da nave, que depois é tapado com uma prancha e a prancha pregada na parede. Outra grande ideia que levarão da terra é a dobradiça de porta.
O interior da nave é todo decorado com cortinas de veludo vermelho. Há vasos com grandes palmas, lustres, divãs forrados com cetim. Um dos homenzinhos explica que também tinha um piano de cauda, mas que o queimaram na caldeira quando faltou lenha. Tudo do mais moderno.
– E que mensagem vocês trazem para o povo da Terra? – pergunta um dos cientistas.
Os homenzinhos se entreolharam. Não vieram preparados. Mas como a Terra os recebeu tão bem, resolveram revelar o segredo mais valioso da sua civilização. A fórmula de transformar qualquer metal em ouro.
– Vocês conseguiram isso?
– Ainda não – responde um homenzinho – mas é só uma questão de tempo. Nossos cientistas trabalham sem cessar na fórmula, queimando vela toda noite.
– Velas? Lá não há eletricidade?
– elequê?
– Eletricidade. Energia elétrica. As coisas lá são movidas a quê?
– A vapor. É tudo com caldeira.
– Mas isso não é incômodo?
– Às vezes. O barbeador portátil, por exemplo. Precisa de dois para segurar. Mas o resto...
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Os homenzinhos de Grork. In. O nariz. São Paulo: Ática, 2006, pp. 48-51.)
Analise as afirmativas que correspondam à história narrada no texto.
I. Os seres extraterrestres da história são diferentes dos imaginados pela ficção científica.
II. Na história contada no texto, o homem é mais civilizado do que os seres extraterrestres.
III. Os seres extraterrestres chegaram à Terra acidentalmente.
Estão corretas as afirmativas
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Relacione adequadamente as colunas a seguir:
1. Canção. ( ) Tecla.
2. Bateria. ( ) Letra.
3. Violão. ( ) Baqueta.
4. Piano. ( ) Corda.
A sequência está correta em
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Analise as seguintes afirmativas sobre teclas de atalho no Sistema Operacional Microsoft Windows 8.1 (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil).
I. O atalho Windows + L é utilizado para bloquear o computador ou trocar de usuário.
II. O atalho Windows + Enter é utilizado para percorrer os aplicativos utilizados recentemente.
III. O atalho Alt+Z é utilizado para desfazer uma ação.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Uma torta foi dividida em 8 pedaços iguais, conforme ilustra a figura a seguir.

As estrelas apresentadas na figura estão escondidas nestes pedaços da torta, de modo que ao retirar o pedaço a pessoa não saiba se este contém uma estrela ou não. Esta estrela significa que neste pedaço existe um ingrediente especial. Se uma pessoa retirar um pedaço desta torta de forma aleatória, qual a probabilidade dela pegar um pedaço que possui algum ingrediente especial?
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A gravidez na adolescência
A adolescência é uma fase bastante conturbada na maioria das vezes em razão das descobertas, das ideias opostas às dos pais e irmãos, formação da identidade, fase na qual as conversas envolvem namoro, brincadeiras e tabus. É uma fase do desenvolvimento humano que está entre a infância e a fase adulta. Muitas alterações são percebidas na fisiologia do organismo, nos pensamentos e nas atitudes desses jovens.
A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas há preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. São pensamentos e alterações importantes para o período.
Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade.
O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar; adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, têm o mesmo histórico dos pais. A queda dos comportamentos conservadores, a liberdade idealizada, o hábito de “ficar” em encontros eventuais, a não utilização de métodos contraceptivos, embora haja distribuição gratuita pelos órgãos de saúde públicos, seja por desconhecimento ou por tentativa de esconder dos pais a vida sexual ativa, fazem com que a cada dia a atividade sexual infantil e juvenil cresça e consequentemente haja um aumento do número de gravidez na adolescência.
A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima. Por isso, o apoio da família é tão importante, pois a família é a base que poderá proporcionar compreensão, diálogo, segurança, afeto e auxílio para que tanto os adolescentes envolvidos quanto a criança que foi gerada se desenvolvam saudavelmente. Com o apoio da família, aborto e dificuldades de amamentação têm seus riscos diminuídos. Alterações na gestação envolvem diferentes alterações no organismo da jovem grávida e sintomas como depressão e humor podem piorar ou melhorar.
É muito importante que a adolescente faça o pré-natal para que possa compreender melhor o que está acontecendo com seu corpo, seu bebê, prevenir doenças e conversar abertamente com um profissional, sanando as dúvidas que atordoam e angustiam essas jovens.
(Por Giorgia Lay-Ang. Disponível em: http://brasilescola.uol.com.br/
biologia/gravidez-adolescencia.htm. Acesso em: 21/01/2016. Adaptado.)
No trecho “É muito importante que a adolescente faça o pré-natal para que possa compreender melhor o que está acontecendo com seu corpo, seu bebê, prevenir doenças e conversar abertamente com um profissional, sanando as dúvidas que atordoam e angustiam essas jovens.”
(6º§), as palavras em destaque podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por
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Os homenzinhos de Grork
A ficção científica parte de alguns pressupostos, ou preconceitos, que nunca foram devidamente discutidos. Por exemplo: sempre que uma nave espacial chega à Terra, vinda de outro planeta, é um planeta mais adiantado do que o nosso. Os extraterrenos nos intimidam com suas armas fantásticas ou com a sua sabedoria exemplar. Pior do que o raio da morte é o seu ar de superioridade moral. A civilização deles é invariavelmente mais organizada do que a da Terra e eles não perdem a oportunidade de nos lembrar disso. Cansado de tanta humilhação, imaginei uma história de ficção diferente. Para começar, o Objeto Voador Não Identificado que chega à Terra, descendo numa planície do Meio-Oeste dos Estados Unidos, chama a atenção por um estranho detalhe: a chaminé.
– Vi com estes olhos, xerife. Ele veio numa trajetória irregular, deu alguns pinotes, tentou subir e depois caiu como uma pedra.
– Deixando um facho de luz atrás?
– Não, um facho de fumaça. Da chaminé.
– Chaminé? Impossível. Vai ver o alambique do velho Sam explodiu outra vez e sua cabana voou.
– Não. Tinha o formato de um disco voador. Mas com uma chaminé em cima.
O xerife chama as autoridades estaduais, que cercam o aparelho. Ninguém ousa se aproximar até que cheguem as tropas federais. Um dos policiais comenta para o outro:
– Você notou a vegetação em volta...
– Dizimada. Provavelmente um campo magnético destrutivo que cerca o disco e...
– Não. Parece cortada a machadinha. E se não fosse um absurdo eu até diria que eles estão colhendo lenha.
Nesse instante, um segmento de um dos painéis do disco, que é todo feito de madeira compensada, é chutado para fora e aparecem três homenzinhos com machadinhas sobre os ombros. Os três saem à procura de mais árvores para cortar. Estão examinando as pernas de um dos policiais, quando este resolve se identificar e aponta um revólver para os homenzinhos.
– Não se mexam ou eu atiro.
Os homenzinhos recuam, apavorados, e perguntam:
– Atira o quê?
– Atiro com este revólver.
O policial dá um tiro para o chão como demonstração. Os homenzinhos, depois de refeitos do susto, aproximam-se e passam a examinar a arma do policial, maravilhados. Os outros policiais saem de seus esconderijos e cercam os homenzinhos rapidamente. Mas não há perigo. Eles querem conversa. Para facilitar o desenvolvimento da história, todos falam inglês.
– Vocês não conhecem armas, certo? – quer saber um policial. – Estão num estágio avançado de civilização em que as armas são desnecessárias. Ninguém mata mais ninguém.
– Você está brincando? Responde um dos homenzinhos. – Usamos machadinhas, tacapes, estilingue, catapulta, flecha, qualquer coisa para matar. Uma arma como essa seria um progresso incrível no nosso planeta. Precisamos copiá-la.
Chegaram as tropas federais e diversos cientistas para examinarem os extraterrenos e seu artefato voador. Começam as perguntas. De que planeta eles são? De Grork. Como é que se escreve? Um dos homenzinhos risca no chão: GRRK.
– Deve faltar uma letra – observa um dos cientistas. – O “O”.
– O “O”?
– Assim – diz o cientista da Terra, fazendo uma roda no chão.
O homenzinho examina o “O”. As possibilidades da forma são evidentes. A roda! Por que não tinham pensado nisso antes? Voltarão para Grork com três ideias revolucionárias: o revólver, a roda e a vogal. Querem saber onde estão exatamente. Nunca ouviram falar na Terra. Sempre pensaram que seu planeta fosse o centro do universo e aqueles pontinhos no céu, furos no manto celeste. Sua viagem era uma expedição científica para provar que o planeta Grork como muitos pensavam e que ninguém cairia no abismo se passasse do horizonte. Sua intenção era navegar até o horizonte.
E como tinham vindo parar na Terra?
Pois é. Alguma coisa deu errado.
Tinham descido na Terra, porque faltara lenha para a caldeira que acionava as pás que moviam o braço. Então aquilo era um barco? A ideia fora de fazer um barco. Só que em vez de flutuar, ele subiria. Um fracasso. Os homenzinhos convidam os cientistas a visitarem a nave. Entram pelo mesmo buraco de madeira da nave, que depois é tapado com uma prancha e a prancha pregada na parede. Outra grande ideia que levarão da terra é a dobradiça de porta.
O interior da nave é todo decorado com cortinas de veludo vermelho. Há vasos com grandes palmas, lustres, divãs forrados com cetim. Um dos homenzinhos explica que também tinha um piano de cauda, mas que o queimaram na caldeira quando faltou lenha. Tudo do mais moderno.
– E que mensagem vocês trazem para o povo da Terra? – pergunta um dos cientistas.
Os homenzinhos se entreolharam. Não vieram preparados. Mas como a Terra os recebeu tão bem, resolveram revelar o segredo mais valioso da sua civilização. A fórmula de transformar qualquer metal em ouro.
– Vocês conseguiram isso?
– Ainda não – responde um homenzinho – mas é só uma questão de tempo. Nossos cientistas trabalham sem cessar na fórmula, queimando vela toda noite.
– Velas? Lá não há eletricidade?
– elequê?
– Eletricidade. Energia elétrica. As coisas lá são movidas a quê?
– A vapor. É tudo com caldeira.
– Mas isso não é incômodo?
– Às vezes. O barbeador portátil, por exemplo. Precisa de dois para segurar. Mas o resto...
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Os homenzinhos de Grork. In. O nariz. São Paulo: Ática, 2006, pp. 48-51.)
Quanto à análise gramatical ou linguística a respeito deste trecho “O policial dá um tiro para o chão como demonstração.” (16º§), analise as afirmativas a seguir.
I. Se a frase, tal como se apresenta, fosse transposta para a voz passiva analítica, as transformações resultariam nesta frase “um tiro para o chão foi dado pelo policial como demonstração”.
II. Os termos da oração estão organizados na ordem direta ou canônica.
III. Se o narrador quisesse omitir o agente da ação dessa frase, poderia ter usado como recurso a voz passiva sintética (deu-se um tiro para o chão).
IV. Na voz passiva analítica a palavra ou expressão, que funciona como objeto/alvo do verbo, passa a funcionar sintaticamente como sujeito da oração.
Estão corretas as afirmativas
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