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Texto 03

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.
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Texto 03

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.
I- Os pais ficam ansiosos pela chegada das férias dos filhos. II- As férias trazem alegrias aos filhos e também aos seus pais. III- As férias são ansiosamente esperadas pelos filhos. IV- Os pais ficam em plena liberdade nas férias dos filhos. V- As férias são ótimas para os filhos, mas não para seus pais.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Texto 02

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Texto 02

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O comportamento criticado na tira, em relação às redes sociais, é
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Texto 01
A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores
abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua
singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os
edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram
despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde
teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão
deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa
forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais
inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza
encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor
ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor
nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o
trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
I- Intertextualidade. II- Subjetividade. III- Exemplificação. IV- Interrogação. V- Injunção.
Estão CORRETOS os itens
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Texto 01
A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores
abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua
singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os
edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram
despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde
teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão
deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa
forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais
inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza
encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor
ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor
nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o
trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
I- “Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?”
II- “É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros [...].”
III- Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente [...].”
IV- “No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza [...].”
V- “Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.”
Estão CORRETAS as passagens
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Texto 01
A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores
abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua
singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os
edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram
despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde
teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão
deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa
forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais
inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza
encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor
ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor
nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o
trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
I- Esperança. II- Beleza. III- Monotonia. IV- Leveza. V- Ilusão.
Estão CORRETOS os itens
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A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores
abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua
singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os
edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram
despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde
teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão
deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa
forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais
inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza
encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor
ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor
nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o
trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
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Texto 01
A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores
abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua
singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os
edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram
despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde
teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão
deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa
forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais
inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza
encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor
ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor
nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o
trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
I- Devaneio primaveril. II- Muralhas de concreto. III- Vida vegetal. IV- Pedaço de céu. V- Cinza urbano.
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A cultura popular é a expressão mais legítima e espontânea de um povo, e diversas danças fazem parte da cultura popular.
Leia o texto que segue sobre esse tema.
As danças populares, transmitidas de geração em geração, contribuem para a construção da __________ de um povo. A
catira é uma dança____________ de origem indígena (cateretê), realizada só por homens e caracterizada pelo ritmo
marcado por ____________ e batidas dos pés.
As palavras que completam corretamente as lacunas do texto são, respectivamente:
As palavras que completam corretamente as lacunas do texto são, respectivamente:
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