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Texto 02

Disponível em: http://www.willtirando.com.br/anesia-317/. Acesso em: 6 jun. 2024.
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Texto 01
O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves
Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não
passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos
estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.
Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é
que essas práticas podem ser muito poderosas.
Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma
mudança significativa, pelo contrário.
Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar
completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.
De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com
mudanças bruscas e impostas.
“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com
o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos,
vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na
rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.
No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças
são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral,
que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta.
Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma
mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]
Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
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O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves
Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não
passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos
estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.
Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é
que essas práticas podem ser muito poderosas.
Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma
mudança significativa, pelo contrário.
Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar
completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.
De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com
mudanças bruscas e impostas.
“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com
o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos,
vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na
rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.
No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças
são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral,
que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta.
Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma
mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]
Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
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O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves
Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não
passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos
estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.
Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é
que essas práticas podem ser muito poderosas.
Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma
mudança significativa, pelo contrário.
Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar
completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.
De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com
mudanças bruscas e impostas.
“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com
o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos,
vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na
rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.
No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças
são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral,
que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta.
Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma
mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]
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O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
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Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não
passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos
estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.
Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é
que essas práticas podem ser muito poderosas.
Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma
mudança significativa, pelo contrário.
Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar
completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.
De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com
mudanças bruscas e impostas.
“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com
o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos,
vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na
rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.
No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças
são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral,
que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta.
Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma
mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
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O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
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Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não
passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos
estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.
Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é
que essas práticas podem ser muito poderosas.
Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma
mudança significativa, pelo contrário.
Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar
completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.
De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com
mudanças bruscas e impostas.
“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com
o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos,
vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na
rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.
No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças
são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral,
que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta.
Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma
mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
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O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
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Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não
passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos
estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.
Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é
que essas práticas podem ser muito poderosas.
Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma
mudança significativa, pelo contrário.
Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar
completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.
De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com
mudanças bruscas e impostas.
“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com
o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos,
vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na
rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.
No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças
são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral,
que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta.
Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma
mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
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A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores
abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua
singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os
edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram
despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde
teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão
deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa
forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais
inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza
encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor
ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor
nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o
trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática da referida passagem.
I- A conjunção “enquanto” insere um adjunto adverbial oracional, o qual indica uma circunstância de tempo. II- O termo “azul” passou pelo processo de derivação imprópria, já que se encontra substantivado. III- A vírgula usada depois de “lentos”, é facultativa, pois separa um adjunto adverbial deslocado. IV- O acento agudo em “mantém” indica o uso do verbo “manter” na terceira pessoa do plural. V- O termo “muitas vezes” aparece intercalado por vírgulas, de acordo com a norma, porque se trata de uma expressão adverbial que se encontra antecipada.
Estão CORRETAS as afirmativas
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