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Foram encontradas 40 questões.

991935 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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IAMAMOTO (2008) manifesta a tensão histórica entre o trabalho assalariado, as demandas dos sujeitos de direitos e a autonomia do profissional. Essa afirmação é explicada pela
 

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757006 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Considerando-se a Constituição Federal de 1988, afirma-se que são objetivos da Assistência Social:

I Garantir um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios para prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.

II Inserir as famílias carentes em programas de transferência de renda, a exemplo do bolsa família.

III Amparar as crianças e adolescentes carentes e promover a integração ao mercado de trabalho.

IV Garantir a intersetorialidade das Políticas Sociais.

Estão corretas as afirmativas

 

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756802 Ano: 2012
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Leia a seguir um conceito de Raquel Raichelis (2006) sobre a gestão de políticas públicas:
“[...] um processo construído por sujeitos sociais que passam a disputar lugares de reconhecimento social e político e adquire assim um caráter de estratégia política. ”
Esse é o conceito de
 

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756616 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) assegura a qualquer cidadão, desde que comprove carência, benefícios:
 

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754697 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A política de assistência social carrega um histórico de aprisionamento à filantropia que contribui para a sua difícil realização como política pública. Com o SUAS e com a Lei nº 12.101/2009, foram dados passos no sentido de romper com as formas de acesso ao fundo público praticadas por entidades de assistência social, as quais nem sempre foram transparentes. Contribui para esse rompimento:
 

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691563 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A Política Nacional de Assistência Social incorporou os conceitos de “vulnerabilidade” e “risco social”. A necessária problematização desses conceitos no contexto da sociedade capitalista exige compreendê-los como
 

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638187 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A Questão Social é matéria de intervenção do Serviço Social e seu aprofundamento está relacionado
 

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277993 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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No âmbito da política de assistência social, o equipamento estatal de base territorial, localizado em áreas de vulnerabilidade social, com a finalidade de organizar, coordenar e executar os serviços de proteção social básica é
 

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227133 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
Voo solo
O inferno são os outros! A conhecida frase de Jean-Paul Sartre agora dá sentido a um fenômeno de massa. Se o inferno são os outros, então nossos contemporâneos parecem estar se movimentando para fugir das catacumbas sulfurosas. Segundo Eric Klinenberg, professor de Sociologia da Universidade de Nova York e autor do livro Going Solo: The extraordinary rise and surprising appeal of living alone (editora Penguin), cada vez mais pessoas optam por viver sozinhas.
O autor carrega nas tintas, embalado por um mercado editorial viciado em títulos de impacto, argumentos surpreendentes e fatos irrefutáveis, mas o livro tem méritos. Segundo Klinenberg, estamos presenciando uma inflexão histórica. Cultivamos, durante milênios, uma repulsa existencial e filosófica à solidão. “O homem que vive isolado, que é incapaz de partilhar os benefícios da associação política ou não precisa partilhar porque já é autossuficiente, não faz parte da pólis, e deve, portanto, ser ou uma besta ou um deus”, escreveu Aristóteles (apud Klinenberg).
As sociedades humanas se estruturaram em torno do desejo fundamental de os indivíduos viverem na companhia uns dos outros. O isolamento é frequentemente associado à punição. Uma criança mal comportada é separada de seus pares e colocada sozinha. Um prisioneiro malcomportado é trancafiado na solitária.
Entretanto, segundo Klinenberg, tudo isso está mudando. Nas últimas décadas, houve um aumento expressivo do número de homens e mulheres que passaram a viver voluntariamente sozinhos. O fenômeno é consequência do desenvolvimento econômico, que permite maior autonomia; da superação da lógica econômica do casamento, que dá maior liberdade às pessoas para buscar arranjos alternativos; da urbanização, que adensa as comunidades humanas; e da evolução das tecnologias de informação e de comunicação, que facilitam a interação entre as pessoas. Resultado: estamos casando mais tarde, prolongando o período entre o divórcio e o novo casamento, ou evitando um novo casamento, e escapando o quanto possível da possibilidade de viver com outra pessoa. É o novo solteirismo!
Nas grandes cidades norte-americanas, 40% das moradias têm um único ocupante. Em Washington e Manhattan, casos extremos, são 50%. E o fenômeno não se restringe aos Estados Unidos. Paris apresenta números superiores a 50% e, em Estocolmo, a taxa chega a 60%. China, Índia e Brasil, países em desenvolvimento, caminham no mesmo sentido.
Viver sozinho deixou de ser fonte de medo e causa de isolamento social. As vantagens são notáveis: controle sobre a própria vida, liberdade de ação e melhores condições para perseguir atividades voltadas para a autorrealização. No imaginário social, vai surgindo um novo modelo ideal: o neossolteiro, um ou uma profissional de sucesso, socialmente atuante e mestre de sua existência.
O fenômeno do novo solteirismo relaciona-se a outro fenômeno, maior, de enfraquecimento dos vínculos e das relações, que se manifesta na vida social e na vida profissional. Richard Sennet registrou a tendência no livro A Corrosão do Caráter (editora Record), no fim da década de 1990. De fato, o comprometimento dos indivíduos com instituições e organizações vem se fragilizando há algumas décadas. Hoje, transitamos por inúmeros grupos, empresas e comunidades, porém estabelecemos relacionamentos apenas tênues e temporários.
Nas empresas, depois de seguidas ondas de reestruturações, enxugamentos e terceirizações, os empregos “para toda a vida” estão quase extintos. Paradoxalmente, empresários e executivos continuam esperando alto grau de envolvimento e comprometimento de seus funcionários, e frustram-se quando não os conseguem. Com a ajuda de asseclas de recursos humanos, tentam tapar o sol com a peneira, programando palestras motivacionais, abraçando árvores e promovendo interlúdios culturais. Pouco adianta.
As novas gerações representam para as empresas um considerável desafio: os mais jovens são individualistas, inquietos e despudoradamente ambiciosos. Saltam de galho em galho corporativo sem olhar para trás. Habitam redes fluidas, sejam elas comunidades reais ou virtuais. São impacientes com o presente e ansiosos pelo futuro.
Neste admirável mundo novo, perde espaço o que é estável e profundo, ganha espaço o que é efêmero e superficial. Afirmam os profetas do mundo plano que terão vantagens os mais dinâmicos, os mais extrovertidos, aqueles com mais iniciativa e sem medo de errar, aqueles capazes de usar diligentemente seu capital social em prol da própria marca. E os incomodados que se mudem… de planeta?
Fonte: cartacapital, 11 de abril de 2012.
A questão refere-se ao período reproduzido a seguir.
O fenômeno é consequência do desenvolvimento econômico, que permite maior economia; da superação da lógica econômica do casamento, que dá maior liberdade às pessoas para buscar arranjos alternativos; da urbanização, que adensa as comunidades humanas; e da evolução das tecnologias de informação e de comunicação, que facilitam a interação entre as pessoas.
O uso do acento indicativo da crase se justifica, no trecho em destaque,
 

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1723374 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A Constituição de 1988, em seu artigo 201, determina que, para os servidores que ocupam, exclusivamente, cargos em comissão, declarados em lei de livre nomeação e exoneração, bem como cargos temporários ou de emprego público, aplica-se:

Questão Anulada

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