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Alexandria nasce – Batizada em homenagem a Alexandre, o Grande, a mais cosmopolita capital do mundo antigo viveu seu apogeu sob o domínio dos Ptolomeus. Sede de construções míticas, a cidade egípcia busca retornar à glória de 2 mil anos atrás. [...]
Revista História Viva. São Paulo, Duetto, mar. 2011.
Atente às afirmativas abaixo retiradas da chamada de reportagem acima, colocando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) “...a mais cosmopolita capital do mundo antigo viveu seu apogeu sob o domínio dos Ptolomeus...” O sujeito sintático do enunciado é classificado como simples.
( ) Não há objeto direto no trecho como um todo, uma vez que o verbo VIVER é intransitivo.
( ) “Alexandria nasce- Batizada em homenagem a Alexandre, o Grande...” O verbo destacado é intransitivo.
( ) “a cidade egípcia busca retornar à glória de 2 mil anos atrás. [...]” O termo destacado é um adjunto adverbial.
Marque a sequência CORRETA:
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Alexandria nasce – Batizada em homenagem a Alexandre, o Grande, a mais cosmopolita capital do mundo antigo viveu seu apogeu sob o domínio dos Ptolomeus. Sede de construções míticas, a cidade egípcia busca retornar à glória de 2 mil anos atrás. [...]
Revista História Viva. São Paulo, Duetto, mar. 2011.
Sobre o acento indicativo de crase em cada trecho podemos AFIRMAR que em
( ) “Retornar à glória de 2 mil anos atrás.” [...], o acento indicativo de crase é obrigatório.
( ) “Retornar à glória de 2 mil anos atrás.” [...], o acento indicativo de crase é opcional.
( ) “Batizada em homenagem a Alexandre, o Grande...”, deveria haver acento indicativo de crase no “a” que antecede “Alexandre”.
( ) “a mais cosmopolita capital do mundo antigo,” o “a” que antecede “mais cosmopolita” deveria ter acento indicativo de crase.
Analise as proposições e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso.
A sequência CORRETA é
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Os maiores responsáveis pela poluição na cidade [de São Paulo] não surpreendem: os veículos. Com uma frota de quase sete milhões de carros, motocicletas e caminhões [segundo dados de julho de 2010 do DETRAN – SP], a cidade vê não só o trânsito piorar como também a saúde dos que a habitam. [...] Investirem áreas verdes poderia ser uma medida eficaz não só para São Paulo mas também para outras cidades que sofrem com a poluição.
www.cienciahoje.com.br Acesso em: 20/07/2017
Leia as proposições sobre o texto e marque o(s) período(s) que melhor corresponde(m) ao enunciado “[...] a cidade vê não só o trânsito piorar como também a saúde dos que a habitam.”
I- O trânsito na cidade piora e a população sofre com problemas de saúde.
II- O trânsito piora na cidade, mas os habitantes sofrem com problemas de saúde.
III- O trânsito da cidade e a saúde dos habitantes pioram com a poluição.
IV- Embora o trânsito piore, os habitantes não sofrem.
Está(ão) CORRETA(s), apenas
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Os maiores responsáveis pela poluição na cidade [de São Paulo] não surpreendem: os veículos. Com uma frota de quase sete milhões de carros, motocicletas e caminhões [segundo dados de julho de 2010 do DETRAN – SP], a cidade vê não só o trânsito piorar como também a saúde dos que a habitam. [...] Investirem áreas verdes poderia ser uma medida eficaz não só para São Paulo mas também para outras cidades que sofrem com a poluição.
www.cienciahoje.com.br Acesso em: 20/07/2017
A relação estabelecida pelas locuções destacadas no texto exprime ideia de
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APELO
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - o meu jeito de querer bem-. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca- rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(DALTON TREVISAN)
O narrador opõe ausência à falta; esta oposição está explicada em:
I- Ausência é um afastamento que não implica sentimento de alegria ou dor.
II- Falta é uma ausência que implica um sentimento de carência, de privação, de dor.
III- Nos primeiros dias, o afastamento da mulher era ausência, depois, tornou-se falta.
Está (ão) CORRETA(s)
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APELO
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - o meu jeito de querer bem-. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca- rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(DALTON TREVISAN)
A marca da Senhora está contraditoriamente impressa em fatos que ocorrem na sua ausência. Assinale a opção IMPRÓPRIA para exemplificar o que se afirma nesta questão:
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APELO
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - o meu jeito de querer bem-. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca- rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(DALTON TREVISAN)
Assinale a opção que justifica a afirmativa Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, ...”
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APELO
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - o meu jeito de querer bem-. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca- rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(DALTON TREVISAN)
O narrador projeta uma imagem de marido que pode ser definida como
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APELO
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - o meu jeito de querer bem-. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca- rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(DALTON TREVISAN)
O narrador, ao relatar suas privações, põe em relevo a imagem que tem da mulher. É imagem de
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APELO
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - o meu jeito de querer bem-. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca- rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
(DALTON TREVISAN)
Assinale a opção que contém a frase que justifica o título do texto:
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