Foram encontradas 50 questões.
1404906
Ano: 2011
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Toda matéria sujeita a deliberação do Plenário da Câmara Municipal de Parauapebas traduz-se em proposições. O Plenário, enquanto órgão soberano, realiza a apreciação das proposições, as quais não poderão consistir em
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1402341
Ano: 2011
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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A Tabela Price, também conhecida como Método Francês de Amortização, muito utilizada no financiamento de bens de consumo, tem como características:
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1400061
Ano: 2011
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Há duas espécies regimentais de processo de votação em vigor na Câmara Municipal de Parauapebas: o nominal e o simbólico. Quanto aos mesmos, assinale a alternativa correta.
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Princípio Fundamental de Contabilidade que adquire relevância quando são feitas estimativas, tais como os passivos contingentes que representam obrigações possíveis, ou ativos contingentes que são possíveis ativos, e cuja existência depende de fatores imprevisíveis, tais como resultados dos julgamentos de processos judiciais:
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Presidente ou presidenta?
Lei, tradição do idioma e visão de mundo entram em conflito na definição do termo a ser usado para referir-se a Dilma Rousseff
Luiz Costa Pereira Junior
Se quisesse seguir a lei com um rigor, digamos, ortodoxo para seus hábitos, o brasileiro teria de oficialmente referir-se a Dilma Rousseff como "presidenta". Sim, a lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago (1889-1974), determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres. Era letra morta. Até o país escolher sua primeira mulher à Presidência da República.
Criada num pós-guerra em que os países incorporaram direitos em resposta a movimentos sociais, a lei condiciona o uso flexionado ao que for admitido pela gramática. O que daria vez à forma "presidente". O problema é que não há consenso linguístico que justifique opção contrária à lei. Em novembro, muitos professores, gramáticos e dicionaristas se apressaram em dizer que tanto "a presidente" como "presidenta" são legítimas. Mas número equivalente tomou "presidenta" como neologismo avesso ao sistema da língua.
Disponível em:<http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12196>
Quanto à noção de flexão de gênero, palavras como “agente”, “gerente”, “paciente”, “cliente”, segundo a gramática normativa,
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"Presidenta" parece sofrer outra ordem de influências. Embora as variações sejam aceitas, o tipo de adoção de cada uma parece dividir intuições e usos – não tanto no campo da morfologia, mas no da semântica e até da ideologia. O professor Módolo concorda que a forma "presidenta" é a preferida por quem a simbologia de uma mulher no poder é fato relevante, talvez até orgulho.
– Fica mais expressivo usar "presidenta", pois se trata da primeira brasileira no cargo - diz ele.
Para Elis Cardoso de Almeida, a diferença passaria pela ênfase que o falante intui dar ao enunciar a ocupante do cargo.
– É aí que entra a questão política. A mulher começa a ocupar cargos antes só masculinos. É preciso que se marque isso de alguma forma. A desinência -a de feminino passa a cumprir esse papel.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12196>
Julgue os itens abaixo quanto aos fenômenos coesivos:
I.O vocábulo “embora” marca uma concessão.
II.O pronome “isso” retoma o sintagma “ocupante do cargo”.
III.O vocábulo “a”, em sua segunda ocorrência, refere-se a “forma”.
IV.Haveria desrespeito às relações coesivas no texto, se substituíssemos “pois” por “visto que”.
Está correto o que se afirma em
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1392668
Ano: 2011
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Sendo o representante legal do Poder Legislativo Municipal nas suas relações externas, cabendolhe também as funções administrativas e diretivas das atividades internas, o Presidente da Câmara do Município de Parauapebas é responsável pelo desempenho de diversas atribuições importantes para o funcionamento da mesma. Ele, porém, é regimentalmente incompetente para,
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1389575
Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Em conformidade com a Lei Orgânica do Município de Parauapebas, importam em responsabilidades os atos do(a) Prefeito(a) ou Vice-Prefeito(a) que atentem contra a Constituição Estadual e Federal, especialmente quanto ao (à):
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1387792
Ano: 2011
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
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Uma pessoa dispõe de certo capital para aplicar por três meses e recebe duas propostas: a primeira, emprestar a um amigo confiável, com taxas de 1,8% ao mês no sistema de juros simples; e a segunda, aplicar em um banco com taxa de 1,5% ao mês, no sistema de juros compostos. A proposta mais rentável é
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Presidente ou presidenta?
Lei, tradição do idioma e visão de mundo entram em conflito na definição do termo a ser usado para referir-se a Dilma Rousseff
Luiz Costa Pereira Junior
Se quisesse seguir a lei com um rigor, digamos, ortodoxo para seus hábitos, o brasileiro teria de oficialmente referir-se a Dilma Rousseff como "presidenta". Sim, a lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago (1889-1974), determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres. Era letra morta. Até o país escolher sua primeira mulher à Presidência da República.
Criada num pós-guerra em que os países incorporaram direitos em resposta a movimentos sociais, a lei condiciona o uso flexionado ao que for admitido pela gramática. O que daria vez à forma "presidente". O problema é que não há consenso linguístico que justifique opção contrária à lei. Em novembro, muitos professores, gramáticos e dicionaristas se apressaram em dizer que tanto "a presidente" como "presidenta" são legítimas. Mas número equivalente tomou "presidenta" como neologismo avesso ao sistema da língua.
Disponível em:<http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12196>
Pode-se depreender que aqueles que tomaram "presidenta" como “neologismo avesso ao sistema da língua” consideram que
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