Foram encontradas 165 questões.
Um quadrado tem a medida do seu lado designada pela letra 'a'. Um retângulo é construído tendo o seu lado maior com medida superior ao lado do quadrado em duas unidades de comprimento, ao passo que o lado menor tem medida inferior ao lado do quadrado em duas unidades de comprimento. Nessas condições, a expressão algébrica que fornece a soma das áreas do quadrado com o retângulo é:
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Considere os seguintes números reais: !$ 1/3\,\,1/5\,\,\sqrt [3]{2}\,\,\sqrt[2]{3}\,\,0,25 !$ . Colocando-os sequencialmente em ordem crescente, obtém-se:
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2468895
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a divisão do território do Brasil em regiões tem a finalidade de viabilizar a agregação de dados estatísticos para a sua divulgação. A primeira divisão macrorregional ocorreu em 1942. Posteriormente, em função das transformações ocorridas no espaço brasileiro no decorrer das décadas de 1950 e 1960, uma nova divisão em macrorregiões foi definida em 1970, que permanece em vigor até o momento atual e pode ser observada no mapa ao lado.
Com base no mapa e nos conhecimentos sobre as características regionais brasileiras, assinale a alternativa correta.
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2468873
Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Sobre as sessões secretas da Câmara, com base no Regimento Interno da Câmara Municipal de Piraquara, é correto afirmar:
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Qual atalho é utilizado no Editor de Texto MS WORD versão 2007 para aplicar negrito ao texto selecionado?
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Existiria uma comida brasileira básica? A mais geral é, sem dúvida, o feijão- com- arroz, esse “prato” que é usado como sinônimo para todas as pobrezas e rotinas. Mas vale notar que o arroz e o feijão são ingredientes que se misturam e formam uma massa indiferenciada, assumindo as propriedades gustativas dos dois elementos. Além disso – e qualquer semelhança não é, no plano cultural, coincidência –, a mistura faz com que o feijão deixe de ser preto, e o arroz, de ser branco. A síntese é um intermediário, desses que a sociedade brasileira tanto admira e valoriza. Comer arroz- com- feijão, então, é mais uma vez exercer o ato de misturar e desafiar a compartimentalização.
De fato, nada mais rico, na nossa sociabilidade, que os vários significados do verbo comer em suas conotações. Usamos, assim, o “pão-duro” para falar do avarento; o “pão, pão, queijo, queijo” para separar as coisas, acontecimentos e pessoas, pois não haveria nada mais distinto que o pão (de origem vegetal e agrícola, que vai ao forno) e o queijo (de origem animal, e que se fabrica por meio de um processo de fermentação “natural”). (...)
Nossa comida – que mistura e combina – segue a mesma lógica do nosso mito de origem. Trata-se de uma comida tão mulata quanto a nossa fábula das três raças. Temos uma “culinária relacional” a falar de uma sociedade também relacional.
(Excerto adaptado de O que é Brasil?, de Roberto Da Matta. Rio de Janeiro: Rocco, 2004, p. 33-35.)
A leitura do texto nos autoriza a afirmar a respeito do feijão com arroz que:
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “Heróis anônimos da reciclagem”. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade. O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
Se, na frase “O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários”, “o catador” fosse substituído por ‘os catadores’, seria necessário flexionar, em toda a frase, mais:
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Sobre o que dispõe a Lei Orgânica do Município de Piraquara acerca do Poder Executivo, é correto afirmar:
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Sobrenome: “Guarani Kaiowa”
Eliane Brum
No início de outubro, a carta de um grupo de guaranis caiovás de Mato Grosso do Sul provocou uma mobilização, em vários aspectos inédita, na sociedade brasileira. No texto, os índios, ameaçados de despejo por ordem judicial, declaravam: “Pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui”. A carta foi divulgada pelo Twitter e pelo Facebook, gerando uma rede de solidariedade e de denúncia das violências enfrentadas por essa etnia indígena. Desta rede, participaram – e participam – milhares de brasileiros urbanos. Para muitos deles, este foi o primeiro contato com o genocídio guarani caiová, apesar de o processo de extermínio da etnia ter se iniciado muito tempo antes. De repente, pessoas de diferentes idades, profissões e regiões geográficas passaram falar diretamente com as lideranças indígenas, no espaço das redes sociais, sem precisar de nenhum tipo de mediação. E de imediato passaram a ampliar suas vozes. partir dessa rede de pressão, as instituições – governo federal, congresso, judiciário etc. – foram obrigadas a colocar a questão na pauta. Depois de dias, em alguns casos semanas, a imprensa repercutiu o que ecoava nas redes. Alguns dos grandes jornais enviaram repórteres para a região, colunistas escreveram artigos com diferentes pontos de vista. O movimento de adesão causa guarani caiová nas redes sociais – sua articulação, significados e consequências – é um fenômeno fascinante. E, por sua força e novidade, traz com ele uma série de questões que possivelmente precisem de muito tempo para ser respondidas – e para as quais não uma resposta só.
(Revista Época, 26/11, 2012. Disponível em:
<http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/11/sobrenome-guarani-kaiowa. html>. Acesso em 20 maio 2013).
Com base no texto, é correto afirmar:
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Sobre o Outlook Express, considere as seguintes afirmativas:
1. Nomes e endereços de e-mail na linha Cco são invisíveis para qualquer pessoa que recebe a mensagem.
2. Por padrão, a caixa Cco não é exibida no Outlook Express.
3. Para enviar uma mensagem para mais de um destinatário, separe os nomes e endereços com ponto ou ponto-e-vírgula.
4. Os destinatários devem estar cadastrados na pasta Contatos.
2. Por padrão, a caixa Cco não é exibida no Outlook Express.
3. Para enviar uma mensagem para mais de um destinatário, separe os nomes e endereços com ponto ou ponto-e-vírgula.
4. Os destinatários devem estar cadastrados na pasta Contatos.
Assinale a alternativa correta.
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